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Recolha automatizada de informação: a atividade dos serviços de sangue e medicina transfusional a nível nacional é monitorizada de forma centralizada pelo IPST

  • Despacho n.º 1649/2017 – Diário da República n.º 37/2017, Série II de 2017-02-21
    Saúde – Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde
    Determina que a atividade dos serviços de sangue e medicina transfusional a nível nacional é monitorizada de forma centralizada pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I. P. (IPST, I. P.), no âmbito das suas competências legais, e engloba todas as entidades hospitalares dos setores público, privado e social que devem garantir a recolha automatizada da informação necessária

«Despacho n.º 1649/2017

O XXI Governo Constitucional, no seu programa para a saúde, estabelece como prioridade melhorar a qualidade dos cuidados de saúde, apostando em modelos de governação baseados na melhoria contínua da qualidade, na implementação de medidas de redução de desperdício, de valorização e disseminação das boas práticas e de garantia da segurança do doente.

De acordo com o estabelecido no n.º 1 do artigo 3.º e n.º 2 do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 39/2012, de 16 de fevereiro, compete ao Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I. P. (IPST, I. P.), coordenar e regular, a nível nacional, a atividade da medicina transfusional, aprovando e divulgando, as normas necessárias à organização, funcionamento e articulação dos serviços de sangue e medicina transfusional.

No contexto do Serviço Nacional de Saúde (SNS), tem-se verificado que as recentes ferramentas tecnológicas de divulgação de informação representam uma mudança de paradigma na forma como a informação de saúde é partilhada entre os diversos intervenientes e que, com uma abordagem inovadora e integrada, a apresentação de dados dinâmicos, relevantes, sistemáticos e fiáveis das diversas entidades da saúde concretamente na área do sangue, visa reforçar o empenho e o compromisso no rigor e na transparência da informação, contribuindo para a divulgação de dados sobre acesso, qualidade e eficiência do SNS.

Considerando que só o conhecimento destes dados permite a definição e a implementação de ações de melhoria, concorrendo para uma maior eficiência na área do sangue, justifica-se assim a criação de mecanismos centralizados, promotores do retorno regular de informação integrada, por parte de cada uma das entidades hospitalares.

Assim, ao abrigo do disposto nos artigos 1.º, 2.º, 3.º, alínea d) do n.º 1 do artigo 5.º, e artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 124/2011, de 29 de dezembro, na sua atual redação, determino:

1 – A atividade dos serviços de sangue e medicina transfusional a nível nacional é monitorizada de forma centralizada pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I. P. (IPST, I. P.), no âmbito das suas competências legais, e engloba todas as entidades hospitalares dos setores público, privado e social.

2 – A monitorização prevista no número anterior deve ser realizada de forma contínua, sistemática e fiável, devendo as referidas entidades hospitalares garantir a recolha automatizada da informação necessária.

3 – Para efeitos do disposto no número anterior as entidades hospitalares devem assegurar a recolha e envio automático da informação necessária ao IPST, I. P., de acordo com as especificações e requisitos técnicos estabelecidos pelo IPST, I. P., em articulação com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, E. P. E. (SPMS, E. P. E.).

4 – As entidades hospitalares que, à data do presente despacho, não tenham sistemas de recolha e de reporte automático da informação referida nos números anteriores, dispõem de um prazo máximo de 180 dias para procederem às adaptações que permitam dar cumprimento ao disposto no presente despacho.

5 – As entidades que se enquadrem no âmbito de aplicação do número anterior e enquanto não dispuserem de sistemas que permitam a recolha e o reporte automático da informação devem proceder ao seu registo manual nos termos e de acordo com os requisitos técnicos estabelecidos para o efeito pelo IPST, I. P., em articulação com os SPMS, E. P. E.

6 – O IPST, I. P., procede à publicação mensal, no Portal do SNS, da informação referente às colheitas, reservas e consumo de componentes do sangue de todas as entidades hospitalares, até ao dia 15 do mês seguinte àquele a que se reporta, e elabora relatórios trimestrais de atividade os quais são submetidos à apreciação do membro do Governo responsável pela área da saúde.

