Workshop sobre aplicação de informação epidemiológica no planeamento em saúde

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15-09-2017

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, através do seu Departamento de Epidemiologia, promoveu, nos dias 12 e 13 de setembro, nas suas instalações em Lisboa, o primeiro workshop sobre aplicação de informação epidemiológica no planeamento em saúde. A iniciativa teve como objetivo a troca de conhecimentos e experiências sobre a utilização de dados obtidos por inquéritos de saúde com exame físico para o desenvolvimento, implementação, monitorização e avaliação de políticas, planos e programas de saúde pública.

Financiado pelo fundo para as Relações Bilaterais do Programa Iniciativas em Saúde Pública (EEA Grants), “Bilateral knowledge and experiences exchange on how to use survey data to plan, implement, monitor and evaluate regional health plans” decorreu no contexto da colaboração entre o Instituto Ricardo Jorge e o Instituto Norueguês de Saúde Pública (NIPH), que realizaram recentemente inquéritos de saúde de base populacional. Durante os dois dias do evento, representantes das regiões participantes no Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF) e do Departamento de Cultura e Saúde Comunitária do Condado de Vestfold (Noruega) apresentaram e discutiram os resultados obtidos em inquéritos de saúde.

Foram ainda discutidas estratégias de tradução da evidência epidemiológica em planos, programas e políticas de saúde a nível regional e local. Além dos elementos da equipa executiva do INSEF, estiveram ainda presentes na reunião representantes do NIPH, da Direção-Geral da Saúde, de todas as administrações regionais de saúde e das secretarias regionais das regiões autónomas.

Os indicadores produzidos a partir de inquéritos de saúde são essenciais para descrever o estado de saúde da população e os seus determinantes. Esta informação é importante para definir prioridades de saúde e para identificar grupos populacionais onde maiores ganhos de saúde podem ser alcançados com intervenções específicas.

A segunda fase deste projeto terá lugar nos próximos dias 26 e 27 de setembro, com a visita dos representantes regionais do INSEF e elementos da respetiva equipa central ao Condado de Vestfold. Nesta segunda visita, serão apresentados e discutidos os resultados dos respetivos inquéritos de saúde sobre a saúde mental, o suporte social e a obesidade, assim como as respetivas politicas e programas de saúde regionais e locais.

Estudo do Instituto Ricardo Jorge abre caminho a nova estratégia terapêutica para a anemia hereditária grave

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15-09-2017

Uma investigação do Departamento de Genética Humana do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e do Weatherall Institute of Molecular Medicine da Universidade de Oxford permitiu delinear uma nova estratégia terapêutica para uma anemia hereditária grave, a talassémia de tipo beta. A descoberta decorre de um trabalho colaborativo de vários anos entre as duas instituições.

A partir do estudo de uma família portuguesa com alfa-talassémia, os investigadores do Instituto Ricardo Jorge e do Weatherall Institute of Molecular Medicine conseguiram delinear uma nova estratégia terapêutica que assenta na edição do genoma através de uma tecnologia denominada CRISPR/Cas9 e demonstrar o seu potencial como futura terapia da beta-talassémia. Os resultados deste trabalho acabam de ser publicados na prestigiada revista Nature Communications.

Baseada no facto de a gravidade das talassémias depender sobretudo do desnível de abundância relativa dos dois tipos de subunidades (alfa ou beta) da hemoglobina, a nova estratégia consiste em introduzir, nas células precursoras dos glóbulos vermelhos dos doentes com beta-talassémia (com défice em cadeias beta), uma alteração genómica que diminui também o nível de cadeias alfa, reequilibrando assim o nível dos dois tipos de subunidade. Os investigadores acreditam que tal reequilíbrio tenha como consequência um alívio significativo dos sintomas da doença.

“Uma vez mais, a detalhada análise de casos clínicos atípicos se revelou muito importante para a descoberta de novos mecanismos de doença, abrindo a porta para a inovação terapêutica”, sublinha Paula Faustino (na foto), investigadora do Instituto Ricardo Jorge e co-autora deste trabalho. Para consultar “Editing an α-globin enhancer in primary human hematopoietic stem cells as a treatment for β-thalassemia”, pode também clique aqui.

