
| Volume 20, nº3, setembro de 2016 |
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Utentes gastaram menos consumindo mais medicamentos
O Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde divulga que os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) despenderam menos 10 milhões de euros em medicamentos, de janeiro a julho deste ano, face ao ano anterior.
Uma redução de 2,5% que não se refletiu, no entanto, no consumo de embalagens, que registou um ligeiro crescimento (0,3%), tal como a despesa do Estado nesta área (0,5%), de acordo com a Autoridade.
A Autoridade revela ainda que, de acordo com o seu relatório de monitorização mensal, este ano foram dispensadas 91 milhões de embalagens nas farmácias comunitárias, que representaram um encargo de 693,5 milhões de euros para o SNS.
A poupança dos utentes deve-se em grande medida ao maior consumo de medicamentos genéricos.
Os dados relativos a julho, disponíveis no site do Infarmed, revelam que a quota de mercado dos genéricos continua em crescimento, fixando-se em 47,4%.
O preço médio global dos medicamentos caiu 9,2% desde 2012, sendo que o utente paga hoje menos 8,9% por cada embalagem. Já o dos genéricos está estável, apesar de ainda assim ser inferior ao preço médio das marcas em 50%, conclui o Infarmed.
Infarmed > relatório de monitorização mensal
Circular dirigida aos Hospitais.
Circular normativa conjunta n.º 10/INFARMED/ACSS
Medicamentos biossimilares.
Circular Informativa Conjunta n.º 8/2016/ACSS/INFARMED/SPMS
Atualização de bens e serviços da área da saúde que devem ser objeto de aquisição centralizada
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Circular Informativa N.º 134/CD/550.20.001. Infarmed Data: 21/09/2016
Para: Divulgação geral
Contacto: Centro de Informação do Medicamento e dos Produtos de Saúde (CIMI); Tel. 21 798 7373; Fax: 21 111 7552; E-mail: cimi@infarmed.pt; Linha do Medicamento: 800 222 444
A Agência Europeia do Medicamento (EMA) confirmou que não há um risco aumentado de contaminação pelo vírus Zika em doentes em tratamento com medicamentos derivados do plasma e urina .
Os medicamentos derivados do plasma e urina são produzidos a partir de fluidos corporais que podem ter origem em países com prevalência do vírus Zika.
Após avaliação, concluiu-se que o processo de fabrico inativa ou remove o vírus Zika do medicamento final, pelo que estes medicamentos não acarretam risco de contaminação, nem há necessidade de medidas de segurança adicionais, como testes ou exclusão de dadores.
Os resultados desta avaliação encontram-se disponíveis no site da EMA.
O Presidente do Conselho Diretivo
Henrique Luz Rodrigues
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Consulte as Orientações CNFT – Associações de dose fixa para tratamento VIH
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O Infarmed publicou o n.º2 da publicação “Recomendações terapêuticas”, com o tema Fenofibrato na insuficiência renal.