7 – As regras relativas ao processo de recolha e de reporte da informação a que se refere o presente despacho são objeto de regulamento do IPST, I. P., o qual será publicado na respetiva página eletrónica e remetido às entidades hospitalares dos setores público, privado e social, no prazo de 5 dias úteis a contar da data de publicação do presente despacho.

8 – O presente despacho entra em vigor no dia 1 de abril de 2017.

14 de fevereiro de 2017. – O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Manuel Ferreira Araújo.»

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33 Milhões de Euros Para aquisição de vacinas e tuberculinas, serviços de limpeza e fornecimento de consumíveis de casa de banho, acordo de cooperação com a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal e serviços combinados de vigilância e segurança humana e de ligação a central de receção e monitorização de alarmes – ARSLVT

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15 Milhões de Euros para aquisição de novas vacinas para o Plano Nacional de Vacinação, serviços de limpeza e fornecimento de consumíveis de casa de banho, e serviços combinados de vigilância e segurança humana e de ligação a central de receção e monitorização de alarmes – ARS Norte

Relatório da Auditoria às Precauções Básicas de Controlo de Infeção e Monitorização da Higiene das Mãos – Análise Evolutiva 2014 – 2015 – DGS

Relatório da Auditoria às PBCI e Monitorização da Higiene das Mãos

O presente relatório divulga os resultados da Auditoria às PBCI Avaliação evolutiva, comparando-se os resultados da avaliação de progresso com os resultados da avaliação diagnóstica, no período entre 2014-2015 e os resultados da monitorização de progresso da taxa de adesão dos profissionais de saúde à Higiene das Mãos – Avaliação evolutiva relativa ao período entre 2011-2015.

Portal do SNS Disponibiliza Dados Para a Monitorização Diária dos Serviços de Urgência

Portal do SNS disponibiliza monitorização diária das urgências

A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) disponibiliza, através do Portal do SNS, dados de monitorização diária dos serviços de urgência.

Através da ferramenta Power BI, a ACSS divulga dados diários sobre, entre outros:

  • Número de episódios de urgência;
  • Números totais e por tipologia de serviço de urgência;
  • Média de tempo de permanência nos serviços;
  • Tempo despendido pelo utente até à triagem e, posteriormente, até à consulta;
  • Monitorização da atividade gripal e outras infeções respiratórias;
  • Número de atendimentos nas urgências por classificação na triagem.

A disponibilização da monitorização diária dos serviços de urgência insere-se no âmbito da política de transparência implementada pelo Ministério da Saúde no último ano.

Para saber mais, consulte:

Portal do SNS > Monitorização Serviços de Urgência

Relatório de Monitorização Mensal de Julho de 2016 e Meses Anteriores – Infarmed

Utentes gastaram menos consumindo mais medicamentos

O Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde divulga que os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) despenderam menos 10 milhões de euros em medicamentos, de janeiro a julho deste ano, face ao ano anterior.

Uma redução de 2,5% que não se refletiu, no entanto, no consumo de embalagens, que registou um ligeiro crescimento (0,3%), tal como a despesa do Estado nesta área (0,5%), de acordo com a Autoridade.

A Autoridade revela ainda que, de acordo com o seu relatório de monitorização mensal, este ano foram dispensadas 91 milhões de embalagens nas farmácias comunitárias, que representaram um encargo de 693,5 milhões de euros para o SNS.

A poupança dos utentes deve-se em grande medida ao maior consumo de medicamentos genéricos.

Os dados relativos a julho, disponíveis no site do Infarmed, revelam que a quota de mercado dos genéricos continua em crescimento, fixando-se em 47,4%.

O preço médio global dos medicamentos caiu 9,2% desde 2012, sendo que o utente paga hoje menos 8,9% por cada embalagem. Já o dos genéricos está estável, apesar de ainda assim ser inferior ao preço médio das marcas em 50%, conclui o Infarmed.

Para saber mais, consulte:

Infarmed > relatório de monitorização mensal

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ADSE: Nomeação da Chefe do Gabinete de Monitorização, Controlo e Gestão da Rede (GMCGR)

Inclui Síntese Curricular.