As talassémias (de tipo alfa ou beta) são anemias hereditárias graves que fazem parte do grupo das hemoglobinopatias, as doenças genéticas mais frequentes nas populações humanas. Para a grande maioria dos doentes não há cura efetiva e a morbilidade e mortalidade são elevadas.

O Instituto Ricardo Jorge é uma instituição de referência para a investigação e o controlo das hemoglobinopatias, tanto em Portugal como na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. As intervenções dos laboratórios do Instituto Ricardo Jorge, tendo em vista o controlo das hemoglobinopatias na comunidade, incluem, para além da investigação, o rastreio de portadores sãos na população e o apoio ao diagnóstico clínico, fenotípico e genotípico na população e no feto (diagnóstico pré-natal).


Informação do Portal SNS:

Estudo do Ricardo Jorge abre caminho nova estratégia terapêutica

Uma equipa de investigadores do Departamento de Genética Humana do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Instituto Ricardo Jorge), em parceria com o Weatherall Institute of Molecular Medicine da Universidade de Oxford, desenvolveu uma nova estratégia de tratamento para um tipo de anemia hereditária grave com base na edição genética, partindo do estudo de uma família portuguesa.

A anemia em causa é a talassémia de tipo beta, em que há um défice na subunidade beta da hemoglobina, uma proteína dos glóbulos vermelhos (células do sangue) que assegura o transporte do oxigénio pelo sistema circulatório.

A estratégia desenvolvida consistiu, com recurso à técnica de edição genética CRISPR/Cas9, em introduzir nas células que dão origem aos glóbulos vermelhos de doentes uma alteração no material genético que diminui igualmente a subunidade alfa da hemoglobina.

A descoberta decorre de um trabalho colaborativo de vários anos entre as duas instituições. Os cientistas creem que tal reequilíbrio produz “um alívio significativo dos sintomas da doença”.

As talassémias (beta ou alfa) são anemias hereditárias graves que fazem parte do grupo das hemoglobinopatias, “as doenças genéticas mais frequentes nas populações humanas” e em que, “para a grande maioria dos doentes, não há cura efetiva e a morbilidade e a mortalidade são elevadas”, assinala o instituto português.

Os resultados da investigação foram publicados na revista científica Nature Communications.

Para saber mais, consulte:

Instituto Ricardo Jorge > Estudo abre caminho a nova estratégia terapêutica para a anemia hereditária grave

Esperança média de vida aumenta: Portugal entre os países que mais cresceram neste indicador

15/09/2017

Portugal é um dos países que mais aumentaram a esperança média de vida, mais do que seria esperado atendendo ao seu nível de desenvolvimento, de acordo com um estudo internacional, divulgado pelo jornal britânico especializado em saúde The Lancet.

Segundo o estudo «Global burden of disease 2016» (peso global da doença), a esperança média de vida em Portugal, em 2015, era de 83,9 anos para as mulheres e de 77,7 anos para os homens, ultrapassando a esperança média de vida global (obtida entre todos os países analisados), que era de 75,3 anos para as mulheres e de 69,8 anos para os homens.

O trabalho, que avalia dados de 1970 a 2016 sobre as causas de morte e doença em 195 países e territórios, coloca Portugal ao lado da Etiópia, das Maldivas, do Nepal, do Níger e do Peru na lista de «países exemplares que podem fornecer informação sobre políticas bem-sucedidas que ajudaram a acelerar o progresso na saúde».

De acordo com a meta-análise, coordenada pelo Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da universidade norte-americana de Washington, os seis países tiveram «grandes aumentos na esperança média de vida, muito além do que seria expectável com base no seu nível de desenvolvimento».

O Japão continua a ser o país com a mais alta esperança média de vida (86,9 anos para as mulheres e 80,7 anos para os homens), ao contrário da República Centro-Africana, que tem a mais baixa (52,1 anos para as mulheres e 47,4 anos para os homens).

O estudo, revisto anualmente, teve contributos de instituições portuguesas, como o Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, o Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, em Almada, e a Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto.

Fonte: Lusa

Consulte:

The Lancet – Global burden of disease 2016 (em inglês)

Prémio SCML/MSD em Saúde Pública & Epidemiologia Clínica

Prémio SCML/MSD em Saúde Pública & Epidemiologia Clínica

Com o objetivo de continuar a dinamizar a investigação em Ciências da Saúde em Portugal, a Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa (SCML) e a MSD lançam a 7.ª edição do Prémio SCML/MSD em Saúde Pública e Epidemiologia Clínica.

