- Despacho n.º 2331/2017 – Diário da República n.º 55/2017, Série II de 2017-03-17
Saúde – Administração Regional de Saúde do Alentejo, I. P.
Consolidação de mobilidade interna da enfermeira, Marta Sofia Salvador Perico Piteira Félix - Despacho n.º 2280/2017 – Diário da República n.º 54/2017, Série II de 2017-03-16
Defesa Nacional – Marinha – Gabinete do Chefe do Estado-Maior da Armada
Promove por escolha ao posto de sargento-ajudante da classe de enfermeiros o primeiro-sargento Nuno Sérgio Guerreiro Veiga - Deliberação n.º 183/2017 – Diário da República n.º 52/2017, Série II de 2017-03-14
Tempo parcial de 24 horas semanais, enfermeira, Marina Martins Sanches
- Deliberação n.º 184/2017 – Diário da República n.º 52/2017, Série II de 2017-03-14
Tempo parcial de 24 horas semanais, enfermeira, Cláudia de Fátima Teixeira Rossas
- Deliberação n.º 185/2017 – Diário da República n.º 52/2017, Série II de 2017-03-14
Tempo parcial da enfermeira Carla Maria Godinho Gomes Silva Correia
- Despacho n.º 2167/2017 – Diário da República n.º 52/2017, Série II de 2017-03-14
Procede à consolidação definitiva da mobilidade na categoria, no mapa de pessoal desta Secretaria-Geral, do assistente operacional Miguel da Cunha Albuquerque
- Despacho n.º 2168/2017 – Diário da República n.º 52/2017, Série II de 2017-03-14
Procede à consolidação definitiva da mobilidade na categoria, no mapa de pessoal desta Secretaria-Geral, da assistente técnica Dora Isabel Martins Silvestre
- Aviso n.º 2602/2017 – Diário da República n.º 52/2017, Série II de 2017-03-14
Consolidação definitiva da mobilidade na categoria da técnica superior Leonor Brotas Carrondo, no mapa de pessoal do INEM, I. P.
- Aviso n.º 2603/2017 – Diário da República n.º 52/2017, Série II de 2017-03-14
Conclusão com sucesso do período experimental de João Paulo Cleto Reis na carreira/categoria de Técnico Superior do INEM, I. P.
- Despacho n.º 2125/2017 – Diário da República n.º 51/2017, Série II de 2017-03-13
Instituto Politécnico de Viseu
Delegação da presidência do júri das provas para atribuição do título de especialista na área de Enfermagem, requeridas pelo Prof. Doutor Daniel Marques da Silva - Despacho (extrato) n.º 2126/2017 – Diário da República n.º 51/2017, Série II de 2017-03-13
Instituto Politécnico de Viseu
Delegação da presidência do júri das provas para atribuição do título de especialista na área de Enfermagem, requerida pela Prof. Doutora Ernestina Maria Veríssimo Batoca Silva - Despacho (extrato) n.º 2127/2017 – Diário da República n.º 51/2017, Série II de 2017-03-13
Instituto Politécnico de Viseu
Delegação da presidência do júri das provas para atribuição do título de especialista na área de Enfermagem, requerida pela Prof.ª Doutora Manuela Maria da Conceição Ferreira - Despacho (extrato) n.º 2288/2017 – Diário da República n.º 54/2017, Série II de 2017-03-16
Saúde – Administração Regional de Saúde do Algarve, I. P.
Autorizada a denúncia do contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, com efeitos a 1 de março de 2017, a pedido da profissional Ana Sofia Martins Ricardo - Louvor (extrato) n.º 115/2017 – Diário da República n.º 54/2017, Série II de 2017-03-16
Saúde – Administração Regional de Saúde do Algarve, I. P.
Louvor à assistente técnica Célia Maria Viegas Batista Bartolomeu - Aviso n.º 2744/2017 – Diário da República n.º 54/2017, Série II de 2017-03-16
Saúde – Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I. P.
Conclusão com sucesso do período experimental de trabalhador da carreira e categoria de assistente operacional - Aviso n.º 2745/2017 – Diário da República n.º 54/2017, Série II de 2017-03-16
Saúde – Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I. P.
Consolidação definitiva da mobilidade na categoria do assistente operacional Manuel dos Santos Ferreira - Aviso n.º 2746/2017 – Diário da República n.º 54/2017, Série II de 2017-03-16
Saúde – Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I. P.
Consolidação da cedência de interesse público, na categoria, do técnico especialista de análises clínicas e de saúde pública Pedro Franco de Paiva Mendonça - Despacho (extrato) n.º 2308/2017 – Diário da República n.º 54/2017, Série II de 2017-03-16
Universidade Nova de Lisboa – Instituto de Higiene e Medicina Tropical
Renovação CTFP a termo resolutivo certo, sem remuneração - Despacho (extrato) n.º 2309/2017 – Diário da República n.º 54/2017, Série II de 2017-03-16
Universidade Nova de Lisboa – Instituto de Higiene e Medicina Tropical
Renovação do contrato - Aviso n.º 2834/2017 – Diário da República n.º 55/2017, Série II de 2017-03-17
Saúde – Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I. P.
Conclusão com sucesso do período experimental de várias trabalhadoras da carreira e categoria de assistente operacional - Contrato (extrato) n.º 124/2017 – Diário da República n.º 55/2017, Série II de 2017-03-17
Universidade do Algarve
Celebração de contrato de trabalho em funções públicas a termo resolutivo certo com o Mestre Fábio André Carvalho Serra, na categoria de assistente convidado, em regime de tempo parcial a 25 %, para a Escola Superior de Saúde - Contrato (extrato) n.º 125/2017 – Diário da República n.º 55/2017, Série II de 2017-03-17
Universidade do Algarve
Celebração de contrato de trabalho em funções públicas a termo resolutivo certo com a Doutora Ana Paula de Almeida Fontes, na categoria de professora adjunta convidada, em regime de tempo parcial a 10 %, para a Escola Superior de Saúde - Aviso n.º 2882/2017 – Diário da República n.º 55/2017, Série II de 2017-03-17
Município de Viana do Castelo
Nota curricular de António José Cruz, para o exercício do cargo de Comandante de Bombeiros Municipais de Viana do Castelo
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Criado grupo de trabalho com o objetivo de consolidar e validar as tarefas já realizadas para promoção da reabilitação do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde
- Despacho n.º 2032-A/2017 – Diário da República n.º 49/2017, 1º Suplemento, Série II de 2017-03-09
Saúde – Gabinete do Secretário de Estado da Saúde
Cria e determina a composição de um grupo de trabalho com o objetivo de consolidar e validar as tarefas já realizadas para promoção da reabilitação do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde
«Despacho n.º 2032-A/2017
O Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde, E. P. E. (CHPVVC), carece de intervenção no sentido da reabilitação e melhoramento das suas instalações, projeto que visa reforçar o Serviço Nacional de Saúde, através da modernização e reforma dos seus equipamentos e que reveste claro interesse público.
No entanto este projeto carece, ainda, da consolidação de todo o conhecimento e informação recolhida até ao momento, designadamente quanto ao seu desenvolvimento, aos custos estimados, modo de financiamento e integração na rede de cuidados existente na região.
Nesta conformidade, determino:
1 – É constituído um Grupo de Trabalho com o objetivo de consolidar e validar as tarefas já realizadas para promoção da reabilitação do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde, E. P. E. (CHPVVC).
2 – O Grupo de Trabalho é constituído por representantes das seguintes entidades:
a) Dois elementos da Administração Central do Sistema de Saúde, I. P.;
b) Dois elementos da Administração Regional de Saúde do Norte, I. P.;
c) Dois elementos do CHPVVC.
