Infeção VIH, SIDA e Tuberculose: DGS apresenta relatório relativo a 2016, dia 29 de maio

26/05/2017

A Direção-Geral da Saúde (DGS) apresenta, no dia 29 de maio, o Relatório sobre a Infeção VIH, SIDA e Tuberculose 2016 e do Plano Estratégico do Programa Nacional para a Infeção VIH, SIDA e Tuberculose – 2017, numa sessão que terá lugar no INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, IP, em Lisboa, a partir das 15 horas.

Esta sessão integrará ainda dois eventos de significativa relevância no âmbito da resposta nacional à infeção VIH e SIDA:

  • A assinatura da Declaração conjunta no âmbito do Projeto “Cidades na Via Rápida para eliminar o VIH” por um conjunto de parceiros e pelos dirigentes máximos das Autarquias de Cascais, Porto e Lisboa.
  • A assinatura do  Protocolo de colaboração entre a Direção-Geral da Saúde, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, IP, o INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, IP, e o GAT – Grupo de Ativistas em Tratamentos.

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Despesa com medicamentos hospitalares baixou no 1.º trimestre

26/05/2017

Redução da despesa no SNS

O trabalho e esforço conjunto entre a ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), a Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde e a SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde contribuíram para a poupança na compra de medicamentos, neste primeiro trimestre do ano, assente no modelo de aquisições centralizadas.

Para se alcançar este resultado largamente positivo foi decisiva a monitorização, o planeamento e a partilha de informação entre as instituições, como nunca antes se tinha verificado, aliadas à transparência e rigor no processo aquisitivo.

As compras centralizadas têm sido uma estratégia diferenciadora, permitindo otimizar o processo de compras públicas e, assim, obter uma gestão mais eficiente, sendo um dos grandes objetivos a redução de despesa, como foi alcançada com os medicamentos hospitalares.

As ferramentas tecnológicas, como as plataformas eletrónicas e as aplicações que a SPMS tem desenvolvido, contribuem, também, para reforçar as boas práticas no processo aquisitivo, bem como a experiência da equipa da SPMS na área das compras e da contratação púbica que tem merecido o reconhecimento além-fronteiras.

O recente prémio da SPMS como “Best Central Procurement Body Organization in Portugal”, entregue a 23 de maio, em Madrid, no âmbito do “eBusinessWorld2017 e do II Congreso Nacional de Contratación Pública Electrónica de Espanha- CNCE´17” distingue a SPMS como a melhor central de compras em Portugal e o seu papel fulcral na promoção de poupanças com medicamentos, serviços e bens específicos para o Ministério da Saúde.

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Such | Unidade de Esterilização Vai Reprocessar Dispositivos Médicos de Uso Múltiplo a Partir de Outubro

26/05/2017

O Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, participou, no dia 26 de maio, na cerimónia de lançamento da primeira pedra da Unidade Regional de Lisboa do Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH) situada no Parque de Saúde Pulido Valente.

A abertura da unidade Regional de Reprocessamento de Dispositivos Médicos de Uso Múltiplo está prevista para outubro de 2017. Pretende-se criar uma unidade funcional de apoio clínico, dotada de autonomia técnica e de recursos materiais e humanos próprios, de forma a realizar, centralizadamente, para vários hospitais da região de Lisboa, todas as fases inerentes ao ciclo que constitui o reprocessamento dos dispositivos médicos de uso múltiplo (recolha, transporte, receção e triagem, lavagem e descontaminação, secagem, inspeção montagem e lubrificação, preparação, embalagem, esterilização, armazenamento e distribuição).

Com um investimento estimado de 3.300.000,00€ (três milhões e trezentos mil euros) e uma área total de cerca de 3.000 m2, a central do Sech (Serviço de Esterilização Comum dos Hospitais) criará cerca de 40 postos de trabalho, estará apetrechada com equipamentos de topo e com a mais recente tecnologia, visando processar Dispositivos Médicos seguros e adequados à utilização prevista e garantir a satisfação dos utilizadores através da prestação de um serviço de qualidade.

O SUCH no âmbito da sua missão de desenvolvimento de atividades de apoio e suporte aos seus associados prevê o projeto de  construção e gestão de unidades centralizadas de reprocessamento de dispositivos médicos de uso múltiplo, no cumprimento de todos os requisitos legais e outros normativos associados, por forma a garantir com qualidade e segurança, as necessidades das unidades hospitalares de Portugal neste domínio.