Este Prémio, no valor de 20.000€, será atribuído aos autores (Portugueses ou estrangeiros) do melhor trabalho de investigação desenvolvido, total ou parcialmente, em instituições Portuguesas, nas áreas selecionadas. Os trabalhos podem ser inéditos, submetidos a publicação ou já publicados nos 18 meses que antecedem o inicio das candidaturas.

As candidaturas encontram-se abertas de 11 de setembro a 13 de outubro de 2017, junto do Secretariado da SCML, mas têm de ser oficializadas em formato digital e enviadas para o endereço de e-mail: scmed@scmed.pt.

A atribuição do Prémio terá em conta o mérito dos candidatos, a originalidade do trabalho e qualidade científica nas abordagens e métodos utilizados, bem como o potencial de utilidade, aplicabilidade imediata ou futura, dos resultados da investigação.

O Regulamento do Prémio SCML/MSD está disponível em: www.scmed.pt | www.msd.pt. Outras informações disponíveis aqui.

Médicos: Formação em ICD-10-CM/PCS – ACSS

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No âmbito do projeto de implementação do sistema de codificação clínica em ICD-10-CM/PCS, a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública – Universidade Nova de Lisboa (ENSP-UNL), irá realizar entre os meses de Outubro e Novembro, cursos de formação destinados a habilitar os médicos ao exercício da atividade de codificação clínica hospitalar.

Poderá consultar toda a informação, bem como efetuar as pré-inscrições, através do portal da Escola Nacional de Saúde Pública, disponível em: https://www.ensp.unl.pt/ensino/curta_duracao/curso-de-codificacao-clinica/curso-de-codificacao-clinica .

Publicado em 15/9/2017

Concurso médicos MGF: ARSLVT anuncia concurso para colocação de 218 médicos

15/09/2017

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) divulga que o concurso para a contratação de recém-especialistas de Medicina Geral e Familiar (MGF) já foi aberto.

Das 218 vagas previstas para a ARSLVT, quase 25% são para a península de Setúbal, o que permitirá aumentar o número de utentes com médico de família atribuído, refere a ARSLVT em comunicado.

Para a península de Setúbal estão previstos mais de 50 médicos de Medicina Geral e Familiar, sendo 17 para o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal, 18 para o ACES Arco Ribeirinho e 18 para o ACES Arrábida.

Estas vagas, a serem preenchidas, vão permitir a atribuição de médico de família a mais cerca de 90 mil utentes. O concurso dá continuidade ao compromisso assumido pela ARSLVT de melhorar a resposta assistencial aos utentes.

Para saber mais, consulte:

Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo – Notícias

Nomeação de um Vogal Executivo do Conselho de Administração da ULS da Guarda


Veja também:

Nomeação dos Membros do Conselho de Administração da ULS da Guarda


«Resolução do Conselho de Ministros n.º 132/2017

Nos termos do disposto nos artigos 6.º e 13.º dos Estatutos das Unidades Locais de Saúde, E. P. E., constantes do anexo iii ao Decreto-Lei n.º 18/2017, de 10 de fevereiro, conjugados com o artigo 21.º do Decreto-Lei n.º 133/2013, de 3 de outubro, alterado pelas Leis n.os 75-A/2014, de 30 de setembro, e 42/2016, de 28 de dezembro, e com o n.º 2 do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 71/2007, de 27 de março, alterado pela Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 8/2012, de 18 de janeiro, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 39/2016, de 28 de julho, resulta que os membros do conselho de administração da Unidade Local de Saúde da Guarda, E. P. E., são nomeados por resolução do Conselho de Ministros, sob proposta dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da saúde e da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, para um mandato de três anos, renovável uma única vez.

Atendendo a que, por força da entrada em vigor dos Estatutos das Unidades Locais de Saúde, E. P. E., os conselhos de administração das unidades locais de saúde passaram a integrar um elemento proposto pela Comunidade Intermunicipal correspondente à respetiva localização, torna-se necessário proceder à nomeação deste vogal executivo, para completar o mandato em curso do atual conselho de administração, nomeado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 61/2017, de 9 de maio.

