Nomeações e Renovações de Delegados de Saúde – DGS


«Despacho n.º 5998/2017

Nos termos do disposto nos n.os 7, 8, 9 e 10 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 82/2009, de 2 de abril, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 135/2013, de 4 de outubro renovo a comissão de serviço dos seguintes médicos, da Carreira Médica de Saúde Pública, por proposta do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde do Norte, I. P., ouvido o Diretor Executivo dos Agrupamentos de Centros de Saúde/ Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde a que se encontram afetos e com parecer favorável dos respetivos Delegados de Saúde Coordenadores e da Delegada de Saúde Regional:

ACES Douro I – Marão e Douro Norte – Dr.ª Maria Cristina Fonseca e Sousa

ACES Douro II- Douro Sul – Dr.ª Maria Filomena Moreira Neves Viegas

ACES Ave-Famalicão – Dr.ª Maria de Fátima de Freitas de Sousa Basto

ACES Cávado I-Braga – Dr. João Manuel de Barros Figueiredo da Cruz

ACES Cávado II-Gerês/Cabreira – Dr. José Manuel Carvalho Araújo

ACES Cávado III-Barcelos/Esposende – Dr. António Aristides de Freitas e Sousa

ACES Grande Porto II-Gondomar – Dr. Manuel da Silva Castro

ACES Grande Porto V – Porto Ocidental – Dr.ª Delfina da Luz Meneses Rebelo Antunes Ferreira da Silva

ACES Grande Porto VI – Porto Oriental – Dr.ª Eduarda Maria de Oliveira Ferreira

ACES Grande Porto VII – Gaia – Dr. José Eduardo de Magalhães Rola

ACES Tâmega I – Baixo Tâmega – Dr. Manuel Plácido de Almeida Pereira

ACES Tâmega II Vale de Sousa Sul – Dr. Maria de Fátima da Silva Marques

ACES Tâmega III Vale de Sousa Norte – Dr. Fernando António Figueiredo Borges Diniz

ACES Entre o Douro e Vouga II-Aveiro Norte – Dr. Francisco Borges de Almeida Neves

Unidade Local de Saúde de Matosinhos, E. P. E. – Dr. Jaime de Jesus Baptista

O presente despacho produz efeitos a 14/10/2016.

31 de março de 2017. – O Diretor-Geral, Francisco George.»


«Despacho n.º 5999/2017

Ao abrigo do disposto no n.º 7 e 8 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 82/2009, de 2 de abril, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 135/2013, de 4 de outubro, designo, em comissão de serviço, Delegada de Saúde do ACES Alto Ave – Terras de Basto/Guimarães/Vizela, a Dr.ª Susana Paula Correia Freire Barbosa, médica Assistente da Carreira Médica de Saúde Pública, sob proposta do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde Norte, I. P., ouvido o Diretor Executivo do referido ACES e com parecer favorável da Delegada de Saúde Coordenadora do mesmo ACES e da Delegada de Saúde Regional do Norte.

O presente despacho produz efeitos a 1 de fevereiro de 2017.

31 de março de 2017. – O Diretor-Geral, Francisco George.»

Lista de aposentados e reformados a partir de 1 de agosto de 2017 – CGA

Veja todas as relacionadas em:

Aposentações

Gratuito: 5.ª Sessão do Ciclo de debates: “Decidir sobre o Final da Vida” em Aveiro a 18 de Julho – CNECV

Ciclo de Debates

Sessão Associações de Doentes / Sociedades Científicas – Adultos, dia 18 de julho, das 17h00 às 19h30, na Sala de Actos Académicos da Universidade de Aveiro

Organização e informações: Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida

Inscrições e detalhes do local aqui ou para geral@cnecv.pt
Tel. +351 213 910 884

O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) organizará no próximo dia 18 de julho, das 17h00 às 19h30, na Sala de Actos Académicos, a quinta sessão do Ciclo de debates: “Decidir sobre o Final da Vida”.

Iniciativas recentes de cidadãos destinadas a promover intervenções legislativas sobre a eutanásia e o suicídio assistido colocaram estes temas na discussão pública. A sociedade é chamada a reflectir sobre as questões relacionadas com o final da vida e os dilemas éticos que enfrenta nas opções que irá tomar.

Com este ciclo de debates, o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) propõe-se discutir com total abertura e independência as escolhas que se colocam em final de vida – declarações antecipadas de vontade, locais e condições de prestação de cuidados de saúde, incluindo os cuidados paliativos, futilidade terapêutica, eutanásia, suicídio assistido –, convidando para o efeito personalidades, entidades e instituições, que podem ajudar a formar opinião e a construir as soluções que melhor podem servir os interesses dos cidadãos.

Este Ciclo de Debates foi inaugurado por Sua Excelência o Senhor Presidente da República no dia 22 de maio na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. Os debates ocorrerão até dezembro de 2017 em várias cidades do País – Aveiro, Braga, Coimbra, Covilhã, Évora, Funchal, Lisboa, Ponta Delgada, Setúbal, Vila Real – em parceria com autarquias e instituições académicas.

A iniciativa tem o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

Notícias Relacionadas

Próximos debates

12 de Setembro, Covilhã

10 de Outubro, Évora

27 de Outubro, Setúbal

7 de Novembro, Coimbra

14 de Novembro, Funchal e Ponta Delgada

5 de Dezembro, Lisboa

Gratuito: Regulação na Saúde – IHMT promove seminário nos dias 6 e 7 de julho em Lisboa

05/07/2017

O Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) da Universidade Nova de Lisboa (UNL) organiza o Seminário sobre Regulação na Saúde, que se realiza nos dias 6 e 7 de julho, na Aula Magna do IHMT, em Lisboa.