Como vantagens de uma unidade centralizada, destacam-se as seguintes:

  • Recursos humanos formados e dedicados a esta atividade
  • Equipamentos apropriados e validados
  • Redução de custos
  • Maior rentabilização dos recursos humanos e equipamentos
  • Controlo centralizado dos processos
  • Rastreabilidade do produto e do processo
  • Gestão dedicada
  • Controlo da durabilidade dos DM
  • Diminuição dos gastos excessivos
  • Normalização dos procedimentos
  • Obtenção das certificações aplicáveis à atividade (ISO 13485)
  • Contribuição para a prevenção e controlo das IACS
  • Libertação dos profissionais de saúde para a atividade clínica.

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Cuidados Continuados no Norte: ARS Norte com 16 camas para jovens na área da Saúde Mental

25/05/2017

A Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-Norte) conta com mais 16 camas na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados para a infância e adolescência, na área da Saúde Mental.

Dando cumprimento a mais um dos compromissos assumidos pelo Governo junto dos portugueses, a ARS Norte, assinou com a Associação Recovery, IPSS, os contratos que visam a entrada em funcionamento de seis camas de Residência de Treino e Autonomia e dez camas de Unidade Sócio Ocupacional, ambas destinadas aos jovens com patologias associadas à Saúde Mental, referiu a ARS-Norte, em comunicado.

Este serviço tem um custo de 190 mil euros para este ano, valor assumido pelo Estado português (Ministérios da Saúde e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social).

Este investimento, associado ao até aqui já existente (cerca de 44.000.000,00 anual), vem permitir uma cobertura, na Região Norte, de 2.490 camas, distribuídas pelas seguintes tipologias:

  • 157 Camas de Convalescença
  • 737 Camas de Média Duração e Manutenção
  • 1.534 Camas de Longa Duração de Manutenção
  • 26 Camas de Cuidados Paliativos (Adultos)
  • 20 Camas de Cuidados Pediátricos Integrados
  • 16 Camas Saúde Mental (Infantil e Adolescência)

Além dos lugares de internamento, a ARS Norte disponibiliza 1.673 lugares, com uma taxa de ocupação de 69%, de resposta domiciliária – Equipas de Cuidados Continuados Integrados – distribuídas pelos diferentes Agrupamentos de Centros de Saúde da região Norte.

A cerimónia de assinatura em apreço teve lugar no dia 23 de maio, nos Serviços da Sede da ARS Norte e, para além de outras Entidades, locais e regionais, contou com a presença do Coordenador Nacional para a Reforma dos Cuidados Continuados Integrados, Manuel Lopes.

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Administração Regional de Saúde do Norte – Notícias

Mais de 12 mil com testamento vital

Número de testamentos vitais continua a crescer no SNS

O número de Testamentos Vitais (TV) continua a crescer, ultrapassando os 12 mil. No primeiro trimestre de 2017, período em que a campanha de comunicação levada a cabo pela SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE foi mais intensa, registou-se o maior crescimento desde a sua entrada em vigor, em julho de 2014. Mas os números registados entre finais de março e o dia 22 de maio continuam a revelar uma evolução positiva bastante expressiva. Dos 12.019 testamentos registados até dia 22 de maio, 7784 foram feitos por mulheres e 4235 por homens.

Com instrumentos que, desde março, permitem realizar a monitorização diária do número de testamentos vitais, criados e registados, bem como os acessos feitos, quer por utentes, quer por profissionais, a SPMS tem contribuído para tornar transparente a informação relativa a um direito do cidadão, que não sendo obrigatório, possibilita a escolha individual e a tomada de decisão.

A título de exemplo, no passado dia 16 de maio foram criados 47 TV, consultados por 17 utentes e 2 profissionais, enquanto que no dia 09 tinham sido criados 103, consultados por 3 profissionais e 12 utentes. O utente acede ao seu TV através da Área do Cidadão do Portal SNS, por sua vez o médico, numa situação de urgência ou de tratamento específico, consulta os dados do utente pela Plataforma de Dados de Saúde. Na área da Transparência do Portal do SNS é disponibilizado um conjunto de indicadores sobre a aplicação Registo de Testamentos Vitais.

