
Veja as anteriores:

Veja as anteriores:

O projeto conta também com a parceria das câmaras municipais de Guimarães e de Vizela, da Universidade do Minho e do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Alto Ave.
Os objetivos do “Barriguinhas Desportistas” passam por combater o sedentarismo e o aumento ponderal excessivo durante a gestação, assim como, fomentar práticas e estilos de vida saudáveis, nesta fase da vida da mulher.
O programa é gratuito e pode ser integrado por qualquer grávida de Guimarães e Vizela, em qualquer idade gestacional. É constituído por três aulas semanais, lecionadas por professores de educação física, com formação específica nesta área.
Em Guimarães, as aulas decorrerão às terças e quintas, das 18h30 às 19h30, e ainda aos sábados, das 18h às 18h45, no Pavilhão Multiusos.
Em Vizela as aulas terão lugar às segundas, terças e quintas, das 18h30 às 19h30, no Centro Escolar S. Miguel.
Com esta iniciativa, as entidades colaboradoras esperam melhorar a qualidade de vida das grávidas pertencentes aos Concelhos de Guimarães e Vizela.
Hospital da Senhora da Oliveira Guimarães, EPE – http://www.chaa.min-saude.pt/

O Programa de Trabalho para 2015 do 3º Programa de Saúde 2014-2020 sofreu uma recente alteração com a inclusão do projeto Support to Member States under particular migratory pressure in their response to health related challenges.
As atividades previstas neste projeto são as seguintes:
O prazo de candidatura é de 28 de outubro a 12 de novembro, e, ao contrário dos restantes projetos, não implica a construção de uma parceria.
Toda a informação referente a este projeto encontra-se disponível no website da Comissão Europeia e no documento em anexo.
Tendo por objetivo a capacitação dos Médicos para a realização de auditorias internas às Normas Clínicas, a Direção-Geral da Saúde em parceria com a Ordem dos Médicos, vai realizar ações de formação no Porto, Coimbra e Lisboa, de Auditores Internos de Normas Clínicas, de acordo com o programa em anexo.
As inscrição deverão ser feitas através da respetiva Unidade Hospitalar.

O Despacho do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde n.º 4321/2013, de 15 de março, publicado no Diário da República, II Série, n.º 59, de 25 de março, criou um grupo de trabalho para proceder à avaliação da situação nacional dos blocos operatórios em Portugal continental.
Veja aqui o Relatório Final – Avaliação da Situação Nacional dos Blocos Operatórios
O grupo de trabalho definiu como principais objetivos:
A atividade cirúrgica representa uma importante chave de financiamento das organizações hospitalares em muito dependente da dinâmica do bloco operatório. Importa pois garantir que este esteja devidamente enquadrado numa gestão estratégica que garanta a eficiência, a qualidade e o mérito, e que tenha em consideração a dimensão das mais-valias que os profissionais trazem para o sistema.
Considerando que o atual contexto nacional e internacional impõe, por um lado, um esforço adicional na melhor rentabilização da capacidade instalada e, por outro, a garantia constitucional do direito à proteção da saúde, impõem-se a tomada de compromissos exigentes em termos de melhoria do desempenho e rigor na gestão dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Com uma avaliação rigorosa da situação nacional de blocos operatórios e dos respetivos sistemas de informação, é possível determinar a oferta pública existente, de forma a poder formular propostas de como obter a melhor rentabilização da capacidade instalada existente e corrigir eventuais desajustamentos.
A informação que se apresenta no relatório, bem como a sua estrutura, tem por base uma perspetiva de incorporação num sistema de informação dinâmico e integrado, com atualização permanente e que possibilite o planeamento de forma a utilizar eficientemente os recursos existentes na resposta às necessidades da população.
A análise teve por base um questionário remetido às 51 unidades hospitalares do SNS e os dados existentes a nível central, na Administração Central do Sistema de Saúde. A informação é referente a 31 de dezembro de 2014.
Os resultados confirmam uma distribuição assimétrica dos blocos operatórios entre regiões, conforme identificado previamente no âmbito do estudo para a reforma hospitalar.
No que concerne ao cumprimento dos requisitos mínimos em termos de instalações físicas, há uma elevada variação, podendo encontrar-se entidades com elevada percentagem de cumprimento dos referidos requisitos, bem como entidades que cumprem menos requisitos, no seu global. Mesmo entre blocos operatórios da mesma entidade existe variação quanto a estes indicadores.
A maioria das entidades tem implementado mais de 75% dos sistemas e protocolos de qualidade considerados, indiciando a preocupação com a prestação de cuidados de qualidade.
Também a acessibilidade é um indicador com bons resultados na generalidade, encontrando-se os tempos de acesso dentro dos valores definidos como padrão.
A informação obtida quanto aos custos apresenta várias lacunas e incoerências na maioria das respostas, pelo que não foi possível fazer uma análise global. Esta situação pode ser reveladora da dificuldade das entidades em reportar custos, possivelmente por não fazer parte da rotina de gestão o apuramento destes dados ou por não haver um sistema de contabilidade organizado no seio do SNS.
Finalmente, da análise dos indicadores de produtividade resulta um problema de desfasamento entre os recursos humanos disponíveis e o número de salas disponíveis. Tal desfasamento deverá ser devidamente avaliado, sendo imprescindível a definição de qual a procura que deve ser calculada para o SNS e a oferta que consequentemente deve existir. Só depois de ocorrer tal definição será possível afirmar se existem recursos humanos a menos ou capacidade instalada a mais.
As recomendações elaboradas permitem repensar a rede e a estrutura funcional em torno da atividade cirúrgica e equacionar modelos organizacionais que permitam alcançar ganhos de eficiência e de satisfação dos utentes e profissionais e que promovam uma cultura de transparência, assente no mérito e na competência, orientada para a obtenção de ganhos em saúde.
O documento identifica 28 recomendações:
O despacho do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, exarado sobre o Relatório Final do Grupo de Trabalho (GT), referente à Avaliação da Situação Nacional dos Blocos Operatórios, de 22 de outubro de 2015, determina:
Veja aqui o Relatório Final – Avaliação da Situação Nacional dos Blocos Operatórios
Veja aqui a Lista definitiva de candidatos admitidos
Veja aqui a Lista definitiva de candidatos excluídos
Veja aqui a Grelha da Entrevista de Selecção – Ata n.º 4
Veja o Aviso do Diário da República:
Lista definitiva de candidatos admitidos e excluídos do procedimento concursal para provimento de 3 enfermeiros da carreira especial de enfermagem
Veja as publicações anteriores:
Prazo de 10 dias úteis.
Abertura de procedimento concursal comum para preenchimento de um posto de trabalho da carreira e categoria de técnico superior, do mapa de pessoal do IPST, I. P., na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado
Abertura de procedimento concursal comum para preenchimento de um posto de trabalho da carreira e categoria de técnico superior, do mapa de pessoal do IPST, I. P., na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado
Abertura de procedimento concursal comum para preenchimento de um posto de trabalho da carreira e categoria de técnico superior, do mapa de pessoal do IPST, IP, na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado
Abertura de procedimento concursal comum para preenchimento de um posto de trabalho da carreira e categoria de técnico superior, do mapa de pessoal do IPST, IP, na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado