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Notícias a 22 e 23/06/2026

 

Despacho n.º 7788/2026 – Diário da República n.º 118/2026, Série II de 2026-06-22
Saúde – Gabinete da Ministra da Saúde
Delega no diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde, Álvaro Fernando Santos Almeida, com faculdade de subdelegação, as competências necessárias para a prática de diversos atos.

Despacho n.º 7789/2026 – Diário da República n.º 118/2026, Série II de 2026-06-22
Saúde – Secretaria-Geral
Designa para exercer funções de secretariado a assistente técnica Maria do Carmo Riscado Isidro Ferreira.

Deliberação n.º 700/2026 – Diário da República n.º 118/2026, Série II de 2026-06-22
Unidade Local de Saúde de Barcelos/Esposende, EPE
Designação do diretor do Serviço de Gestão de Utentes da Unidade Local de Saúde de Barcelos/Esposende, E. P. E.

Aviso n.º 15582/2026/2 – Diário da República n.º 119/2026, Série II de 2026-06-23
Município de Mora
Regulamento do Programa + Família ― Apoio à Natalidade, Adoção e Promoção da Saúde Infantil.

Aviso n.º 15464/2026/2 – Diário da República n.º 118/2026, Série II de 2026-06-22
Freguesia de Peroguarda
Projeto de Regulamento de Apoio a Natalidade.


Ocorrência de Situação de Fraca Qualidade do Ar: Recomendações da DGS

Uma massa de ar proveniente dos desertos do Norte de África, que transporta poeiras em suspensão, está prevista atravessar Portugal Continental durante o dia 21 e dia 22 de junho de 2026, afetando toda a faixa litoral.

Prevê-se a ocorrência de uma situação de fraca qualidade do ar no Continente, registando-se um aumento das concentrações de partículas inaláveis de origem natural no ar.

Este poluente (partículas inaláveis – PM10) tem efeitos na saúde humana, principalmente na população mais sensível, crianças e idosos, cujos cuidados de saúde devem ser redobrados durante a ocorrência destas situações.

Assim, e enquanto este fenómeno se mantiver, a Direção-Geral da Saúde recomenda:

– a população em geral deve evitar os esforços prolongados, limitar a atividade física ao ar livre e evitar a exposição a fatores de risco, tais como o fumo do tabaco e o contacto com produtos irritantes.

– os seguintes grupos de cidadãos, pela sua maior vulnerabilidade aos efeitos deste fenómeno, para além de cumprirem as recomendações para a população em geral, devem, sempre que viável, permanecer no interior dos edifícios e, preferencialmente, com as janelas fechadas: crianças; idosos; doentes com problemas respiratórios crónicos, designadamente asma; doentes do foro cardiovascular.

– os doentes crónicos devem manter os tratamentos médicos em curso.

– em caso de agravamento de sintomas contactar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) ou recorrer a um serviço de saúde.

Para informação adicional sobre a qualidade do ar e os valores medidos nas estações de monitorização, pode ser consultada a página da internet da APA ou a App QualAr.


ULS Médio Tejo reforça Cuidados Paliativos

22/06/2026

A nova resposta reforça o acompanhamento de pessoas em sofrimento, sobretudo, no domicílio

A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) criou uma Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos, acrescentando uma valência ao Serviço Integrado de Cuidados Paliativos, sediada no Hospital de Nossa Senhora da Graça, em Tomar. A nova resposta reforça o acompanhamento de pessoas em sofrimento decorrentes de doença grave, avançada, progressiva ou terminal, sobretudo no domicílio.

“Com esta equipa, a ULS Médio Tejo aproxima dos utentes e das famílias o trabalho especializado em Cuidados Paliativos que já é desenvolvido a partir do Hospital de Tomar, através da Equipa Intra-Hospitalar de Suporte, da Unidade de Internamento e da Consulta Externa de Cuidados Paliativos. O que até agora se concentrava sobretudo no contexto hospitalar passa, assim, a chegar também de forma mais estruturada à casa das pessoas”, explica a instituição num comunicado divulgado.

