Projeto-piloto de saúde oral: Lisboa e Vale do Tejo proporcionou 19.505 consultas de saúde oral

13/09/2017

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) proporcionou um total de 19.505 consultas de saúde oral aos utentes no primeiro ano de atividade do projeto-piloto dos Cuidados de Saúde Oral nos Cuidados de Saúde Primários, que arrancou a 13 de setembro de 2016.

A Unidade de Saúde Familiar (USF) Monte da Caparica, inserida no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal, foi a primeira a iniciar funções. No entanto, ao todo, a ARSLVT tem este projeto implementado em 11 centros de saúde (CS), com um total de 12 médicos dentistas a trabalhar.

Além do ACES Almada-Seixal, fazem parte do projeto o ACES Oeste Sul (CS de Mafra-Ericeira e da Lourinhã), ACES Estuário do Tejo (CS de Alenquer, CS de Arruda dos Vinhos, CS da Azambuja), ACES Lezíria (CS de Rio Maior, CS do Cartaxo e CS de Salvaterra de Magos), ACES Arco Ribeirinho (CS da Moita) e ACES Médio Tejo (CS de Fátima).

“O projeto-piloto, que alargaremos progressivamente a outras unidades da ARSLVT, é um excelente exemplo dos cuidados de proximidade que queremos prestar aos nossos utentes”, explicou a Presidente do Conselho Diretivo da ARSLVT, Rosa Valente de Matos.

“As consultas de saúde oral refletem o nosso investimento numa equipa de saúde composta por médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, dentistas e outros profissionais. Com este projeto-piloto apostámos na promoção da saúde, sobretudo dos utentes mais vulneráveis”, acrescentou a dirigente.

Nos primeiros três meses do projeto, até dezembro, foram abrangidos os doentes portadores de diabetes, neoplasias, patologia cardíaca ou respiratória crónica, insuficiência renal em hemodiálise ou diálise peritoneal e transplantados. Desde o início deste ano, todos os utentes destes locais passaram a poder ser referenciados para consultas de Medicina Dentária.

Para o segundo ano de atividade está previsto o alargamento do projeto a mais 12 centros de saúde da ARSLVT.

Visite:

Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, IP – http://www.arslvt.min-saude.pt/

III Jornadas de Neurocirurgia: CHUA organiza jornadas sobre patologia vertebro-medular

13/09/2017

O Serviço de Neurocirurgia do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA) promove nos próximos dias 29 e 30 de setembro, no Hotel Eva, em Faro, as suas terceiras jornadas, este ano dedicadas à patologia vertebro-medular.

A iniciativa técnico-científica é particularmente dirigida a médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e outros técnicos de saúde com especial interesse no tema, pretendendo melhorar a articulação entre os cuidados de saúde primários e as especialidades hospitalares, com vista a otimizar a resposta assistencial à população portadora de patologia vertebro-medular.

Os dois dias das jornadas serão preenchidos por um vasto programa que integra grandes temas como a «Lombalgia» ou a «Ciatalgia», uma sessão controversa sobre «O papel dos tratamentos percutâneos na ciatalgia» e ainda um curso sobre «Traumatismo Vertebro-Medular».

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Centro Hospitalar Universitário do Algarve > Programa

Combate às infeções: Portugal participa no lançamento de iniciativa europeia em Paris

12/09/2017

Portugal vai participar no lançamento de uma iniciativa europeia para o combate às infeções associadas aos cuidados de saúde e resistências aos antimicrobianos que decorrerá no dia 13 de setembro, em Paris.

A «European Joint Action on Antimicrobial Resistance and HealthCare-Associated Infections (EU-JAMRAI)» é uma iniciativa europeia para o combate às infeções associadas aos cuidados de saúde e resistências aos antimicrobianos.

A iniciativa reúne os Estados-Membros da União Europeia (UE), organizações internacionais, institutos e universidades, num esforço conjunto para enfrentar as resistências antimicrobianas e as infeções associadas à saúde.

Trata-se de uma ação que irá aproveitar as iniciativas existentes e propor medidas concretas para reduzir o peso das resistências antimicrobianas.

As resistências antimicrobianas são um importante problema de saúde pública, responsável por 10 milhões de mortos em todo o mundo até 2025.

