Artigo: Caraterização Virológica dos Vírus da Gripe que Circularam em Portugal na Época 2014 / 2015

Durante a época 2014/2015, foram estudados no Laboratório Nacional de Referência para o Vírus da Gripe (LNRVG), do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Instituto Ricardo Jorge), 903 exsudados da nasofarínge de doentes com síndrome gripal referenciados pela Rede de Médicos-Sentinela, Serviços de Urgência e Obstetrícia e Projeto EuroEVA. Destas amostras, foram identificados 498 casos de infeção pelo vírus da gripe.

A monitorização contínua das propriedades antigénicas e genéticas dos vírus da gripe é essencial, quer para a seleção anual das estirpes virais a incluir na vacina, quer para identificar novas linhas de orientação da terapêutica antiviral. O presente estudo, publicado na última edição do Boletim Epidemiológico do Instituto Ricardo Jorge, descreve as caraterísticas antigénicas e genéticas dos vírus da gripe identificados em Portugal no inverno de 2014/2015.

Os vírus da gripe caraterizados na época 2014/2015 refletem a circulação dos tipos e subtipos dos vírus da gripe detetados. O vírus da gripe do tipo B da linhagem Yamagata, foi predominantemente detetado em co-circulação com o vírus da gripe do subtipo A(H3), este último em número crescente no final do período epidémico. O vírus da gripe do subtipo A(H1) pdm09 foi detetado em reduzido número e de forma esporádica.

Poderá ficar a saber mais sobre este estudo, realizado por Pedro Pechirra, Inês Costa, Paula Cristóvão, Carla Roque, Paula Barreiro, Sílvia Duarte, Ausenda Machado, Ana Paula Rodrigues, Baltazar Nunes e Raquel Guiomar, aqui.

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Aberto Concurso para 1 Enfermeiro – INSA

Prazo de 10 dias úteis. Terminou a 19/01/2016.

«(…) candidatos com ou sem vínculo de emprego público por tempo indeterminado, previamente estabelecido (…)»

  • AVISO N.º 77/2016 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 3/2016, SÉRIE II DE 2016-01-06
    Saúde – Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I. P.

    Procedimento Concursal Comum para o recrutamento de trabalhadores, com ou sem vínculo de emprego público, para o preenchimento de um posto de trabalho previsto, e não ocupado, na categoria de enfermeiro, da carreira especial de enfermagem, do mapa de pessoal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I. P.

    • DECLARAÇÃO DE RETIFICAÇÃO N.º 110/2016 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 24/2016, SÉRIE II DE 2016-02-04
      Saúde – Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I. P.

      Aviso n.º 77/2016, de 6 de janeiro – retificação

      « Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I. P.

      Declaração de retificação n.º 110/2016

      Por ter sido publicado com inexatidão o aviso n.º 77/2016, inserto no Diário da República, 2.ª série, n.º 3, de 6 de janeiro de 2016, página 285 e 286, retifica -se que, onde se lê:

      «[…]9 — Métodos de seleção:

      No presente recrutamento serão aplicados os métodos de seleção ‘avaliação curricular’, com caráter eliminatório, complementada pela ‘entrevista profissional de seleção’ e ‘discussão curricular’ e a ‘prova prática’, nos termos do previsto no artigo 6.º da Portaria n.º 250/2014, de 28 de novembro.

      […]

      9.1 — […]

      a) Avaliação (AC) — […]:»

      deve ler -se:

      «[…]9 — Métodos de seleção:

      No presente recrutamento serão aplicados os métodos de seleção ‘avaliação curricular’, com caráter eliminatório, complementada pela ‘entrevista profissional de seleção’ nos termos do previsto no artigo 6.º da Portaria n.º 250/2014, de 28 de novembro.

      […]

      9.1 — […]

      a) Avaliação Curricular (AC) — […]:»

      8 de janeiro de 2016. — A Diretora de Gestão de Recursos Humanos, Paula Caires da Luz. »

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Folheto Informativo da Campanha “Neste inverno… proteja-se!” – DGS / Infarmed

O Ministério da Saúde, através da Direção-Geral da Saúde e da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (INFARMED), está a promover uma campanha informativa intitulada “Neste inverno… proteja-se!”. O objetivo é incentivar a utilização da Linha Saúde 24 para um acesso mais eficaz aos serviços de saúde e reforçar junto dos cidadãos o uso racional do medicamento, nomeadamente no que diz respeito à utilização de antibióticos sem receita médica.

