Mais de 350 mil utentes tiveram consulta hospitalar através do livre acesso – ACSS

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O livre acesso e circulação de utentes no SNS possibilitou a 357.112 utentes usufruírem de uma consulta de especialidade hospitalar fora da rede de referenciação, no período entre 1 de junho de 2016 e 22 de abril de 2018,

o equivalente a 11% do total de pedidos de consultas hospitalares com proveniência dos cuidados de saúde primários. 

O Livre Acesso e Circulação de Utentes no SNS, que assinala dois anos de funcionamento (Despacho n.º 5911-B/2016, de 3 de maio),  possibilita ao utente, em conjunto com o médico de família, optar por qualquer uma das unidades hospitalares do SNS onde exista a consulta de especialidade de que necessita. A referenciação é efetuada de acordo com o interesse do utente, segundo critérios de proximidade geográfica e considerando os tempos médios de resposta, acessíveis através do Portal do SNS.

A região de saúde que registou um maior número de pedidos de consulta fora da rede referenciação foi a de Lisboa e Vale do Tejo (16,8%) e a que contou com um mais baixo fluxo de pedidos foi a região Centro (3,6%).

As unidades hospitalares que receberam mais pedidos de fora da rede foram o Centro Hospitalar Lisboa Central, o Centro Hospitalar Lisboa Norte, o Centro Hospitalar de São João, o Centro Hospitalar do Porto e o Centro Hospitalar Lisboa Ocidental. As especialidades médicas com maior número de pedidos de consulta são Ortopedia, Oftalmologia e Dermatologia.  

Neste período, os cinco Agrupamentos de Centros de Saúde com maior número de pedidos efetuados foram os de Sintra, Amadora, Oeste Sul, Arco Ribeirinho e Gondomar.

Publicado em 6/5/2018


Inquérito sobre o Livre Acesso e Circulação de Utentes no SNS

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A ACSS realizou no passado mês de março, um inquérito telefónico de satisfação aos utentes que tiveram consulta nos cuidados de saúde primários com pedido de referenciação para primeira consulta de especialidade hospitalar.

Após a análise dos resultados, destaca-se que:

·         De uma amostra de 1.918 utentes inquiridos, 80,2% considera “Muito importante” (44,9%) ou “Importante” (35,3%) usufruir da possibilidade de escolher um hospital para a realização e consulta hospitalar.

·         Apesar de considerar o direito de escolha como muito importante, 67% dos inquiridos ainda desconhece a possibilidade de poder escolher, em conjunto com o médico de família, o hospital para a realização da consulta hospitalar. Este desconhecimento é mais evidente nas regiões de saúde do Algarve (77,1%) e do Alentejo (69,7%). Contrariamente é na região de Lisboa e Vale do Tejo em que se verifica uma maior percentagem de utentes que conhece esta possibilidade (40,6%).

·         Dos entrevistados que indicaram ter conhecimento sobre o livre acesso, 57,9% revelaram ter tido conhecimento através do médico do centro de saúde, e 19,3% indicou ter obtido informação através da comunicação social.

·         Entre os motivos apresentados que levaram o utente a escolher o hospital, salientam-se a proximidade da habitação ou de familiares (28,4%) e a recomendação do médico de família (25,3%).

·         A taxa de adesão ao inquérito foi de 92,5%.

À luz dos dados apurados no inquérito, o Ministério da Saúde está a analisar a adoção de novas medidas de comunicação e de informação junto dos utentes e profissionais de saúde sobre a utilização do LAC.

Publicado em 6/5/2018


ACSS realiza inquérito telefónico de satisfação aos utentes

A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) realizou no mês de março, um inquérito telefónico de satisfação aos utentes que tiveram consulta nos cuidados de saúde primários com pedido de referenciação para primeira consulta de especialidade hospitalar no âmbito do  sistema de Livre Escolha e Circulação de Doentes (LAC) no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Após a análise dos resultados, destaca-se que:

  • De uma amostra de 1.918 utentes inquiridos, 80,2% considera «muito importante» (44,9%) ou «importante» (35,3%) usufruir da possibilidade de escolher um hospital para a realização e consulta hospitalar.
  • Apesar de considerar o direito de escolha como muito importante, 67% dos inquiridos ainda desconhece a possibilidade de poder escolher, em conjunto com o médico de família, o hospital para a realização da consulta hospitalar. Este desconhecimento é mais evidente nas regiões de saúde do Algarve (77,1%) e do Alentejo (69,7%). Contrariamente é na região de Lisboa e Vale do Tejo em que se verifica uma maior percentagem de utentes que conhece esta possibilidade (40,6%).
  • Dos entrevistados que indicaram ter conhecimento sobre o livre acesso, 57,9% revelaram ter tido conhecimento através do médico do centro de saúde, e 19,3% indicou ter obtido informação através da comunicação social.
  • Entre os motivos apresentados que levaram o utente a escolher o hospital, salientam-se a proximidade da habitação ou de familiares (28,4%) e a recomendação do médico de família (25,3%).
  • A taxa de adesão ao inquérito foi de 92,5%.

À luz dos dados apurados no inquérito, o Ministério da Saúde está a analisar a adoção de novas medidas de comunicação e de informação junto dos utentes e profissionais de saúde sobre a utilização do LAC.

Para saber mais, consulte:

Administração Central do Sistema de Saúde > Livre escolha e circulação de doentes – Respostas rápidas


Mais de 350 mil utentes optaram por consulta através do livre acesso

O livre acesso e circulação de utentes no Serviço Nacional de Saúde (SNS) possibilitou a 357.112 utentes usufruírem de uma consulta de especialidade hospitalar fora da rede de referenciação, no período entre 1 de junho de 2016 e 22 de abril de 2018.

Este valor equivale a 11% do total de pedidos de consultas hospitalares com proveniência dos cuidados de saúde primários.

O livre acesso e circulação de utentes no SNS, que assinala dois anos de funcionamento, possibilita ao utente, em conjunto com o médico de família, optar por qualquer uma das unidades hospitalares do SNS onde exista a consulta de especialidade de que necessita. A referenciação é efetuada de acordo com o interesse do utente, segundo critérios de proximidade geográfica e considerando os tempos médios de resposta, acessíveis através do Portal do SNS.

A região de saúde que registou um maior número de pedidos de consulta fora da rede referenciação foi a de Lisboa e Vale do Tejo (16,8%) e a que contou com um mais baixo fluxo de pedidos foi a região Centro (3,6%).

As unidades hospitalares que receberam mais pedidos de fora da rede foram o Centro Hospitalar Lisboa Central, o Centro Hospitalar Lisboa Norte, o Centro Hospitalar de São João, o Centro Hospitalar do Porto e o Centro Hospitalar Lisboa Ocidental. As especialidades médicas com maior número de pedidos de consulta são Ortopedia, Oftalmologia e Dermatologia.

Neste período, os cinco agrupamentos de centros de saúde com maior número de pedidos efetuados foram os de Sintra, Amadora, Oeste Sul, Arco Ribeirinho e Gondomar.

Para saber mais, consulte:

Administração Central do Sistema de Saúde, IP > Notícias