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CHEDV: Hospital São João da Madeira aumenta 4% as cirurgias de ambulatório

15/10/2020

O Hospital Distrital São João da Madeira, integrado no Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga (CHEDV) realizou, até agosto deste ano, um total de 3.341 intervenções em cirurgia de ambulatório, o que representa mais 4% do que as realizadas em igual período no ano anterior (3.210).

De acordo com o CHEDV, a Unidade de Cirurgia de Ambulatório do Hospital Distrital São João da Madeira é uma unidade integrada, com recursos humanos e espaço físico próprios, vocacionada para a cirurgia de ambulatório. As cirurgias em regime de ambulatório têm como principal vantagem oferecer uma maior comodidade e bem-estar ao utente, uma vez que interfere minimamente com o seu dia-a-dia. Graças à evolução tecnológica, das técnicas cirúrgicas e anestésicas é possível garantir regresso a casa do utente no próprio dia.

Os serviços com maior número de intervenções realizadas até ao mês de agosto foram Cirurgia Geral, que aumentou as cirurgias em 8% passando de 789 para 854; o Serviço de Ortopedia, que passou de 417 intervenções para 428, um crescimento de 3%; e Urologia, com um crescimento de 68%, ao passar de 75 cirurgias em ambulatório para um total de 126.

O centro hospitalar realça o arranque, no início deste ano, 2020, das intervenções em ambulatório do Serviço de Obstetrícia, com um total de 1.542 intervenções realizadas até agosto.

Em termos globais de atividade cirúrgica de ambulatório no Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga, até ao mês de agosto foram realizadas 5.998 cirurgias, «sendo o Hospital Distrital São João da Madeira responsável por um total de 56% das cirurgias em ambulatório», informa o centro hospitalar.

O Presidente do Conselho de Administração do CHEDV, Miguel Paiva revela que «a aposta na cirurgia de ambulatório vem sendo reforçada nos últimos anos, seja por uma questão de comodidade dos utentes, seja porque temos conseguido motivar as equipas para realizar novos procedimentos cirúrgicos através deste método. Este ano, em que tivemos de suspender praticamente toda a cirurgia convencional durante mais de dois meses, esta estratégia ainda produziu melhores resultados. Apesar dos constrangimentos derivados do período mais agudo da pandemia, em março, abril e maio, a verdade é que o esforço de recuperação encetado desde então está a produzir excelentes resultados. Conseguimos, por isso, não só recuperar a atividade pedida nesses meses, como ainda estar a registar aumentos face ao ano 2019 (que já havia sido o melhor de sempre), o que é notável».

Para saber mais, consulte:

Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga – http://www.chedv.min-saude.pt/

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