A remuneração dos membros do conselho de administração desta entidade pública empresarial obedece ao disposto no n.º 5 da Resolução do Conselho de Ministros n.º 18/2012, de 21 de fevereiro, e à classificação atribuída pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 36/2012, de 26 de março, alterada pelas Resoluções do Conselho de Ministros n.os 97/2012, de 21 de novembro, 45/2013, de 19 de julho, e 48/2013, de 29 de julho.

Foi dado cumprimento ao disposto no n.º 1 do artigo 6.º dos Estatutos das Unidades Locais de Saúde, E. P. E., constantes do anexo iii ao Decreto-Lei n.º 18/2017, de 10 de fevereiro, tendo a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela proposto para vogal executivo o licenciado José Francisco Gomes Monteiro.

Foi ouvida, nos termos do n.º 3 do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 71/2007, de 27 de março, alterado pela Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 8/2012, de 18 de janeiro, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 39/2016,, de 28 de julho, a Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública, que se pronunciou favoravelmente sobre a nomeação constante da presente resolução.

Assim:

Nos termos dos artigos 6.º e 13.º dos Estatutos das Unidades Locais de Saúde, E. P. E., constantes do anexo iii ao Decreto-Lei n.º 18/2017, de 10 de fevereiro, dos n.os 2 e 3 do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 71/2007, de 27 de março, alterado pela Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 8/2012, de 18 de janeiro, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 39/2016, de 28 de julho, e da alínea d) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:

1 – Nomear, sob proposta dos Ministros das Finanças e da Saúde e da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, José Francisco Gomes Monteiro, para o cargo de vogal executivo da Unidade Local de Saúde da Guarda, E. P. E., cuja idoneidade, experiência e competências profissionais para o desempenho do cargo são evidenciadas na respetiva nota curricular, que consta do anexo à presente resolução e da qual faz parte integrante.

2 – Estabelecer, de acordo com o disposto no n.º 1 do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 71/2007, de 27 de março, alterado pela Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 8/2012, de 18 de janeiro, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 39/2016, de 28 de julho, que a presente nomeação é feita pelo período restante do mandato em curso dos membros do mesmo conselho de administração.

3 – Determinar que a presente resolução produz efeitos no dia seguinte à data da sua aprovação.

Presidência do Conselho de Ministros, 7 de setembro de 2017. – O Primeiro-Ministro, António Luís Santos da Costa.

ANEXO

Nota curricular

José Francisco Gomes Monteiro, nascido a 12 de agosto de 1958, licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.

Presidente da Câmara Municipal de Celorico da Beira, desde outubro de 2005.

Membro do Conselho Fiscal da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), desde outubro de 2009.

Vice-Presidente do Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM – BSE), desde 2016.

Vogal do Conselho Diretivo da Associação de Municípios da Cova da Beira, desde 2013.

Presidente do Conselho Fiscal da ADRUSE – Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela, desde 2010.

Secretário da Assembleia Intermunicipal da Associação de Municípios da Cova da Beira entre 2009 e 2013.

Vice-Presidente da Assembleia Geral da ADRUSE – Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela entre 2005 e 2009.

Vice-Presidente da Assembleia Intermunicipal da Associação de Municípios da Cova da Beira entre 2005 e 2009.

Entre 1989 e 2005 possuiu um Gabinete de elaboração, acompanhamento e gestão de projetos de obras com renome e destaque no distrito da Guarda.

Entre 1989 e 2005 prestou, simultaneamente, serviços de Engenharia Civil aos Municípios da Meda e Celorico da Beira, os quais solicitavam os seus serviços devido aos seus excelentes conhecimentos técnicos.

Lecionou Matemática nas Escolas Secundárias de Gouveia e Celorico da Beira nos anos letivos de 1985-1986 e 1986-1987, respetivamente.

Ao longo do seu percurso profissional não ficou apenas pelo desempenho das funções inerentes à Engenharia Civil, afirmando-se como responsável pela gestão de um Concelho com 8000 habitantes, localizado no interior do país e que, à data em que iniciou funções, carecia de recursos necessários para satisfazer as prementes necessidades, pautando-se por uma política de fomento de estratégias e projetos que permitissem superar os sentidos obstáculos, programando o desenvolvimento do concelho.»


Veja também:

Nomeação dos Membros do Conselho de Administração da ULS da Guarda