Aberto Concurso para TDT de Farmácia – ULSNA

Foi publicado hoje, 07/04/2016, no jornal Correio da Manhã, um aviso de abertura de um Concurso para Técnico de Diagnóstico e Terapêutica – área de Farmácia na Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano:

« MINISTÉRIO DA SAÚDE

UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO NORTE ALENTEJANO, E.P.E

OFERTA DE EMPREGO

Por deliberação de 02/02/2016 do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, EPE, se procede à abertura de processo de recrutamento com vista a posterior celebração de Contrato de Trabalho a termo resolutivo incerto, para substituição temporária de trabalhadores ausentes, sendo este processo aberto como reserva de recrutamento, pelo período de dois anos, ao abrigo da Lei no 7/2009 de 12 de Fevereiro, para o exercício de funções de técnico de diagnóstico e terapêutica — área de farmácia.

Condições exigidas:

  • Licenciatura em farmácia;
  • Portador de cédula profissional

Local de trabalho e horário:

  • Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, EPE;
  • Horário de trabalho – 40 horas semanais.

Oferece-se:

  • Remuneração mensal—1020,06€
  • Subsídio de refeição, subsídio de férias e férias natal.

Método de selecção:

  • Avaliação curricular;
  • Entrevista.

Apresentação das candidaturas:

Mediante requerimento dirigido à Sr.ª Presidente do Conselho de Administração da ULSNA, EPE, onde deverão constar os seguintes elementos:

Identificação completa do requerente (nome, filiação, naturalidade, nacionalidade, residència e telefone, número, data evalidade do bilhete de identidade e serviço de identificação que o emitiu, ou número e validade do cartão de cidadão e número fiscal) e referência à publicitação no jornal;

1 Curriculum Vitae, datado e assinado;

Fotocópia do documento de habilitações literárias;

Fotocópia do Bilhete de identidade/Cartão de Cidadão,

Fotocópia da Cédula Profissional;

Endereço electrónico para onde deverá ser remetido qualquer expediente relativo ao processo de recrutamento.

As candidaturas deverão ser entregues directamente nos Serviços de Expediente da ULSNA, EPE, durante o horário de atendimento, das 9:00h às 12:30h e das 14:00h às 17:30h, no período de 08 e 11/04/2016, ou enviadas por correio, registado com aviso de recepção, endereçadas à Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, EPE, Avenida de Santo António — 7301-853 Portalegre, durante o período de candidatura.

Unidade Local de Saúde Norte Alentejano, EPE, 04 de Abril de 2016

A Presidente do Conselho de Administração da ULSNA, EPE.

Dr.ª Dorinda Maria Carvalho Gomes Calha »

Todas as questões deverão ser dirigidas à Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano.

Renovação das Nomeações de Coordenadores de TDT (Anatomia Patológica e Farmácia) – Hospital de Évora

Aberto Concurso para Assistente Técnico em Mobilidade – INSA Porto

Prazo de 10 dias úteis.

Veja a Lista Final:

Concurso para Assistente Técnico em Mobilidade do INSA Porto: Lista Final Homologada

Abertos 2 Concursos para Chefes de Divisão – FCMUNL

Manual de Alimentação Vegetariana em Idade Escolar – DGS

DGS lança Manual de Alimentação Vegetariana em Idade Escolar

DGS lança Manual de Alimentação Vegetariana em Idade Escolar

A Direção-Geral da Saúde lança, pela primeira vez, um manual dedicado à alimentação vegetariana em idade escolar, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável.

Consulte e descarregue o Manual de Alimentação Vegetariana em Idade Escolar

Este manual pretende divulgar cuidados base essenciais a ter na adoção de um padrão alimentar vegetariano por parte de famílias onde existam crianças em idade escolar e seus riscos e vantagens. Sugere-se que seja possível produzir refeições vegetarianas muito diversificadas recorrendo a produtos vegetais nacionais, sazonais e de proximidade, muitos deles enquadrados na nossa tradição mediterrânica e promovendo a agricultura nacional e os seus produtos vegetais de qualidade.

O documento foi elaborado por uma equipa multidisciplinar onde se incluem pediatras e nutricionistas com experiência na área. Depois do manual Linhas de Orientação para uma Alimentação Vegetariana Saudável, pretende-se que esta seja uma forma de contribuir para o conhecimento dos profissionais de saúde e da população em geral, evitando erros e desinformação a que muitas vezes este tema é associado. Ao mesmo tempo, reconhece-se a necessidade deste padrão alimentar ser acompanhado de perto por profissionais de saúde.