A iniciativa, que conta com o apoio da NOVA Saúde e da Fundação Friedrich Ebert, pretende dar resposta a uma necessidade de aprofundamento do tema da regulação em saúde, sentida quer no ambiente académico, quer nos meios político e técnico. Visa analisar e comparar experiências de regulação da saúde em diferentes contextos políticos, económicos e sociais.

O tema tem seguido percursos diversos em diferentes continentes e países, incluindo países lusófonos.

Mas importa apurar os resultados e o impacto que a regulação tem permitido. Melhorou o conhecimento que se tem do sector da saúde? Melhorou a capacitação dos cidadãos? Melhorou a defesa dos direitos dos utentes? Melhorou a segurança dos utentes e dos prestadores? Melhorou a legalidade e o conhecimento dos mercados? Melhorou a qualidade do sistema de saúde? Melhorou a resolução de conflitos? Como balancear os resultados com os custos suportados pelos operadores por via do pagamento das contribuições regulatórias?

O encontro pretende atingir quatro objetivos fundamentais:

  • Aprofundar aspetos doutrinais e modelos teóricos associados a este tema;
  • Conhecer e analisar realizações concretas nesta área;
  • Avaliar o impacto da regulação, os seus benefícios e os seus custos;
  • Discutir desenvolvimentos futuros da regulação em saúde.

A entrada é entrada livre, mas sujeita a inscrição.

Para saber mais, consulte:

Instituto de Higiene e Medicina Tropical – Programa

ARSLVT | Rastreio do cancro: Lisboa e Vale do Tejo vai rastrear dois milhões de utentes

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) vai lançar um projeto-piloto de rastreio que envolverá 15 agrupamentos de centros de saúde e cinco hospitais.

Dois milhões de utentes de Lisboa e Vale do Tejo serão rastreados aos cancros do colo do útero e do cólon e reto através do programa de rastreio, que arranca no dia 20 de julho, numa primeira fase com quatro unidades de saúde da península de Setúbal.

Até ao dia 4 de setembro, os utentes desta região deverão ser rastreados a estes tipos de cancro e o objetivo é que, até final de 2018, os dois milhões de pessoas que compõem a população alvo abrangida pelos rastreios já tenha feito o exame: 940 mil mulheres para o cancro do colo do útero e um milhão de homens e mulheres para o cancro do cólon e reto.

Na prática, os utentes irão receber uma carta do seu centro de saúde a comunicar a data do rastreio.

No caso do cancro do colo do útero, as mulheres irão realizar, no centro de saúde, uma colheita para análise à presença do Vírus do Papiloma Humano (VPH), a qual seguirá depois para o laboratório do hospital de referência para o programa. A utente irá, depois, receber uma carta com o resultado que, se for positivo, contará com uma marcação para uma colposcopia (biópsia ao colo uterino).

Para o rastreio ao cancro do cólon e reto, o utente será convocado da mesma forma e terá de obter no centro de saúde um kit para recolha das fezes, devendo entregar a amostra, depois, no mesmo local.

As análises serão realizadas num laboratório hospitalar e os casos suspeitos deverão realizar uma colonoscopia no prazo de 30 dias, no respetivo hospital.

Deverão fazer o rastreio todas as mulheres com idades entre os 30 e os 65 anos, de cinco em cinco anos.

O rastreio ao cancro do cólon e reto deverá ser feito por todas as pessoas sem esta patologia, com idades entre os 50 e os 74 anos, de dois em dois anos.

No final da cerimónia de assinatura dos protocolos que viabilizarão o programa, a Presidente da ARSLVT, Rosa Valente de Matos, referiu à Lusa que os hospitais têm capacidade para realizar os exames e que os centros de saúde estão devidamente preparados para os rastreios.

Segundo Rosa Valente de Matos, estes dois cancros foram escolhidos para o programa de rastreio por causa da sua incidência. Na região de Lisboa e Vale do Tejo são anualmente detetados cerca de 400 novos casos de cancro do colo do útero e 2.700 novos casos de cancro do cólon e reto.

Para Eunice Carrapiço, coordenadora clínica do programa de rastreios, o objetivo é, dentro de 10 a 15 anos, atingir o valor zero da mortalidade por cancro do colo do útero, o qual já está em fase descendente e conta com uma vacina contra uma das suas principais causas, o VPH.

No cancro do cólon e reto, cuja mortalidade ainda está em fase ascendente, o objetivo será estabilizar esta fase até 2022 e, até 2031, diminuir para 50 o número de mortos antes dos 70 anos.

O programa terá um custo de seis milhões de euros no primeiro ano.

Neste programa estão envolvidos 15 ACES: Almada-Seixal, Arco-Ribeirinho, Arrábida, Oeste Norte, Oeste Sul, Lezíria, Médio Tejo, Estuário do Tejo, Lisboa Norte, Lisboa Ocidental e Oeiras, Lisboa Central, Sintra, Amadora, Loures-Odivelas e Cascais.

Fazem igualmente parte do programa o Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), o Hospital Garcia de Orta, o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, o Instituto Português de Oncologia de Lisboa e o Centro Hospitalar de Setúbal.

Fonte: Lusa

 

Para saber mais, consulte:

Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo – Notícias