3 – O estudo a realizar deve incluir a dimensão do projeto, identificação dos benefícios a obter na prestação de cuidados de saúde aos utentes do Centro, custos estimados, potenciais melhorias na gestão de recursos, redução de custos a obter e modelo de financiamento mais adequado.
4 – O referido estudo deve, ainda, incluir um cronograma de implementação do projeto, prevendo o seu início em 2017 e término em 2018.
5 – O Grupo de Trabalho deve apresentar, até ao dia 15 de abril de 2017, o respetivo relatório final, a fim de habilitar a uma decisão política sobre a matéria em apreço.
7 de março de 2017. – O Secretário de Estado da Saúde, Manuel Martins dos Santos Delgado.»
Informação do Portal SNS:

Ministério da Saúde cria grupo para estudar intervenção no CHPVVC
Foi publicado, no dia 9 de março, um despacho que cria e determina a composição de um grupo de trabalho, com o objetivo de consolidar e validar as tarefas já realizadas para promoção da reabilitação do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde (CHPVVC).
De acordo com o diploma, é necessária uma intervenção que possibilite a reabilitação e melhoramento das instalações, reforçando, deste modo, o Serviço Nacional de Saúde, através da modernização e reforma dos seus equipamentos.
O grupo de trabalho é constituído por dois elementos da Administração Central do Sistema de Saúde, dois membros da Administração Regional de Saúde do Norte e outros dois do CHPVVC. O estudo a realizar deve incluir a dimensão do projeto, identificação dos benefícios a obter na prestação de cuidados de saúde aos utentes do Centro, custos estimados, potenciais melhorias na gestão de recursos, redução de custos a obter e modelo de financiamento mais adequado.
O relatório final deverá ser apresentado até dia 15 de abril de 2017, para que seja tomada uma decisão política sobre a matéria em apreço.
Para saber mais, consulte:
Despacho n.º 2032-A/2017 –Diário da República n.º 49/2017, 1.º Suplemento, Série II de 2017-03-09
Saúde – Gabinete do Secretário de Estado da Saúde
Cria e determina a composição de um grupo de trabalho com o objetivo de consolidar e validar as tarefas já realizadas para promoção da reabilitação do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde
Artigo: A importância das leguminosas na alimentação, nutrição e promoção da saúde – INSA
21-02-2017
O Departamento de Alimentação e Nutrição do Instituto Ricardo Jorge avaliou a contribuição de diferentes tipos de leguminosas para suprir as recomendações nutricionais. Resultados mostram, por exemplo, que o consumo de 100 gramas de feijão manteiga, preto ou de ervilhas suprem mais de 30% da recomendação de ingestão diária em fibra.
Este trabalho indica também que mesma quantidade destas leguminosas garante 19% da ingestão proteica e no caso da soja 30% da ingestão em zinco, magnésio e fósforo. Os autores do estudo sublinham, ainda, que por serem isentas de glúten as leguminosas podem constituir, para os doentes celíacos, excelentes alternativas alimentares, nomeadamente na substituição de farinhas em produtos de panificação.
Estudos epidemiológicos comprovaram que o consumo de leguminosas pode diminuir em 22% o risco de doença coronária por diminuição dos fatores de risco, por melhoria do perfil lipídico, diminuição da pressão arterial, da atividade plaquetária e da inflamação. Pelas suas caraterísticas demostram possuir um importante papel, nomeadamente, na prevenção de diversas doenças crónicas como a diabetes mellitus, na doença celíaca e na redução do risco de obesidade e doença cardiovascular.
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2016, o Ano Internacional das Leguminosas sob o lema “Sementes nutritivas para um futuro sustentável”, com o propósito de elevar a consciência das comunidades sobre a importância do papel destes alimentos, em diversas áreas entre elas a saúde e a nutrição. As leguminosas são por definição grãos contidos em vagens, dividindo-se em leguminosas secas, que incluem o feijão, grão, soja e lentilhas e as leguminosas frescas, como as ervilhas e as favas.