A intervenção da Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos centra-se no alívio do sofrimento, no controlo de sintomas, no apoio emocional e social às famílias e na promoção da melhor qualidade de vida possível, mesmo em situações de grande fragilidade. Em causa poderá estar o acompanhamento de pessoas com doenças oncológicas e não oncológicas, bem como utentes com insuficiências avançadas de órgãos, doenças neurológicas progressivas, demências em fase avançada ou outras doenças graves.

A nova equipa multidisciplinar, que integra médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais especializados nesta área, irá trabalhar em articulação próxima com os Cuidados de Saúde Primários, assegurando uma resposta integrada aos utentes dos onze concelhos da área de influência da ULS Médio Tejo.

A atividade da Equipa Comunitária será desenvolvida maioritariamente no domicílio, através de visitas programadas e não programadas, bem como de acompanhamento telefónico. Esta proximidade permite levar cuidados especializados ao local onde muitas pessoas desejam permanecer: a sua casa, junto dos seus familiares e cuidadores.

Mais do que acompanhar a doença, os Cuidados Paliativos procuram cuidar da pessoa no seu todo, respeitando a sua dignidade, os seus valores e as suas necessidades.


Projeto CT-Luso promove webinar “Equidade no Acesso à Inovação em Saúde” – INSA

23-06-2026

O CT-Luso, projeto de capacitação ética e regulamentar na área dos ensaios clínicos, desenvolvido em países de língua oficial portuguesa, promove, dia 25 de junho, o webinar “Equidade no Acesso à Inovação em Saúde”.

A sessão contará com a participação de José Miguel Diniz, médico interno de Saúde Pública na Unidade Local de Saúde de São José e doutorando em Ciência de Dados em Saúde, e será moderada por Joana Morais, diretora-geral do Instituto Nacional de Investigação em Saúde de Angola (INIS). O webinar decorrerá através da plataforma Zoom.

O CT-Luso é desenvolvido em 6 países de língua oficial portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe e Portugal, envolvendo as respetivas autoridades nacionais de ética, autoridades reguladoras nacionais, universidades, centros de investigação e institutos nacionais de saúde, em parceria com instituições portuguesas especializadas nas áreas da ética, regulação da investigação e ensaios clínicos.


Instituto Ricardo Jorge participa em congresso nacional dedicado à comunicação de ciência

22-06-2026

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através do seu Departamento de Genética Humana (DGH), marcou presença no Congresso SciComPT26, que teve lugar entre 26 e 29 de maio, em Évora. A participação do INSA foi assegurada pelas investigadoras do DGH Marisa Silva e Vânia Gonçalves, em atividades relacionadas com a explicação da investigação do cancro às crianças e com a cobertura jornalística do evento.

 

No primeiro caso, as especialistas do INSA apresentaram um projeto de interseção entre investigação científica e comunicação de ciência, materializado num jogo de tabuleiro concebido para desmistificar o cancro e o processo científico junto do público infanto-juvenil. Denominada Genopoly: a investigação em cancro explicada às crianças, a iniciativa teve como objetivo aligeirar o peso emocional que a doença acarreta, com cada casa do tabuleiro a corresponder a uma etapa real do processo, desde a observação inicial até à publicação dos resultados.

Marisa Silva esteve ainda envolvida na equipa de redação responsável pela cobertura noticiosa do Congresso, criada na sequência do Curso de Jornalismo de Ciência, tendo sido autora de duas peças jornalísticas publicadas no site oficial do SciComPT26. Os trabalhos consistem em retratos de duas personalidades da ciência em Portugal: Joana Magalhães, co-coordenadora do projeto COALESCE, dedicado à formação, reconhecimento e profissionalização dos comunicadores de ciência, e Hernâni Zão Oliveira, criador do projeto HOPE, destinado a ajudar crianças internadas no IPO do Porto a melhor combater a doença.

O SciComPt2026 pretende ser um espaço de encontro entre investigadores, comunicadores, educadores, jornalistas, artistas e cidadãos, promovendo diálogos que ultrapassem disciplinas e formatos. Num território marcado por uma forte densidade histórica e cultural, o congresso propõe olhar para a comunicação de ciência como um património vivo — algo que se constrói continuamente, em interação com a sociedade, e que deve ser cuidado para as gerações futuras.

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