Concurso para 9 Assistentes Técnicos do Hospital de Évora: Entrevistas

Hospital do Espírito Santo E.P.E

Saíram as datas e horas das Entrevistas, relativas ao Concurso para 9 Assistentes Técnicos para o  Hospital de Évora.

Entrevistas

Todas as questões deverão ser dirigidas ao Hospital de Évora.

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Tag Concurso para 9 Assistentes Técnicos do Hospital de Évora

Aberto Concurso de Enfermeiros – CH Setúbal

Saiu hoje, 02/03/2016, no jornal Público, edição em papel, o Aviso de Abertura de um concurso de Enfermeiros no Centro Hospitalar de Setúbal que abaixo se transcreve:

« Processo de selecção com vista à constituição de reserva de recrutamento
– Pessoal de Enfermagem (M/F)

Faz-se público que se encontra aberto procedimento concursal no Centro Hospitalar de Setúbal, EPE, para a constituição de uma Bolsa de Recrutamento de Enfermeiros (M/F), com vista a futuras contratações, ao abrigo do código do trabalho, para desempenhar funções inerentes ao conteúdo funcional da categoria de enfermeiro, nesta instituição.

Regime de Trabalho: 40 horas semanais em regime de turnos

Remuneração mensal ilíquida: 1201,48 euros

Prazo de Candidatura: três (3) dias uteis, a contar do dia seguinte ao da publicação do presente aviso

Formalização das Candidaturas: As candidaturas deverão ser formalizadas pessoalmente no Serviço de Expediente do CHS, no horário de funcionamento ou enviadas por correio registado (contando neste caso a data de registo dos CTT), para o endereço: Centro Hospitalar de Setúbal, EPE – Serviço de Expediente – Rua Camilo Castelo Branco, Apartado 140, 2910 – 446 Setúbal.

Nas candidaturas devem constar, obrigatoriamente, os seguintes documentos:
•    Formulário de candidatura (em anexo e disponibilizado no Site do CHS);
•    Curriculum Vitae em “modelo europeu”, datado e assinado, com o máximo de 5 páginas (devem constar, em anexo, cópias dos documentos mencionados no curriculum. Os anexos não entram na contabilização do número de páginas);
•    Fotocópia legível do documento de identificação (Bilhete de Identidade ou Cartão do Cidadão);
•    Fotocópia legível, face e verso, da Cédula Profissional da Ordem dos Enfermeiros, com a vinheta do ano 2016;
•    Fotocópia do documento comprovativo do Curso de Licenciatura em Enfermagem, constando a classificação final.

Critérios de Exclusão: Serão excluídos os candidatos que não comprovem a posse de título com cédula válida, bem como não apresentem todos os documentos supracitados; não cumpram os prazos estabelecidos; prestem falsas declarações. As candidaturas espontâneas e as enviadas por e-mail não serão consideradas.

Método de Seleção: Avaliação curricular, com base nos seguintes critérios Curso de Licenciatura em Enfermagem (CLE); Experiência Profissional em Enfermagem (EPE) e Atividade Formativa no âmbito de Enfermagem (AF), conforme fórmula estabelecida em ata.

Constituição do Júri:
Presidente do Júri – Enf. Especialista Isabel Maria Melgueira Batista Ramos da Silva Martins
1º Vogal Efetivo – Enf. Especialista Idália Carminda Simão Valério
2º Vogal Efetivo – Enf. Especialista Susana Isabel Dias Ribeiro

1º Vogal Suplente – Enf. Especialista Maria Teresa Lopes dos Anjos Machado
2º Vogal Suplente – Enf. Especialista Ana Paula Poulson Scala Santos

Prazo de validade da Bolsa de Recrutamento: 1 ano, a contar da data de homologação da lista classificativa final.

O Presidente do Conselho de Administração
Alfredo Lacerda Cabral

Veja e descarregue aqui o Formulário de Candidatura

O prazo termina a 07/03/2016, segunda-feira.


Todas as questões deverão ser colocadas ao Centro Hospitalar de Setúbal.

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Resultados da 7ª Edição Vacinómetro Época Gripal 2015/2016

Mais de 63 por cento dos idosos vacinaram-se contra a gripe
Relatório “Vacinómetro” revela que mais de 63 por cento dos idosos vacinaram-se contra a gripe na época gripal 2015/16.