Em Portugal, o consumo ainda é bastante baixo quando comparado, por exemplo, com cereais como o arroz e trigo. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2014 Portugal apresentou um consumo de 4 kg por habitante, destes cerca de 3 kg correspondem ao consumo de feijão.
“A importância das leguminosas na alimentação, nutrição e promoção da saúde” foi publicado na última edição do Boletim Epidemiológico Observações, que foi dedicado em exclusivo à Alimentação e Nutrição, em particular às áreas da Promoção de uma Alimentação saudável e da Segurança alimentar. Para consultar o artigo de Carla Motta, Cristina Bento, Ana C. Nascimento e Mariana Santos, clique aqui.
Informação do Portal SNS:

Estudo avalia a importância das leguminosas na alimentação
O Departamento de Alimentação e Nutrição do Instituto Ricardo Jorge avaliou a contribuição de diferentes tipos de leguminosas para suprir as recomendações nutricionais.
Resultados mostram, por exemplo, que o consumo de 100 gramas de feijão manteiga, feijão preto ou de ervilhas suprem mais de 30% da recomendação de ingestão diária em fibra. Este trabalho indica também que a mesma quantidade destas leguminosas garante 19% da ingestão proteica e no caso da soja 30% da ingestão em zinco, magnésio e fósforo.
Os autores do estudo sublinham, ainda, que, por serem isentas de glúten, as leguminosas podem constituir, para os doentes celíacos, excelentes alternativas alimentares, nomeadamente na substituição de farinhas em produtos de panificação.
Estudos epidemiológicos comprovaram que o consumo de leguminosas pode diminuir em 22% o risco de doença coronária por diminuição dos fatores de risco, por melhoria do perfil lipídico, diminuição da pressão arterial, da atividade plaquetária e da inflamação.
Pelas suas características, demostram possuir um importante papel, nomeadamente, na prevenção de diversas doenças crónicas, como a diabetes mellitus, na doença celíaca e na redução do risco de obesidade e doença cardiovascular.
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2016 como o Ano Internacional das Leguminosas, sob o lema “Sementes nutritivas para um futuro sustentável”, com o propósito de elevar a consciência das comunidades sobre a importância do papel destes alimentos, em diversas áreas, entre elas a saúde e a nutrição.
As leguminosas são por definição grãos contidos em vagens, dividindo-se em leguminosas secas, que incluem o feijão, grão, soja e lentilhas, e as leguminosas frescas, como as ervilhas e as favas.
Em Portugal, o consumo ainda é bastante baixo quando comparado, por exemplo, com cereais como o arroz e trigo. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2014, Portugal apresentou um consumo de 4 kg por habitante, sendo que destes cerca de 3 kg correspondem ao consumo de feijão.
“A importância das leguminosas na alimentação, nutrição e promoção da saúde” foi publicado na última edição do Boletim Epidemiológico Observações, que foi dedicado em exclusivo à alimentação e nutrição, em particular às áreas da promoção de uma alimentação saudável e da segurança alimentar.
Estes dados são apresentados no artigo “Quantificação de iodo em alimentos consumidos em Portugal: resultados preliminares”, realizado por Carla Motta, Cristina Bento, Ana C. Nascimento e Mariana Santos, publicado na última edição do Boletim Epidemiológico Observações.