“Neste inverno, se ficar doente não corra para as urgências nem tome antibióticos sem receita médica, ligue primeiro 808 24 24 24 – Linha Saúde 24” é a mensagem principal da campanha que está a ser divulgada desde 21 de dezembro, através de vários suportes de comunicação como, por exemplo, anúncios na imprensa e rádios nacionais e regionais, multibanco, autocarros e mupis

Dirigida à população em geral, as autoridades de saúde pretendem com esta campanha sublinhar a importância dos cidadãos confiarem na equipa que faz a triagem do seu estado de saúde na Linha Saúde 24, aconselhando ou encaminhando para o serviço mais adequado, evitando deslocações desnecessárias e a utilização indevida de antibióticos para tratar doenças virais, como é o caso da gripe.

Diferenças entre constipação ou gripe, formas de evitar o contágio ou o facto de a gripe ser uma doença que não necessita, na maior parte das vezes, de uma ida às urgências dos hospitais são algumas das outras mensagens que estão a ser transmitidas pela campanha.

Veja o folheto informativo “Neste inverno proteja-se!”

Artigo: Programa Nacional de Diagnóstico Precoce: 35 Anos de Atividade (1979-2014) – INSA

Os programas de rastreio neonatal são programas de saúde pública, com o objetivo de uma deteção precoce de recém-nascidos afetados por determinada patologia, com vista a um início atempado do tratamento, com vista a uma diminuição da morbilidade e mortalidade. Em 2014, comemoraram-se os 35 anos de existência do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce (PNDP), também conhecido como “teste do pezinho”.

Durante este período, foram rastreados para a fenilcetonúria e hipotiroidismo congénito cerca de 3.500.000 recémnascidos (mais de 30% da população atual), aproximadamente 900.000 dos quais foram também rastreados para as restantes doenças hereditárias do metabolismo, e ainda 80.000 para a Fibrose Quística. Desde o início do Programa, houve uma evolução da taxa de cobertura do mesmo sendo que nas últimas décadas foi aproximadamente 100% dos recém-nascidos.

Outro indicador importante do PNDP é a média da idade do recém-nascido na altura da comunicação de resultados positivos. O valor encontra-se atualmente nos 9,9 dias o que é um bom resultado, considerando que a colheita é realizada entre o 3º e o 6º dia de vida. Este indicador já se encontra estável nos últimos 10 anos.

Para conhecer melhor estes e outros indicadores relacionados com os 35 anos de atividade do PNDP, consulte aqui o artigo de Laura Vilarinho, Hugo Rocha, Carmen Sousa, Helena Fonseca, Lurdes Lopes, Ivone Carvalho, Ana Marcão e Paulo Pinho e Costa, publicado no último Boletim “Observações”.

A Gripe é “muitas vezes desvalorizada pela população em geral”, Raquel Guiomar – INSA

Raquel Guiomar, coordenadora do Laboratório Nacional de Referência para o Vírus da Gripe 

O Programa Nacional de Vigilância da Gripe é coordenado pelo Laboratório Nacional de Referência para o Vírus da Gripe, que funciona no Instituto Ricardo Jorge. A coordenadora deste serviço, Raquel Guiomar, dá uma breve entrevista sobre a gripe, doença que, na sua opinião, é “muitas vezes desvalorizada pela população em geral”. A vacinação, alerta a especialista, é a forma mais eficaz de prevenir a doença.

Quais são as principais vantagens para o país de uma monitorização do vírus da gripe como a que é feita no âmbito do Programa Nacional de Vigilância da Gripe?

O Programa Nacional de Vigilância da Gripe permite descrever em cada inverno a atividade gripal em Portugal com elevado rigor, integrando informação proveniente das componentes clínica e laboratorial. A componente clínica permite monitorizar a intensidade, dispersão geográfica e evolução da epidemia de gripe. A componente laboratorial deteta e carateriza os vírus da gripe em circulação durante os meses de inverno, permitindo avaliar as semelhanças com os vírus da gripe que circulam a nível mundial e com os vírus da gripe que integram a composição da vacina antigripal sazonal, bem como monitorizar a suscetibilidade do vírus aos antivirais.

Que papel assume o Laboratório Nacional de Referência para o Vírus da Gripe neste Programa?