A EU-JAMRAI é financiada pelos participantes e pelo Programa de Saúde da União Europeia, contando com um orçamento de 6.963.604 euros, com 4.178.162 euros da Comissão Europeia.

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Renovação do parque informático: ARS Norte vai concluir instalação de 3.300 computadores

12/09/2017

A Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte informa que os 3.300 computadores e as duas novas aplicações informáticas que integram o plano de renovação do parque informático da Região de Saúde Norte devem estar integralmente instaladas no início de novembro.

Em comunicado, a ARS do Norte esclarece que a primeira fase de instalação – num total de 1.200 computadores – foi concluída no primeiro semestre de 2017 e versou Barcelos-Esposende, Gondomar, Porto Ocidental, Famalicão, Marão e Douro Norte, Baixo Tâmega, Vale do Sousa Norte e Sul, Póvoa de Varzim-Vila do Conde e Espinho-Gaia.

Em curso está a instalação dos restantes 2.100, que abrangerá Alto Ave, Douro Sul, Santa Maria da Feira-Arouca, Aveiro Norte, Vila Nova de Gaia e Santo Tirso-Trofa.

Esta renovação representa um investimento de 1,7 milhões de euros e decorre do plano de investimentos efetuados e a efetuar pelo Ministério da Saúde. «Após o levantamento de necessidades, há muito manifestadas na região, foi decidido, em 2016, acelerar a renovação do parque informático e dotar os cuidados de saúde primários de 3.300 novos computadores e duas novas aplicações informáticas», indica o comunicado.

Uma das aplicações versa a área dos meios complementares de diagnóstico e a outra destina-se à área da qualidade e gestão documental nos vários níveis da prestação dos cuidados de saúde primários.

Esta decisão insere-se, por um lado, na consecução da reforma que está a ser levada a efeito e, por outro, no papel preponderante que as novas tecnologias cada vez mais assumem na sociedade e no Serviço Nacional de Saúde.

Simplificados os procedimentos administrativos, estes contribuem para uma diminuição do tempo despendido pelos cidadãos no seu contacto com os centros de saúde.

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Inovação no CHBM: Oftalmologia e Pneumologia dispõem de novos equipamentos

12/09/2017

O Centro Hospitalar Barreiro Montijo (CHBM) divulga que dispõe de novos equipamentos na Unidade de Oftalmologia e no Serviço de Pneumologia, adquiridos ao abrigo da candidatura ao Programa Lisboa 2020.

Na Unidade de Oftalmologia, encontra-se um novo retinógrafo, que permite realizar fotografias do fundo ocular (retinografias) sem necessidade de dilatação pupilar do utente e do fundo ocular com autofluorescência. Este equipamento será uma mais valia para a consulta de patologia da retina e da coroíde, que tem como objetivos, entre outros, acompanhar a degenerescência macular ligada à idade, a doença vaso-oclusiva da retina, a alta miopia e distrofias retinianas e coroideias. Também é fundamental na consulta de rastreio de diabetes ocular.

Para o Serviço de Pneumologia, foi adquirido um novo plestimógrafo, que veio substituir o que existia na instituição há 20 anos. Este novo equipamento permite realizar provas de função respiratória, difusão do monóxido de carbono e provas de provocação inalatória para diagnóstico de várias doenças respiratórias e ainda para a avaliação da capacidade respiratória de doenças do foro cardiológico e oncológico. A pletismografia é um exame que permite avaliar a capacidade funcional respiratória, volumes pulmonares e trocas gasosas, constituindo assim um exame fundamental na avaliação do doente com patologia respiratória crónica, com grande prevalência nos doentes do CHBM. Tem ainda um papel importante na avaliação pré-cirúrgica e na profilaxia de complicações no pós-operatório imediato.

«Inovar para melhor cuidar» é o lema que vai acompanhar este projeto no CHBM, que aposta na modernização tecnológica de diagnóstico e terapêutica, garantindo desta forma inovação e cuidados de saúde de elevada qualidade e diferenciação técnica, refere o centro hospitalar.

O Lisboa 2020 é um programa operacional da União Europeia através do qual é possível adquirir novos equipamentos e substituir outros já existentes, com o objetivo de melhorar a qualidade dos cuidados prestados aos utentes, bem como as condições de trabalho dos profissionais de saúde.

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Alimentação saudável na escola: A escola do seu filho é amiga da boa alimentação?