Para saber mais, consulte:
Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge > Artigo
Médicos: Autorização de Exercício a Aposentados, Promoções AGS e Delegado de Saúde ARS Norte de 10 a 17/02/2017
- Despacho (extrato) n.º 1407/2017 – Diário da República n.º 30/2017, Série II de 2017-02-10
Luís Filipe Caeiro Guitana foi integrado na categoria de assistente graduado da carreira especial médica, na área de estomatologia, resultante da obtenção do grau de consultor, Agrupamento de Centros de Saúde de Loures Odivelas
- Despacho n.º 1491/2017 – Diário da República n.º 32/2017, Série II de 2017-02-14
Autoriza o exercício de funções médicas, a tempo parcial, pelo aposentado Óscar Francisco de Santana Lopes no Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto
- Despacho n.º 1492/2017 – Diário da República n.º 32/2017, Série II de 2017-02-14
Autoriza o exercício de funções médicas, a tempo parcial, pela aposentada Maria Salomé Gonçalves no Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto
- Despacho n.º 1493/2017 – Diário da República n.º 32/2017, Série II de 2017-02-14
Despachos da Delegada de Saúde Regional do Norte que designam a composição de Juntas médicas
- Aviso (extrato) n.º 1854/2017 – Diário da República n.º 35/2017, Série II de 2017-02-17
Promoção para a categoria de assistente graduado sénior de medicina interna, da carreira especial médica
Quanto custa a inatividade física em Portugal?
DGS aconselha investimento na prevenção do sedentarismo
A Direção-Geral da Saúde, através do Programa Nacional de Promoção da Atividade Física, elaborou um artigo no qual divulga que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, para um país de 10 milhões de habitantes onde metade da população é fisicamente inativa, o custo anual da inatividade física é cerca de 900 milhões de euros. “A aplicar-se a Portugal seria um valor considerável, equivalente a 9% do orçamento do Ministério da Saúde para 2017”.
De acordo com o artigo, a inatividade física é um importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças, tais como a diabetes, a depressão, as doenças cérebro-cardiovasculares, oncológicas e respiratórias, e estão disponíveis desde 2016 estimativas para os seus custos a nível mundial.
O risco de mortalidade diminui à medida que aumenta o tempo de prática de atividade física. A maior parte do efeito protetor se obtém com 20-25 minutos por dia de atividade física moderada, valor próximo das recomendações da OMS para adultos: 150 minutos por semana em atividades como caminhadas em passo rápido, a prática de um desporto, aulas de dança, exercício físico no ginásio, ou corrida.
Inatividade física em Portugal – Investimento na prevenção do sedentarismo
Segundo o artigo, no qual o Diretor do Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física, Pedro Teixeira, esclarece as contas da OMS, a relativamente à prevalência da inatividade física em Portugal, dados do Eurobarómetro (2014) revelaram que 72% dos adultos portugueses “nunca” ou “raramente” fazia exercício ou desporto, e apenas 23% cumpria as recomendações da OMS. No Inquérito Nacional da Saúde de 2014, apenas 20% dos inquiridos com mais de 15 anos referia praticar exercício físico pelo menos três vezes por semana. Noutro estudo nacional, a atividade física dos portugueses foi avaliada diretamente com um aparelho eletrónico usado à cintura (acelerómetro) e apenas 21% dos adultos atingia o valor atualmente recomendado pela OMS.
De acordo com o Programa Nacional de Promoção da Atividade Física, considerando estes fatores, estima-se que, em Portugal, a inatividade física seja responsável por:
- 8% dos casos de doença das coronárias;
- 11% dos casos da diabetes do tipo II;
- 14% dos casos de cancro da mama;
- 15% de cancro colo-rectal.
Relativamente à percentagem da mortalidade atribuída à inatividade física no nosso país, está estimada em 14%. “Ou seja, se a atividade física se generalizasse a toda a população, uma em cada 7 mortes poderia ser evitada anualmente. Como eliminar a inatividade física é um cenário improvável, se o Estado português conseguir uma redução de 10% na sua prevalência – meta assumida para 2025 – poderão ser evitadas cerca de 1.500 mortes todos os anos”.
No que concerne aos custos, o Programa Nacional de Promoção da Atividade Física revela que num artigo da revista Lancet publicado em 2016, o custo total da inatividade física em Portugal foi situado entre 210 milhões e 460 milhões de euros, incluindo custos diretos e perdas de produtividade com mortalidade prematura (dados de 2013). Contudo, apenas se consideraram custos diretos relativos a 5 das 22 doenças e condições que a atividade física comprovadamente previne. E muitos custos indiretos não puderam ser estimados (ex. absentismo, custos com apoio familiar ao doente), como os próprios autores reconhecem. Mais importante, foi considerada uma prevalência de inatividade física para Portugal de 35%, um valor muito reduzido face à realidade.