O Laboratório Nacional de Referência para o Vírus da Gripe coordena, em Portugal, o Programa Nacional de Vigilância da Gripe, em estreita colaboração com o Departamento de Epidemiologia do Instituto Ricardo Jorge e a Direção-Geral da Saúde. Este Laboratório é, desde 1954, o mais antigo ponto de contato nacional com a Rede Europeia de Vigilância da Gripe coordenada pela Organização Mundial da Saúde. O laboratório tem como papel fundamental a deteção dos vírus da gripe sazonais, que normalmente infetam o Homem, bem como a deteção de novos vírus da gripe com origem zoonótica de elevado potencial pandémico que representem uma ameaça para a saúde pública.

Considera que a gripe é uma doença que é devidamente valorizada pela população?

A Gripe é ainda hoje uma doença muitas vezes desvalorizada pela população em geral. É crucial continuar a sensibilização da população para os riscos e complicações da infeção respiratória provocada pelo vírus da gripe, especialmente nos grupos de risco, que incluem os indivíduos com idade superior a 65 anos, os doentes crónicos, imunodeprimidos e as grávidas. Neste seguimento, tem vindo a ser recomendada a vacina antigripal sazonal para os grupos anteriormente referidos, sabendo ser esta a forma mais eficaz de prevenir a doença e evitar as complicações.

Que conselhos deixa aos cidadãos sobre a melhor forma de prevenir o contágio por este vírus?

O vírus da gripe transmite-se pessoa a pessoa através de gotículas de secreções respiratórias que são emitidas através da tosse ou espirros. A inalação destas gotículas permite que o vírus penetre na mucosa do trato respiratório onde se multiplica provocando a infeção e a doença – a Gripe. Para evitar a transmissão deste vírus e de outros vírus respiratórios é importante respeitar a etiqueta respiratória utilizando lenços descartáveis quando se espirra ou tosse, efetuar a lavagem frequente das mãos, limpar objetos que possam estar contaminados, evitar o contacto com pessoas com gripe e se estiver doente evitar contactos próximos com outros indivíduos e espaços fechados com elevado número de pessoas.

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Bolsa de Investigação do Projeto “De pequenas moléculas bioativas a uma abordagem ÓMICA integrada” – INSA

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, Departamento de Saúde Ambiental, abre Concurso para atribuição de uma Bolsa de Investigação (BI), a candidatos (F/M), com o grau de Mestre, no âmbito do Projeto “De pequenas moléculas bioativas a uma abordagem ÓMICA integrada: Ferramentas de Espectrometria de Massa para a compreensão mecanística de propriedades farmacológicas e funcionais, toxicidade e respostas ao stress”, com a referência RECI/QEQ-MED/330/2012, com o apoio financeiro da FCT/MEC através de fundos nacionais (PIDDAC).

 BOLSA DE INVESTIGAÇÃO PROJETO “DE PEQUENAS MOLÉCULAS BIOACTIVAS A UMA ABORDAGEM ÓMICA INTEGRADA”
Data Limite : 24-12-2015

Anúncio para atribuição de Bolsa de Investigação

no âmbito do Projeto “De pequenas moléculas bioativas a uma abordagem ÓMICA integrada: Ferramentas de Espectrometria de Massa para a compreensão mecanística de propriedades farmacológicas e funcionais, toxicidade e respostas ao stress”
Ref.ª RECI/QEQ-MED/330/2012

EDITAL

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, Departamento de Saúde Ambiental, abre Concurso para atribuição de uma Bolsa de Investigação (BI), a candidatos (F/M), com o grau de Mestre, no âmbito do Projeto com a referência RECI/QEQ-MED/330/2012, com o apoio financeiro da FCT/MEC através de fundos nacionais (PIDDAC), nas seguintes condições:

Área Cientifica: Biologia Celular

Requisitos de admissão: Mestrado em Ciências Farmacêuticas, Biologia, Química, Engenharia Química, Engenharia Biológica, ou área afim, com classificação de 2º ciclo igual ou superior a 15 valores.

Requisitos Preferenciais:

  • Dois ou mais anos de experiência pós-graduada em biologia celular (Cultura celular, Ensaios de citotoxicidade, Microscopia, Fracionamento de componentes celulares; Citometria de fluxo; Western-Blot);
  • Comprovado interesse e capacidade para seguir uma abordagem multidisciplinar;
  • Bom domínio da língua inglesa oral e escrita;
  • Disponibilidade imediata.