O “Vacinómetro” para a época gripal 2015/16, relatório da autoria da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) e da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, com o apoio de uma farmacêutica, divulgado no dia 2 de março, revela que mais de 63 por cento dos portugueses com 65 ou mais anos foram vacinados contra a gripe neste inverno.

A 7.ª edição do documento estima também que foram vacinados 30 por cento das pessoas com doenças crónicas e mais de metade (55,7 por cento) dos profissionais de saúde com contacto direto com os doentes. Cerca de 34% dos portugueses com idades compreendidas entre os 60 e os 64 anos também foram vacinados. O documento calcula ainda que sete por cento das pessoas pertencentes aos grupos prioritários para vacinação foram vacinadas pela primeira vez.

De acordo com o relatório, foram vacinadas mais de 1,5 milhões de pessoas com mais de 60 anos, um número semelhante ao registado no ano passado. Os dados, no conjunto, indicam que quase metade da população estudada (49,4%) foi vacinada, com uma percentagem quase idêntica de homens e mulheres (ligeiro aumento de homens).

O “Vacinómetro” permite “monitorizar, em tempo real, a taxa de cobertura da vacinação contra a gripe em grupos prioritários recomendados pela Direção-Geral da Saúde”: pessoas com idades entre os 60 e os 64 anos, com 65 e mais anos, portadores de doenças crónicas e trabalhadores em instituições de saúde.

Os dados agora anunciados resultam de questionários telefónicos ao universo dos grupos prioritários (1.500 pessoas no total), que no ano passado indicaram uma muito maior adesão à vacina dos doentes crónicos (55,3% contra os 30% deste ano) mas uma menor adesão dos profissionais de saúde (51,7 no ano passado contra os 55,7 deste ano).

A meta estabelecida pela Organização Mundial de Saúde é a vacinação de 75% das pessoas com 65 e mais anos em 2020.

Resultados da 7ª Edição Vacinómetro época gripal 2015/2016

3ª Vaga

 Até ao momento, estima-se que tenham sido vacinados contra a gripe sazonal:

•   63% dos portugueses com 65 ou mais anos

•   28% dos indivíduos portadores de doenças crónicas

•   51% dos profissionais de saúde com contato direto com doentes

•   30% com idades compreendidas entre os 60 e os 64 anos

Até ao momento, estima-se que tenham sido vacinados pela primeira vez:

•   7% dos indivíduos pertencentes aos grupos prioritários para a vacinação

Até ao momento, estima-se que tenham intenção de se vacinar:

•   17% dos indivíduos pertencentes aos grupos prioritários para a vacinação

•   22% dos indivíduos com 65 ou mais anos

Pelo 7º ano consecutivo a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) e a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), com o apoio da Sanofi Pasteur MSD (SPMSD), apresentam os resultados da terceira vaga do Vacinómetro®.

Lançado em 2009, o Vacinómetro® permite monitorizar em tempo real, a taxa de cobertura da vacinação contra a gripe em grupos prioritários recomendados pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

A iniciativa conjunta da SPP, da APMGF e SPMSD, vai decorrer durante 5 meses. Os próximos resultados serão divulgados nas seguintes datas:

•   Março 2016 (resultados finais)

 Sobre o Vacinómetro

Objetivo – Monitorizar a cobertura vacinal contra o vírus da gripe na época gripal de 2015/2016, junto de quatro grupos de indivíduos pertencentes ao grupo recomendado e a grupos de vacinação prioritária, indicados pela DGS: (grupo 1) indivíduos com idades compreendidas entre os 60 e os 64 anos; (grupo 2) indivíduos com 65 ou mais anos; (grupo 3) indivíduos portadores de doenças crónicas; (grupo 4) indivíduos trabalhadores em instituições de saúde.

Metodologia – Questionários de aplicação telefónica, através do sistema CATI.

Universo – População portuguesa residente em território continental, com idade compreendida entre os 60 e os 64 anos, ou com idade igual ou superior a 65 anos, ou portadora de doenças crónicas, ou trabalhadora em instituições de saúde, de ambos os géneros e telefone fixo ou móvel.

Amostra:À amostra em causa está associada uma margem  de erro de 2,5% para um IC de 95% no total da amostra (n=1509), uma margem de erro de 5,6% para um IC de 95% dentro de cada Target (Doentes Crónicos, Profissões de Risco e 60-64 anos) (n=301, n=301 e n=301 respetivamente) e uma margem de erro de 4,0% para um IC de 95% dentro do Target >65 anos (n=601).