Assim o Programa Nacional de Promoção da Atividade Física conclui que “a estimativa de 900 milhões de euros para o custo da inatividade em Portugal não deverá estar longe da realidade. Face ao progressivo aumento dos custos de saúde nos próximos anos, justifica-se mais do que nunca o investimento na prevenção do sedentarismo, com o esperado impacto no bem-estar individual, na prevalência das doenças não-transmissíveis, na mortalidade e na economia”.
Para saber mais, consulte:
Direção-Geral da Saúde > Quanto custa a inatividade física em Portugal?
Promoção da Atividade Física – DGS
Um terço dos adultos é fisicamente inativo e corre mais riscos
Um terço dos adultos portugueses é fisicamente inativo e não cumpre qualquer recomendação para a prática da atividade física, correndo por isso mais riscos de sofrer ou mesmo morrer de doenças como diabetes, depressão ou do foro cardiovascular.
Os dados foram revelados à agência Lusa pelo Coordenador do Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física da Direção-Geral da Saúde (DGS), Pedro Teixeira, para quem os números da prática desportiva “não são muito encorajadores”.
“Hoje em dia já temos dados de vários inquéritos realizados a nível europeu e nacional, que nos permitem dar uma ideia da prática da atividade física e de quantas pessoas são fisicamente ativas em Portugal”, afirmou, revelando que “apenas cerca de 20 por cento da população adulta cumpre com as recomendações internacionais para a prática da atividade desportiva”.
Para Pedro Teixeira, este “é um número muito baixo”. O docente na Faculdade de Motricidade Humana faz, contudo, uma destrinça: “Se considerarmos toda a atividade física que as pessoas fazem (o tempo que percorrem a caminhar durante o dia, as atividades na ocupação laboral, nos transportes ou domésticas), podemos ter um número sensivelmente mais baixo” de pessoas inativas.
“Dois terços da população poderão ser ativos, mas não suficientemente ativos. Há, depois, um outro terço de pessoas (entre 25 a 30%), que sabemos serem mesmo inativos fisicamente e que não cumprem qualquer tipo de recomendação. Uma pessoa fisicamente inativa é uma pessoa que nem faz desporto nem exercício físico regularmente e tem um padrão de vida sedentário”, referiu.
Estas pessoas “passam muito tempo sentadas: em casa, no seu tempo livre, no seu local de trabalho e nas suas deslocações diárias usam meios motorizados, que não despendem qualquer energia”.
Segundo Pedro Teixeira, as recomendações para prática da atividade física para a população adulta situam-se em 150 minutos (cerca de duas horas e meia) de atividade física moderada ou vigorosa, acumulados numa semana tipo.
Os estudos demonstram que, acima deste nível, as pessoas têm uma proteção adicional face a fatores de risco de natureza metabólica e cardiovascular.
Contudo, “apenas um quinto da população portuguesa cumpre estes critérios”.
A propósito do crescimento da área da saúde e bem-estar, que se tem traduzido no aumento de várias outras áreas, como a alimentação e a atividade física, Pedro Teixeira, diz que esta é “uma boa altura para existir um programa que capitalize esta vontade social, este fenómeno”.
“O que tentamos agora é dar alguma coordenação a todos estes processos que, por si só podem evoluir de forma individualizada, mas têm mais eficácia se for feita de forma coordenada”, adiantou.
Entre os vários sinais do crescimento desta área está o aumento da procura de serviços de vários tipos. Na faculdade onde leciona, por exemplo, Pedro Teixeira tem assistido a uma maior procura por formação pré e pós graduada na área do desporto e do exercício:
“Isso é bom, porque precisamos de técnicos cada vez mais bem preparados e existe também uma oferta com origem na atividade privada que tem permitido o acesso à prática de atividade física de uma forma mais generalizada”.