Plano de trabalhos: Avaliação dos mecanismos envolvidos na citotoxicidade de hidrocarbonetos policilicos aromáticos (PAHs) em linhas celulares humanas. O papel desempenhado pela morte celular induzida por necrose e apoptose serão investigados utilizando técnicas de microscopia de fluorescência, citometria de fluxo e western blot. A distribuição intracelular de reguladores destes processos será avaliada por técnicas de marcação antigénio-anticorpo analisadas por microscopia. A quantificação da concentração intracelular dos PAHs, e seus metabolitos, em geral ou em compartimentos celulares específicos (p.e. mitocôndrias) será efetuada por LC-MS/MS.  Apoio à elaboração de artigos e/ou comunicações científicas para divulgação dos resultados obtidos.

Legislação e regulamentação aplicável: Estatuto do Bolseiro de Investigação, aprovado pela Lei Nº. 40/2004, de 18 de Agosto, na redação dada pela Lei n.º 12/2013, de 29 de janeiro. O Regulamento de Bolsas de Investigação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. (aprovado pelo Regulamento n.º 234/2012, de 25 de junho, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 12, devidamente atualizado), e ainda o Regulamento de Bolsas Ricardo Jorge, publicado no Diário da República – II Série, aviso n.º 7344/2005 (2ª série), de 17 de agosto de 2005.

A DGRH-Bolsas assume as competências do Núcleo do Bolseiro, cujas regras básicas de funcionamento, são entre outras: a responsabilidade de prestar aos bolseiros toda a informação relativa ao seu Estatuto, servir de elo de ligação entre os bolseiros e a Instituição acolhendo e tratando os processos dos bolseiros. A DGRH-Bolsas funciona, nos dias úteis, no horário de atendimento ao público regulamentado, nesta Instituição. Os Bolseiros devem ainda respeitar e sem prejuízo de outra legislação em vigor, as regras de funcionamento interno da Instituição.

Duração e Regime da Atividade: A bolsa terá a duração de 5 meses com início previsto para Janeiro de 2016, eventualmente renovável, conforme regulamentação supramencionada, nomeadamente o Estatuto do Bolseiro de Investigação (Lei n,º 40/2004, de 18 de Agosto) e decorrerá em regime de exclusividade.

Local de trabalho: As atividades serão desenvolvidas, maioritariamente, na Unidade de  Investigação & Desenvolvimento, do Departamento de Saúde Ambiental na sede do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, podendo haver necessidade de deslocações no âmbito do projeto.

Orientação Científica: O trabalho será coordenado pela Doutora Luísa Jordão, Investigadora Auxiliar Convidada, Departamento de Saúde Ambiental do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.

Método de seleção: Serão excluídos os candidatos que não cumpram os requisitos obrigatórios e que não apresentem a documentação necessária. Os métodos e critérios de seleção e sua valoração são os seguintes:  Avaliação curricular (Formação académica) 50%; Experiência profissional e formação complementar até 25%; Experiência em investigação científica nas áreas relevantes para o projeto até 25%.  Em situação de empate os  candidatos/as poderão ser chamados a uma entrevista presencial, que não constitui um método de seleção e não é classificada, destinando-se apenas à obtenção de esclarecimentos sobre os currículos.

Constituição do Júri: Doutora Maria Luísa Forte Marques Jordão, Investigadora Auxiliar Convidada do Instituto Ricardo Jorge (presidente); Professora Doutora Maria Matilde Marques, Professora Associada do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa (vogal efetiva); Doutora Maria João Aleixo da Silva, Investigadora Auxiliar da Carreira de Investigação Científica do Instituto Ricardo Jorge (vogal efetiva); Doutora  Maria Henriqueta Dias Lourenço Garcia Louro (vogal suplente) e Mestre Maria Helena Cunha Cardoso Vaz Rebelo (vogal suplente).

Remuneração: De acordo com a tabela de valores para bolsas nacionais atribuídas pela FCT constante no regulamento de bolsas de investigação. O Bolseiro usufrui, ainda, de Seguro Social Voluntário e de um Seguro de Acidentes Pessoais ou equivalente.

Apresentação das candidaturas: As candidaturas devem ser formalizadas, obrigatoriamente por correio eletrónico, através do envio de carta de motivação acompanhada dos seguintes documentos: identificação do(a) candidato(a) (nome completo, cartão de cidadão ou passaporte, morada, contacto de e-mail), Curriculum Vitae detalhado (Europass ou similar), certificados de habilitações com discriminação de disciplinas e classificações, comprovativos de estágios e/ou outras atividades desenvolvidas e ainda, pelo menos, um contato para obtenção de referências. Poderão ser também enviados outros documentos considerados relevantes pelo(a) candidato(a).