11/09/2017

Com o ano letivo a iniciar, é tempo de reforçar a importância da participação dos pais na educação alimentar dos seus filhos e na criação de um bom ambiente alimentar na escola e em casa, num momento importante de formação.

Não duvidamos que os pais queiram o melhor para os seus filhos. É evidente que sim. No entanto, e em termos alimentares, muitas vezes aquilo que os pais pensam que é o melhor acaba por se revelar prejudicial. Prejudicial para a saúde dos seus filhos, mais caro, e oposto aos princípios de alimentação saudável transmitidos pela escola.

O Ministério da Saúde tem colaborado com o Ministério da Educação em termos da educação para a saúde, designadamente na área da educação alimentar e na definição das políticas da oferta alimentar em meio escolar.

Neste momento, existem diretrizes da Direção-Geral da Educação que regulamentam a oferta alimentar em meio escolar, condicionando a disponibilidade de géneros alimentícios menos saudáveis no espaço escolar (bufete e refeitório).

Contudo, os encarregados de educação continuam a ser decisivos:

  • Pelo exemplo que dão em casa. As crianças copiam os adultos e seus hábitos, particularmente à mesa;
  • Pela orientação que podem dar para que as crianças consumam no interior das escolas, onde a oferta alimentar é mais controlada nutricionalmente;
  • Pela monitorização da oferta alimentar das escolas, passando pela seleção de lanches e merendas saudáveis que enviam para as refeições intercalares dos seus filhos.

Para que os pais possam melhor monitorizar a oferta alimentar existente nas escolas, o PNPAS sugere treze pontos de verificação, que poderá consultar no blog do PNPAS, para ajudar os pais a identificar as escolas mais amigas da alimentação.

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Redução de fraude no SNS: Receitas sem papel reduzem fraude em 80% desde 2016

11/09/2017

As receitas sem papel diminuíram a fraude no Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 80% desde que a medida foi implementada em abril de 2016.

Mensalmente, este sistema permite monitorizar e detetar qualquer irregularidade, trazendo maior transparência e eficácia a este processo. Os suportes digitais utilizados na prescrição eletrónica médica e na RSP permitem que, casos de fraude, sejam rapidamente identificados.

O número de SMS (mensagens de texto por telemóvel) com receitas sem papel ascende a mais de um milhão por mês, tendo este ano atingido o valor mais alto em janeiro, com 1.528.791, e o mais baixo em abril, com 1.186.541.

Segundo a SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, a diminuição da fraude foi obtida em estreita articulação com a Polícia Judiciária e com o Gabinete de Apoio à Fraude no Ministério da Saúde.

Obrigatória para todas as instituições do SNS, a receita sem papel é um projeto que permite reduzir custos, combater a fraude, otimizar recursos disponíveis e, também, obter enormes ganhos ambientais.

Entre os mecanismos antifraude implementados com a receita sem papel encontra-se a monitorização de indicadores como números de telemóvel que recebem mais de cinco SMS/dia provenientes da receita sem papel, o número de prescritores com mais de cem embalagens dispensadas na mesma farmácia, no mesmo dia, o número de prescritores com mais de 80% de prescrições dispensadas na mesma farmácia, em pelo menos um dia do mês, ou ainda a quantidade de dispensas efetuadas, por farmácia, quando o prazo de validade está prestes a terminar.

Com o Gabinete de Apoio à Fraude, a SPMS analisa o relatório de identificação das fragilidades da receita sem papel, os padrões de prescrição e dispensa medicamentos contendo Vitamina D, os padrões de prescrição e dispensa de suplementos alimentares e ainda os padrões de prescrição e dispensa da DCI Metilfenidato e do medicamento Ritalina LA.

Além desta articulação que, em caso de deteção de indícios de fraude, encaminha as situações paras as entidades competentes, a SPMS está também em constante articulação com o Centro de Controlo e Monitorização do SNS (antigo Centro de Conferências de Faturas) e INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, IP para a análise de situações provenientes do Ministério Público, Inspeção-Geral das Atividades em Saúde e Policia Judiciária.

Para melhorar ainda mais este processo predominantemente digital, importa reforçar que a  identificação no ato da dispensa dos medicamentos, deve ser uma prática comum.

Para saber mais, consulte:

  • SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde – Notícias