Estão Abertas as Candidaturas: Missão Continente – Para grandes causas grandes missões – Saúde Materno-Infantil

Os supermercados Continente, no âmbito da Missão Continente, estão a promover um concurso com o objetivo de apoiar a saúde familiar através da promoção da saúde materno-infantil em Portugal. Todas as Unidades Funcionais e Centros de Saúde dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) que integrem o Serviço Nacional de Saúde estão convidados a apresentar os seus projetos.

As candidaturas deverão ser apresentadas até ao dia 15 de outubro de 2015.

Saiba mais aqui.

Projeto Atlas da OMS sobre Saúde Mental: Mental Health ATLAS 2014

O Projeto Atlas da OMS sobre Saúde Mental remonta ao ano de 2000, quando foi desenvolvida a primeira avaliação dos recursos de saúde mental disponíveis nos Estados Membros da OMS. Foram desde então publicadas atualizações subsequentes, em 2005 e 2011.

A versão de 2014 continua a fornecer informações atualizadas sobre a disponibilidade dos serviços e recursos no domínio da saúde mental em todo o mundo, incluindo dotações financeiras, recursos humanos e instalações especializadas para a saúde mental.

Consulte O Mental Health ATLAS 2014.

Relatório OMS / Banco Mundial: Tracking Universal Health Coverage – First Global Monitoring Report

Foi publicado o relatório conjunto da OMS e do Banco Mundial no âmbito da cobertura universal dos cuidados de saúde: Tracking Universal Health Coverage – First Global Monitoring Report.

Esta publicação constitui o primeiro relatório deste género no sentido que pretende medir a cobertura dos cuidados de saúde e a respetiva proteção financeira com vista a avaliar o progresso dos países em matéria de cobertura universal, apresentando a situação global e regional com referência a oito indicadores de cobertura de serviços no âmbito da saúde reprodutiva e do recém-nascido, imunização infantil doenças infeciosas, entre outros.

Consulte aqui o Relatório.

Resumos / Abstracts do 4.º Congresso Ibérico de Cianotoxinas – INSA

As cianobactérias são organismos microscópicos que têm como habitat natural mais comum a água doce superficial, designadamente albufeiras, lagoas e rios. O crescimento massivo destas cianobactérias apresenta consequências negativas para o ambiente, designadamente a desoxigenação da água e a consequente morte dos organismos aquáticos, colocando em causa a qualidade da água destinada ao consumo humano, a realização de atividades recreativas e rega.

Com o objetivo de divulgar e analisar os avanços mais recentes no conhecimento deste tipo de compostos, os métodos de deteção e avaliação/gestão do risco de exposição humana a água contaminadas com cianobactérias tóxicas, entre outros, realizou-se entre 8 e 10 de julho o 4.º Congresso Ibérico de Cianotoxinas. Este Congresso decorreu no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Instituto Ricardo Jorge), em Lisboa e contou com a presença de especialistas dos dois países nas áreas da qualidade hídrica, ambiente e saúde, visando a partilha de conhecimento e de experiências.

O Instituto Ricardo Jorge retoma agora este tema para dar a conhecer o Livro de Resumos das apresentações efetuadas no decurso do 4.º Congresso Ibérico de Cianotoxinas. Entre os oradores estiveram especialistas como António Quesada e Soledad Sanz, da Universidad Autónoma de Madrid, Cintia Flores, do Instituto de Diagnóstico Ambiental y Estudios del Agua de Barcelona, e Vítor Vasconcelos e Rosário Martins, do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto.

A Comissão Organizadora do Congresso foi constituída por Paulo Pereira, Arminda Vilares, Carina Menezes, Catarina Churro, Elisabete Valério e Elsa Dias, do Laboratório de Biologia e Ecotoxicologia do Departamento de Saúde Ambiental do Instituto Ricardo Jorge.

Consulte aqui o Livro de Resumos (abstracts) do 4.º Congresso Ibérico de Cianotoxinas.

Recordamos aqui o Programa do Congresso.

