Doenças de Declaração Obrigatória 2011-2014 – Volumes I e II – DGS

Doenças de Declaração Obrigatória, 2011-2014 – Volume I
Os dados apresentados para o ano de 2014, têm por base as notificações efetuadas em suporte de papel (até 31 de maio de 2014) e as efetuadas por via eletrónica, através da plataforma Sistema de Informação Nacional de Vigilância Epidemiológica, denominado SINAVE (de 1 junho a 31 dezembro 2014).

Doenças de Declaração Obrigatória, 2011-2014 – Volume II
Os dados apresentados para o ano de 2014, têm por base as notificações efetuadas em suporte de papel (até 31 de maio de 2014) e as efetuadas por via eletrónica, através da plataforma Sistema de Informação Nacional de Vigilância Epidemiológica, denominado SINAVE (de 1 junho a 31 dezembro 2014).

Veja também:

DGS: Doenças de Declaração Obrigatória 2010-2013 – Volumes I e II

Doenças de Declaração Obrigatória, 2009-2012 – Volume II – DGS

Notificação eletrónica de Doenças Transmissíveis de Declaração Obrigatória (SINAVE)

Doenças Transmissíveis de Notificação Obrigatória – SINAVE

Inquérito Regional de Saúde dos Açores

Inquérito Regional de Saúde dos Açores

Cerca de 48,5% da população residente na Região Autónoma dos Açores, com idades compreendidas entre os 20 e os 74 anos, considera o seu estado de saúde bom (39,7%) ou muito bom (8,8%), enquanto 43,5% o avalia como razoável e 7,8% como mau (6,3%) ou muito mau (1,5%). Estes dados resultam da análise preliminar ao Inquérito Regional de Saúde realizado em 2014 naquela região autónoma com a parceria do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.

No que respeita à satisfação dos cidadãos face à prestação de cuidados de saúde no Serviço Regional de Saúde (SRS), 12,2% está totalmente satisfeito ou muito satisfeito e 59,5% considera-se satisfeito com os cuidados que recebe.

No que se refere às doenças crónicas, a tensão arterial alta é a patologia crónica mais frequente, tendo sido mencionada por 28,3% dos residentes nesta região autónoma.  Os resultados revelam também que 36,5% dos cidadãos residentes na RAA, com idades compreendidas entre os 20 e os 74 anos, é pré-obeso e 27,5% é obeso.

O Inquérito Regional de Saúde, realizado ainda na fase inicial do Plano Regional de Saúde 2014-2016, tem como objetivo conhecer a saúde da população e avaliar o impacto das políticas de saúde regionais, designadamente no que respeita à promoção da saúde, à prevenção da doença, à garantia de acesso equitativo dos cidadãos aos cuidados de saúde e á adequação da alocação de recursos face às necessidades detetadas.

Consulte os resultados preliminares do Inquérito Regional de Saúde.

Normas DGS: Componentes do Plano Terapêutico para a Hemofilia A e Hemofilia B na Pediatria e no Adulto em Ambulatório

Normas dirigidas aos Médicos e Enfermeiros do Sistema de Saúde.

Norma nº 023/2015 DGS de 18/12/2015
Componentes do Plano Terapêutico para a Hemofilia A e Hemofilia B na Pediatria em Ambulatório

Norma nº 024/2015 DGS de 18/12/2015
Componentes do Plano Terapêutico para a Hemofilia A e Hemofilia B no Adulto em Ambulatório

Discussão Pública de Projeto de Norma DGS: Prevenção de Infeção Relacionada com Cateter Venoso Central

Norma dirigida aos Médicos e Enfermeiros do Sistema de Saúde.

Norma nº 022/2015 DGS de 16/12/2015 (em discussão pública)
“Feixe de Intervenções” de Prevenção de Infeção Relacionada com Cateter Venoso Central

Folheto Informativo: Recomendações para melhorar saúde respiratória de idosos – Projeto GERIA – DGS

Projeto GERIA divulga recomendações para residenciais para pessoas idosas

Abrir as janelas exteriores diariamente em todas as divisões, evitar o uso de termoventiladores ou manter a humidade relativa entre os 25% e 55%, são algumas das recomendações propostas pelo Projeto GERIA – Geriatric Study in Portugal on Health Effects of Air Quality in Elderly Care Centers, que decorreu em Lisboa e Porto e teve como principal objetivo contribuir para a promoção da saúde das pessoas que residem em equipamentos residenciais para pessoas idosas (Lares).

A partir da identificação de fatores que afetam a saúde e a qualidade de vida dos residentes, a quantificação da sua exposição a poluentes e a avaliação da resposta individual a estes estímulos, foi elaborada uma lista de recomendações que abrangem desde a temperatura ambiente às obras que possam decorrer nestes edifícios.

Financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, o Projeto GERIA foi liderado pelo Professor João Paulo Teixeira, do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Porto).

Consulte aqui o folheto informativo com as recomendações do Projeto GERIA.