Sendo um direito de todo o cidadão, maior de idade, o Testamento Vital permite a manifestação da vontade e os cuidados que o cidadão quer, ou não, receber, numa situação clínica de incapacidade, quando não tem autonomia para expressar a sua vontade. Possibilita, igualmente, a nomeação de um Procurador de Cuidados de Saúde (PCS).

Para o testamento vital ficar ativo, o cidadão deve preencher o formulário da Diretiva Antecipada da Vontade (DAV), disponível na Área do Cidadão do Portal do SNS. Depois, a DAV deverá ser entregue na sede do Agrupamento de Centros de Saúde da residência do cidadão, ou num Balcão RENTEV.

Com o objetivo de informar sobre as vantagens de criar e registar o Testamento Vital, a SPMS vai continuar a apostar na estratégia de comunicação multicanal que tem desenvolvido.

O testamento vital é um direito de todos nós. Não é obrigatório, mas o seu uso é fundamental. Não deixe que os outros decidam por si!

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Testamento Vital

Projeto Abem: Rede Solidária do Medicamento

Sob o mote “A união é a força da mudança”, no dia 25 de maio celebra-se o primeiro aniversário do Programa abem. Trata-se de um projeto pioneiro lançado pela Associação Dignitude, com o objetivo de permitir a todos os portugueses em situação de carência o acesso aos medicamentos de que precisam, de forma digna.

O programa apoia hoje 920 famílias, o que se traduz em 2.113 beneficiários. Quinhentas e treze, ou um quarto deste universo, são crianças.

A cerimónia de descerramento da placa comemorativa do Dia abem conta com as presenças dos Ministros da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José António Vieira da Silva e do Bispo de Setúbal, D. José Ornelas, pelas 17h30, no Centro de Corroios.

O Programa abem – Rede Solidária do Medicamento – é um projeto pioneiro, ainda em fase-piloto, lançado pela Associação Dignitude. Tem como objetivo permitir o acesso, de forma digna, aos medicamentos prescritos a quem não tem capacidade financeira para os adquirir, cobrindo, no receituário, o valor não comparticipado pelo Estado.

O abem assenta numa rede de parcerias que assegura o circuito solidário do medicamento. Qualquer pessoa em situação de carência pode ser referenciada ao programa pelas entidades locais, que vão desde juntas de freguesia e câmaras municipais, a IPSS e outras instituições da área social.

Há um ano, a 25 de maio, foi dispensado o primeiro medicamento ao abrigo do programa. Desde então, as farmácias já dispensaram 19.179 embalagens de medicamentos.

Até ao final de 2017, o programa pretende estar presente em todos os distritos do país e regiões autónomas, e alcançar 5.000 beneficiários, que se espera venham a ser, em 2018, 25.000, e 50 mil até ao final do ano seguinte.

Mais sobre o Programa abem

O abem é o primeiro programa solidário da Associação Dignitude, uma instituição particular de solidariedade social, que nasce da parceria entre o setor social – Cáritas Portuguesa e Plataforma Saúde em Diálogo e o setor da saúde – Associação Nacional das Farmácias e Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica.

Tem por missão desenvolver programas solidários de grande impacto social que melhorem a qualidade de vida e o bem-estar dos portugueses.

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Associação Dignitude > Programa Abem

Estudo The Lancet: Portugal melhora indicadores de qualidade e acesso – DGS

Portugal melhora nos indicadores de qualidade e acesso

Portugal ficou classificado em 31º lugar entre 195 países em relação ao acesso e à qualidade dos serviços de saúde – Índice de Acesso e qualidade dos serviços de saúde (Healthcare Access and Quality Index), no ano de 2015, de acordo com um estudo publicado no dia 18 de maio pela Revista Lancet. Portugal tem uma classificação idêntica a países como o Reino Unido, Chipre, Malta e Qatar. No topo da tabela encontram-se Andorra, Islândia, Suíça, Suécia, Noruega, Austrália, Finlândia, Espanha e Holanda. O nosso país apresenta um indicador superior à média dos países de maior rendimento (onde está incluído).

Portugal regista um desempenho muito bom na área das doenças transmissíveis com exceção da tuberculose e infeções respiratórias baixas (pneumonias), bem como nas doenças do foro cardíovascular. Este índice avalia a carga de doença, isto é o peso das diferentes patologias que a população apresenta. De 1990 a 2015 Portugal melhorou o índice de um valor de 67% para 85% (+ 25,7 pp).

Este estudo teve a colaboração da Direção-Geral da Saúde.

Para mais informações consultar estudo