Norma DGS: Diagnóstico da Fibrose Quística em Idade Pediátrica e no Adulto

Norma dirigida aos Médicos do Sistema de Saúde.
Diagnóstico da Fibrose Quística em Idade Pediátrica e no Adulto
Veja também, por nós publicado:

Norma DGS: Abordagem Terapêutica das Dislipidemias no Adulto

Norma dirigida aos Médicos do Sistema de Saúde. – Esta norma voltou a ser atualizada, veja aqui.
Abordagem Terapêutica das Dislipidemias no Adulto
Esta norma voltou a ser atualizada, veja aqui.

Divulgados 33 Indicadores de Qualidade das Instituições do SNS – ACSS

Na sequência do despacho nº 5739/2015, do Secretário de Estado Adjunto do Ministério da Saúde, de 26 de maio, a Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. disponibiliza, trimestralmente, um conjunto de 33 indicadores de qualidade das entidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com base nos dados, codificados pela ICD9CM, reportados mensalmente pelas instituições de saúde.

Os indicadores em apreço são os seguintes:

INDICADORES DE INTERVENÇÕES PREVENTIVAS:

1 – Taxa de recém -nascidos de baixo peso
2 – Taxa de internamento por asma em adultos jovens
3 – Taxa de internamento por asma ou DPOC em adultos
4 – Taxa de internamento por diabetes descompensada
5 – Taxa de internamento por complicações agudas da diabetes
6 – Taxa de internamento por complicações crónicas da diabetes
7 – Taxa de amputação nos membros inferiores em doentes com diabetes
8 – Taxa de internamento por hipertensão arterial
9 – Taxa de internamento por insuficiência cardíaca congestiva
10 – Taxa de internamento por pneumonia
11 – Taxa de internamento por angina

INDICADORES DE VOLUME E UTILIZAÇÃO:
12 – Volume de reparações de aneurismas da aorta abdominal
13 – Volume de resseções do esófago
14 – Volume de resseções do pâncreas
15 – Volume de endartrectomias da carótida
16 – Volume de cirurgia de by-pass de artérias coronárias (CABG)
17 – Volume de angioplastia percutânea transluminal de artérias coronárias (PTCA)
18 – Percentagem de partos por cesariana em gestações unifetais, cefálicas, a termo
19 – Percentagem de primeiras cesarianas em gestações unifetais, cefálicas, a termo
20 – Percentagem de partos vaginais após cesariana em gestações unifetais, cefálicas, a termo
21 – Taxa de histerectomia
22 – Taxa de cirurgia de by-pass de artérias coronárias (CABG)
23 – Taxa de angioplastia percutânea transluminal de artérias coronárias (PTCA)

INDICADORES DE SEGURANÇA:

24 – Taxa de úlceras de pressão
25 – Taxa de infeções da corrente sanguínea relacionada com cateter venoso central (adultos e neonatal)
26 – Embolia pulmonar ou trombose venosa profunda pós-operatória
27 – Sépsis pós-operatória
28 – Percentagem de partos vaginais instrumentados com lacerações de 3º e 4º grau
29 – Percentagem de partos vaginais não instrumentados (eutócicos) com lacerações de 3º e 4º grau

INDICADORES PEDIÁTRICOS:

30 – Taxa de infeções da corrente sanguínea relacionada com cateter venoso central
31 – Sépsis pós -operatória
32 – Taxa de internamento por asma
33 – Taxa de internamento por complicações agudas da diabetes

Os critérios de cálculo destes indicadores têm por base as orientações da OCDE e/ou da Agency for Healthcare Research and Quality (AHRQ). Alguns destes indicadores encontravam-se já a ser utilizados ao nível da contratualização com as unidades prestadoras de cuidados de saúde. Outros eram já objeto de publicação na área privada do microsite de “Monitorização do SNS”, presente na página de internet da ACSS, I.P.. Em breve, este conjunto de 33 indicadores estará disponível naquele microsite.

Procede-se assim à publicação dos indicadores relativos às intervenções preventivas (ano 2014 e 1.º trimestre 2015).

Consulte aqui, os ficheiros com os respetivos indicadores:
Indicadores 2014
Indicadores – 1.º Semestre 2015