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Norma DGS: Cheque-Dentista Alargado aos Jovens de 18 Anos

A população-alvo são jovens de 18 anos que, no âmbito do PNPSO aos 15 anos completos, utilizaram cheque-dentista ou documento de referenciação para higiene oral.

« (…) A partir de 1 de março de 2016, os jovens da coorte dos 18 anos que tenham sido beneficiários do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO) e concluído o plano de tratamentos aos 16 anos de idade beneficiam da atribuição de um cheque-dentista. Este cheque-dentista adicional concretiza o alargamento do Programa e é, para cada jovem, o encerramento do ciclo de intervenção no âmbito do processo de referenciação de crianças e jovens para medicina dentária ou higiene oral. (…)»

Norma nº 003/2016 DGS de 01/03/2016
Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral

Estratégia Integrada para as Doenças Raras 2015-2020 – Plano de Operacionalização – DGS

A Comissão interministerial criada para implementar a Estratégia Integrada para as Doenças Raras 2015-2020 , baseada numa cooperação intersectorial e interinstitucional, visa reunir os contributos, competências e recursos de todos os sectores relevantes, de forma a promover, de forma progressiva, uma mudança real nas condições complexas das pessoas que sofrem de doença rara, melhorando o acesso e a qualidade dos cuidados de saúde, as condições de tratamento, com base nas evidências que a ciência vem produzindo e diversificando as respostas sociais adaptadas a cada caso.

Durante a elaboração do Plano Anual-2016 para operacionalização das prioridades consignadas na Estratégia Integrada para as Doenças Raras 2015-2020, foram convidados a participar os seguintes parceiros: Ordens Profissionais da área da Saúde; Associações que representam doentes com doenças rara; Associação Nacional dos Municípios Portugueses; Associação Nacional de Freguesias e os parceiros do Sector Social.

Consulte o Plano de operacionalização das prioridades consignadas na Estratégia Integrada para as Doenças Raras 2015-2020.

Artigo: Burkholderia Pseudomallei – Primeiro Caso de Melioidose em Portugal – INSA

 O primeiro caso português de melioidose resulta de uma importação da Tailândia, indica um estudo do Instituto Ricardo Jorge, que utilizou a metodologia de Sequenciação Total do Genoma para chegar a esta conclusão. “O historial de viagem em conjunto com os dados obtidos por Sequenciação Total do Genoma da estirpe isolada, sugerem claramente que este primeiro caso português de melioidose resulta de uma importação da Tailândia”, refere o artigo publicado no Boletim Epidemiológico Observações.

“Considerando que os sintomas desta doença não são patognomónicos (podendo o quadro clínico ser confundido com outras situações, como a tuberculose), este caso vem reforçar a necessidade de se incluir a melioidose no diagnóstico diferencial de quadros infeciosos em viajantes regressados de zonas endémicas”, acrescentam os autores deste trabalho.

Burkholderia pseudomallei é uma bactéria de Gram negativo que pode ser naturalmente encontrada no solo e em águas estagnadas. Tem sido classificada como agente de bioterrorismo devido ao elevado risco de aerolização, à sua baixa dose infeciosa e à elevada taxa de mortalidade.

B. pseudomallei é o agente responsável pela melioidose, uma grave infeção adquirida por ingestão, inalação ou inoculação, sendo caracterizada por diversas manifestações clínicas, incluindo pneumonia e sépsis. É uma doença endémica no sudoeste asiático, norte da Austrália e outras regiões tropicais.

Para consultar o artigo de Ana Pelerito, Alexandra Nunes, Susana Coelho, Cátia Piedade, Paulo Paixão, Rita Cordeiro, Daniel Sampaio, Luís Vieira, João Paulo Gomes e Sofia Núncio, clique aqui.

Relatório OMS: “Childhood hearing loss: act now, here’s how” – Dia Mundial da Audição – 3 de março

Dia Mundial da Audição – 3 de março

Dia Mundial da Audição - 3 de março

Perto de 32 milhões de crianças em todo o mundo correm o risco de perder a audição. Para assinalar o Dia Mundial da Audição, que se comemora a 3 de março, a Organização Mundial da Saúde publicou um novo relatório intitulado “Childhood hearing loss: act now, here’s how” onde sugere que 60% desta perda de audição poderia ser evitada através da prevenção.

Este relatório sublinha também a necessidade de se detetar o problema precocemente, a fim de o inverter a tempo.

Para mais informação consulte o relatório da OMS.