Segundo Pedro Teixeira, “as autarquias também estão atentas a este fenómeno e têm procurado dinamizar a construção de vias pedonais, cicláveis, de um ambiente que potencie a prática desportiva, com instalações no exterior”.
O Coordenador do programa da DGS recomenda algumas atitudes que, mesmo sem ser de uma forma organizada, podem promover a atividade física, como pequenas pausas no local do trabalho, optar por percursos mais longos em pequenas tarefas e as escadas em detrimento do elevador.
“Podemos ser criativos: Em muitas empresas tecnológicas é muito frequente a realização de “walking meetings” (encontros em movimento) que decorrem num parque à volta de um edifício. Nos auditórios ou salas de aula, podemos ter salas progressivamente adaptadas para que as pessoas possam deambular, estar em pé ou sentadas”.
Pedro Teixeira reconhece a importância do exemplo que chega de pessoas reconhecidas socialmente. “Muitos políticos são vistos a correr ou a fazer desporto, como por exemplo o Presidente cessante dos Estados Unidos. O passo seguinte pode ser esse de perceber que a atividade física também se faz no local de trabalho. Isso ajuda muitas vezes o cérebro a trabalhar melhor, ajuda a ter novas ideias”.
Visite:
Direção-Geral da Saúde > Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física
Médicos: Concurso Aberto, Exoneração, Reduções de Horário, Dispensas de Urgência, Contrato Celebrado e Promoção Marinha em 06/01/2016
- Decreto do Presidente da República n.º 1/2017 – Diário da República n.º 5/2017, Série I de 2017-01-06
Confirma a promoção ao posto de Contra-Almirante do Comodoro, da Classe de Médicos Navais, Nelson Octávio Castela Lourenço dos Santos
- Contrato (extrato) n.º 9/2017 – Diário da República n.º 5/2017, Série II de 2017-01-06
Celebração de contrato de trabalho em funções públicas a termo resolutivo certo com o Licenciado Eduardo Nuno Oliveira Morais da Silva, na categoria de assistente convidado, em regime de Tempo Parcial a 7,5 %, para o Departamento de Ciências Biomédicas e Medicina
- Aviso n.º 6/2017/A – Diário da República n.º 5/2017, Série II de 2017-01-06
Procedimento concursal para assistente graduado sénior de radiologia
- Despacho (extrato) n.º 432/2017 – Diário da República n.º 5/2017, Série II de 2017-01-06
Exoneração da assistente hospitalar graduada de radiologia Ana Paula Lima Petinga
- Declaração de Retificação n.º 182/2017 – Diário da República n.º 54/2017, Série II de 2017-03-16
Centro Hospitalar de Lisboa Central, E. P. E.
Declaração de retificação da data de exoneração da Dr.ª Ana Paula Lima Petinga, assistente hospitalar graduada de radiologia
- Declaração de Retificação n.º 182/2017 – Diário da República n.º 54/2017, Série II de 2017-03-16
- Despacho (extrato) n.º 433/2017 – Diário da República n.º 5/2017, Série II de 2017-01-06
Redução de uma hora semanal no horário de trabalho de 40 para 39 horas semanais da Dr.ª Isabel Maria Lourenço Azevedo Madruga, Assistente Graduada de Medicina
- Despacho (extrato) n.º 434/2017 – Diário da República n.º 5/2017, Série II de 2017-01-06
Dispensa da prestação do serviço de urgência noturna da Dr.ª Maria Isabel Pires Rosa Costa Pinto, assistente graduada de Ortopedia
- Deliberação (extrato) n.º 15/2017 – Diário da República n.º 5/2017, Série II de 2017-01-06
Autorizada a redução de uma hora no horário semanal
- Deliberação (extrato) n.º 16/2017 – Diário da República n.º 5/2017, Série II de 2017-01-06
Autorizada a dispensa de prestação de serviço de urgência noturno