«São cada vez mais as famílias portuguesas interessados em adotar padrões alimentares com quantidades elevadas de vegetais ou exclusivamente vegetarianos, por razões de saúde ou de filosofia de vida. Contudo, esta forma de comer, obriga a alguns cuidados nutricionais específicos e a um planeamento rigoroso no dia-a-dia. À semelhança de outros padrões alimentares, o padrão vegetariano, quando bem planeado e acompanhado pode fornecer todas as necessidades nutricionais de crianças e adolescentes.

Contudo, pressentimos uma preocupação recorrente dos nossos leitores, de pais, educadores e dos profissionais de saúde. Que aconselhamento dar às famílias que seguem padrões alimentares vegetarianos e onde vivem crianças e adolescentes que acabam por seguir os mesmos modelos alimentares? Que linhas de orientação recomendar? Que riscos existem? Que alimentos sugerir? As perguntas eram muitas, mas as respostas de qualidade, escritas em português, provenientes de instituições públicas e tendo por base a evidência científica mais recente eram poucas ou nulas.

Os autores são profissionais de saúde das mais diferentes áreas e com um percurso académico e profissional reconhecido. Destina-se a todos os que trabalham no setor da educação e saúde e à população em geral.  Apresenta linhas orientadoras para quem segue ou pretende seguir um padrão alimentar vegetariano, tendo por base o melhor conhecimento científico disponível e utilizando produtos vegetais de origem nacional, sazonais e enquadrados na nossa tradição culinária. Sugere assim que é possível e desejável juntar sabor, tradição e saúde à mesa.»

Consulte e descarregue o Manual de Alimentação Vegetariana em Idade Escolar

Informação do Portal da Saúde:

Manual de Alimentação Vegetariana em Idade Escolar
Pormenor da capa do Manual de Alimentação Vegetariana em Idade Escolar
DGS lança manual dedicado à alimentação vegetariana em idade escolar, no âmbito da Promoção da Alimentação Saudável.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) lançou, dia 6 de abril, o “Manual de Alimentação Vegetariana em Idade Escolar”, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável.

O documento pretende divulgar cuidados base essenciais a ter na adoção de um padrão alimentar vegetariano por parte de famílias onde existam crianças em idade escolar e seus riscos e vantagens.

Neste contexto, sugere-se que seja possível produzir refeições vegetarianas muito diversificadas, recorrendo a produtos vegetais nacionais, sazonais e de proximidade, muitos deles enquadrados na tradição mediterrânica e promovendo a agricultura nacional e os seus produtos vegetais de qualidade.

O manual foi elaborado por uma equipa multidisciplinar onde se incluem pediatras e nutricionistas com experiência na área. Depois do manual “Linhas de Orientação para uma Alimentação Vegetariana Saudável”, pretende-se que esta seja uma forma de contribuir para o conhecimento dos profissionais de saúde e da população em geral, evitando erros e desinformação a que muitas vezes este tema é associado. Ao mesmo tempo, reconhece-se a necessidade deste padrão alimentar ser acompanhado de perto por profissionais de saúde.

Para saber mais, consulte:

Urgente, 2 Dias: Aberto Concurso para TDT de Anatomia Patológica Citotécnico – Hospital Garcia de Orta

Hospital Garcia de Orta

CONSTITUIÇÃO DE BOLSA DE CANDIDATOS 

TÉCNICOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA

ANATOMIA PATOLÓGICA – PERFIL CITOTÉCNICO

Com o objectivo deconstituir uma bolsa de candidatos, para futura contratação de Técnicos deDiagnóstico e Terapêutica de Anatomia Patológica, com perfil de citotécnico, divulgamos os seguintes requisitos de aceitação de candidaturas:

1.  As candidaturas devem ser efetuadas EXCLUSIVAMENTE através do preenchimento do formulário eletrónico, disponível no site www.hgo.pt, mencionando a Referência “TDT.CITO.16”, em campo próprio, devendo anexar os seguintes documentos:

– Curriculum Vitae

– Cópia(s) do(s) Certificado(s) de Habilitações

– Cópia(s) do(s) Certificado(s) de Formação Profissional (quando aplicável)

2.  O prazo de candidatura é fixado em dois dias, a contar desta publicação, ou seja, só serão analisadas as candidaturas rececionadas até às 23.59 horas do dia 08 de Abril de 2016.