As candidaturas deverão ser enviadas por e-mail para:

Maria Luísa Jordão
E-Mail: maria.jordao@insa.min-saude.pt

Os(As) candidato(a)s devem conservar o recibo de entrega e/ou leitura como comprovativo de receção.

Data de início e de conclusão do prazo do Concurso: 11-12-2015 a 24-12-2015

Forma de publicitação/notificação dos resultados e outras informações: Os resultados do concurso serão comunicados aos candidatos através de correio eletrónico, com recibo de entrega. Após o envio do resultado da candidatura, considerar-se-á automaticamente notificado para consultar o processo se assim o desejar e pronunciar-se em sede de audiência prévia no prazo máximo de 10 dias úteis, a contar da data de receção do email. O candidato selecionado deve declarar, por escrito, a sua aceitação. Salvo apresentação de justificação atendível, a falta de declaração dentro do prazo requerido (10 dias) equivale à renúncia da bolsa. Em caso de impedimento de aceitação da bolsa pelo primeiro candidato selecionado, a opção será o segundo qualificado (e assim sucessivamente) de acordo com a lista ordenada pelo Júri do concurso, a constar em Ata. O Júri do concurso reserva o direito de não atribuir a bolsa caso nenhum dos candidatos demonstre ter o perfil adequado para desenvolver o trabalho proposto.  A lista final de classificação será afixada em local visível, na Ala da Direção de Gestão de Recursos Humanos, piso 2, deste Instituto.

Folhetos Informativos – Perguntas Frequentes Sobre Gripe Sazonal, Cuidados a Ter, O Que Fazer

A gripe é uma doença aguda viral que afeta predominantemente as vias respiratórias e ocorre, geralmente, entre novembro e março, no hemisfério Norte, e entre abril e setembro, no hemisfério Sul, pelo que é designada por sazonal. Aqui ficam algumas das principais informações sobre uma das medidas mais eficazes para reduzir o risco de contrair esta doença: a vacinação.

A vacina contra a gripe funciona?
Sim. A vacinação reduz muito o risco de contrair a infeção e se a pessoa vacinada for infetada terá uma doença mais ligeira.

A vacina pode provocar a gripe?
Não. A vacina contra a gripe não contém vírus vivos, pelo que não pode provocar a doença. No entanto, as pessoas vacinadas podem contrair outras infeções respiratórias virais que ocorrem durante a época de gripe.

A vacina dá proteção a longo prazo?
Não, porque o vírus muda constantemente, surgindo novos tipos de vírus para os quais as pessoas não têm imunidade e a vacina anterior não confere proteção adequada. Além disso a imunidade conferida pela vacina não é duradoura.

Quem deve ser vacinado contra a gripe?
Devem ser vacinadas as pessoas que têm maior risco de sofrer complicações depois da gripe:

  • Pessoas com 65 e mais anos de idade, principalmente se residirem em instituições;
  • As pessoas com mais de 6 meses de idade que sofram de:
    • Doenças crónicas dos pulmões, do coração, dos rins ou do fígado;
    • Diabetes em tratamento (comprimidos ou insulina);
    • Outras doenças que diminuam a resistência às infeções.

Quem não deve ser vacinado contra a gripe?
As pessoas com alergia grave ao ovo ou que tenham tido uma reação alérgica grave a uma dose anterior de vacina contra a gripe.

Quando deve ser feita a vacinação?
A vacinação deve ser feita, preferencialmente até ao final do ano, podendo, no entanto, decorrer durante todo o Outono e Inverno.

Quem pode fazer a vacina gratuitamente?
As pessoas com 65 anos ou mais podem fazer a vacina gratuitamente nos centros de saúde, sem receita médica, guia de tratamento e sem pagar taxa moderadora. As pessoas pertencentes a grupos de risco residentes em instituições ou internadas também podem vacinar-se gratuitamente.

Onde se compra a vacina?
As pessoas com menos de 65 anos podem comprar a vacina nas farmácias com receita médica e é comparticipada.

Como se deve guardar a vacina?
Depois de comprada, a vacina deve ser administrada logo que possível. Se a levar para casa para administração posterior, a vacina deve ser conservada dentro da embalagem, no frigorífico, entre +2º e +8ºC (nas prateleiras do meio do frigorífico e não na porta).

Para saber mais sobre a gripe, consulte ainda os seguintes materiais informativos:

Folheto Informativo – Perguntas frequentes sobre gripe sazonal
Folheto Informativo – Cuidados a ter, o que fazer, perguntas e respostas

Fonte: Direção-Geral da Saúde / Microsite da Gripe

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