3.     O(a)candidato(a) deverá possuir os seguintes requisitos:

            I.       Requisitos Obrigatórios:

a)   Licenciatura em Anatomia Patológica, Citológica e Tanatológica;

b)  Experiência profissional no sector da citologia (processamento citológico);

           II.       Requisitos Preferenciais:

a)   Estágio profissional efetuado em contexto hospitalar no sector da citologia (MétodoThinprep Pap Test);

          III.       Competências técnicas:

Experiência na seguinte área:

a)   Citopatologia: processamento citológico de amostras citológicas, apoio citotécnico na consulta de citologia aspirativa, técnicas citoquímicas;

         IV.       Competências comportamentais:

a) Análise da informação, orientação para o detalhe e sentido critico;

b) Bom relacionamento interpessoal;

c) Iniciativa e autonomia;

d) Orientação para resultados;

e) Orientação para a segurança;

 f) Trabalho de equipa e cooperação;

4.     Consideram-se sem efeito todas as candidaturas espontâneas recebidas até à data desta publicação, que não respeitem o previsto no ponto 1.

5.     O método de seleção a utilizar consiste no seguinte:

§  Avaliação curricular, testes psicométricos e entrevista de seleção profissional e de avaliação de competências

6.    Grelha de Avaliação

60% – entrevista profissional de selecção e avaliação de competências

30% – avaliação curricular

10% – testes psicométricos

7.    Serão considerados como motivos de exclusão a falta de CV ou dos documentos citados no ponto 1, o não cumprimento dos pontos 2 e alínea I) do ponto 3, bem como a não comparência aos testes psicométricos, à entrevista de seleção profissional e as falsas declarações.

8.  A bolsa de candidatos será válida pelo prazo de 6 meses, contados a partir da data de afixação da lista de classificação final, ou antes, pelo esgotamento da mesma.

Cuidados de Saúde Primários Com Novas Regras de Contratualização para 2016

Os princípios orientadores do processo de contratualização para os cuidados de saúde primários referentes a 2016, definem as orientações e tarefas a cumprir, com o objetivo de contribuir para o registo de melhores desempenhos assistenciais e melhores resultados em saúde.
Em “Termos de Referência para contratualização nos cuidados de saúde primários em 2016”, as diretrizes estipuladas visam o reforço da capacitação dos processos de diagnóstico de necessidades. Pela primeira vez, as fichas de caracterização de 2016 associarão a informação hospitalar relacionada com dados de internamentos por situações sensíveis aos cuidados de ambulatório, comumente denominados como “internamentos evitáveis”, associando essa informação a cada ACES (agrupamentos de centros de saúde) e a cada Unidade Funcional. Adicionalmente, este ano, a ACSS publicará o “Manual de Procedimentos de Registos Clínicos e Administrativos Relacionados com Indicadores de Cuidados de Saúde Primários”, que ajudará à aplicação de regras para o registo dos diversos processos administrativos e clínicos.

Para 2016 são introduzidas algumas alterações nos procedimentos de contratualização externa e interna, que constituem uma melhoria neste nível de cuidados, nomeadamente:

– Reforço do processo de diagnóstico de necessidades em saúde e de caracterização dos ACES e UF;

– Alargamento do SICA ACES às restantes áreas previstas no Plano de Desempenho dos ACES;

– Intensificação do alinhamento entre a Contratualização Externa e Interna e da cultura de compromisso e responsabilidade a todos os níveis;

– Ajustamento dos Bilhetes de Identidade dos Indicadores e aumento da disponibilização de informação para suportar a negociação das metas;

– Reforço dos mecanismos de benchmarking e monitorização do desempenho assistencial e económico-financeiro dos ACES e das várias Unidades Funcionais que os compõem;

– Obrigatoriedade de realização do processo de contratualização interna com as Unidades de Cuidados na Comunidade, de forma harmonizada a nível nacional;

– Monitorização da Satisfação dos Utilizadores das USF e de algumas UCSP em 2016;

– Implementação do processo de auditoria aos registos da atividade efetuada nos cuidados primários.
2016-04-06

Veja o Documento Termos de Referência para contratualização nos cuidados de saúde primários em 2016