Prémio Europeu para Serviços Públicos: Prorrogação de Candidaturas para o EPSA 2017 até 1 de maio

O Instituto Europeu de Administração Pública (EIPA) resolveu prorrogar o prazo de candidatura, até ao dia 1 de maio de 2017, para a edição de 2017 do Prémio Europeu para Serviços Públicos (EPSA), com o objetivo de reconhecer as melhores práticas na Administração Pública Europeia.

No âmbito do tema global “Um Sector Público Inovador em 2017 – Novas Soluções para Desafios Complexos”, o EPSA 2017 procura mostrar e premiar os casos, apresentados pelas administrações públicas, que demonstraram uma abordagem inovadora da prestação de serviços públicos e da elaboração de políticas para os sistemas cada vez mais complexos, difíceis de abordar e, muitas vezes, desafios multidimensionais enfrentados pelo sector público na Europa.

Na última edição do EPSA, em 2015, foram atribuídos 64 Certificados de Boas Práticas (Best Practice Certificates), sendo nove destes atribuídos a projetos nacionais. Na área da saúde, foram reconhecidas duas iniciativas: a Plataforma de Dados da Saúde (PDS), desenvolvida pela SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, na categoria que engloba projetos de organizações de âmbito europeu, nacional ou regional, e o projeto “Anatomia Patológica Digital”, do Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE, na categoria que reúne as iniciativas de âmbito local.

O sistema de prémios está aberto a instituições do sector público europeu de todos os níveis administrativos, bem como a empresas do sector público, agências e parcerias público-privadas.

O principal candidato deve ser uma instituição ou autoridade do sector público. Outros candidatos, em consórcio, por exemplo, podem ser empresas privadas, instituições semipúblicas, organizações não governamentais (ONG), universidades ou instituições de formação.

Para saber mais, consulte:

EPSA 2017 > www.epsa2017.eu/ (em inglês)

EPSA 2017 > Brochura (em inglês)

Sarampo em Portugal: Casos de sarampo preocupam DGS. Vacina deve ser administrada!

O Diretor-Geral da Saúde, Francisco George, afirma que existe “uma grande preocupação” com os cinco casos de sarampo registados em Portugal, porque a doença estava eliminada do país “devido a um programa eficaz” de vacinação.

“Estamos realmente preocupados, porque o sarampo estava eliminado e tínhamos sido, até aqui, um país livre da doença, devido ao programa de vacinação, sobretudo das crianças, com uma vacina que deve ser administrada aos 12 meses de idade”, acrescentou o responsável.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) revelou, no dia 7 de abril, que Portugal regista, desde o início do ano, cinco casos de sarampo, um no Norte e quatro no Algarve, estes últimos detetados no mês de março, esclarecendo que os casos estão a ser investigados, porque é preciso perceber como é que as crianças, que não estavam vacinadas, adquiriram a doença.

Francisco George referiu que Portugal estava avisado para o surgimento de eventuais casos de sarampo, “depois de a Organização Mundial da Saúde ter comunicado que havia esse risco, quando identificou bolsas importantes da população que não vacinavam os seus filhos”.

“Apesar da pouca expressão de crianças não vacinadas em Portugal, estávamos avisados e numa posição muito atenta, com o reforço da vigilância”, sublinhou.

Segundo o Diretor-Geral da Saúde, a vacina é para ser administrada aos 12 meses de idade, com um reforço aos 5 anos, sendo muito eficaz na proteção do sarampo.

“O nosso apelo é para que todas as crianças destas idades tenham a vacina em dia e que os pais e mães não deixem de vacinar as crianças, porque não podem dispor do destino da saúde dos seus filhos, as crianças não podem ter a sua saúde exposta a riscos, porque não têm poder de decisão”, destacou.

Francisco George alertou ainda para o perigo que o sarampo representa, sendo uma das infeções virais mais contagiosas, cuja transmissão é feita à distância, por via aérea, através de gotículas ou aerossóis.

“Uma criança que tenha sarampo, antes mesmo de surgir a expressão cutânea, uma vermelhidão [as manchas vermelhas] que designamos por exantema, são manchas que acompanham um quadro respiratório catarral, o muco nasal, expetoração e outros sintomas como os olhos pegados”, indicou.

“A vacinação do sarampo começou há cerca de 35 anos e, portanto, são poucos os médicos que conhecem o sarampo. É, por isso, que estamos preocupados. Estamos a falar de uma doença que tinha um diagnóstico fácil quando era frequente”, concluiu o Diretor-Geral da Saúde.

Veja também:

Portal do SNS > Casos de Sarampo na Europa

Veja todas as relacionadas em:

Norma DGS: Hepatite A – Substitui e Revoga a Orientação Anterior

Norma dirigida aos Médicos e Enfermeiros do Sistema de Saúde.

Norma nº 003/2017 de 09/04/2017

Hepatite A. Revoga as Orientações da Direção-Geral da Saúde nº 004/2017, revista a 31 de março e nº 005/2017, de 2 de abril.

Informação do Portal SNS:

DGS emite norma para os profissionais de saúde

Considerando o aumento do número de casos de hepatite A, notificados na Europa e em Portugal e o contexto da escassez internacional de vacinas, a Direção-Geral da Saúde (DGS) emitiu uma norma, na qual esclarece:

  • Devem ser aconselhadas medidas que visem reforçar e complementar a prevenção da hepatite A: higiene pessoal, familiar e doméstica, com particular ênfase na lavagem frequente das mãos, região genital e perianal, antes e após a relação sexual;
  • Não são administradas segundas doses de vacina. Os cidadãos a quem já tiver sido administrada uma dose da vacina contra a hepatite A no decurso da sua vida devem ser tranquilizados e informados que uma dose permite a eficácia desejada;
  • A título excecional, são apenas elegíveis, após validação por parte da DGS, os viajantes com destino a países endémicos para hepatite A.

Segundo a norma da DGS, emitida a 9 de abril, são elegíveis para vacinação os contactos de pessoas com hepatite A (coabitantes e contactos sexuais) que deverão ser vacinados até 2 semanas após a última exposição.

As vacinas da hepatite A administradas no âmbito deste surto passam a ser gratuitas e com isenção de taxas moderadoras.

Também são elegíveis para vacinação homens que praticam sexo anal ou oro-anal com outros homens e que se deslocam ou vivem em locais afetados pelo atual surto.

Quanto aos viajantes com destino a países endémicos para a hepatite A só são elegíveis para vacinação a título excecional, devendo o médico prescritor da vacina contactar previamente a DGS.

No caso dos homens que têm sexo anal e oro-anal com outros homens deve ser administrada uma dose única de vacina em formulação pediátrica. Mesmo quem tenha prescrição médica para a vacina de adulto deve ser vacinado com dose única da vacina pediátrica, sem necessidade de nova receita.

Em relação aos contactos próximos (que habitam ou têm relações sexuais) com doentes com hepatite A, deve ser dada dose única da vacina em formulação adequada à idade de cada pessoa.

No caso de ter sido ultrapassado o limite de duas semanas a seguir à exposição ou ao contacto com a pessoa com hepatite A, a vacina não está indicada. A DGS aconselha então os utentes a estarem vigilantes relativamente a eventuais sintomas e a reforçar medida para evitar a transmissão.

Os contactos serão preferencialmente identificados pelo médico que diagnosticou a infeção e que deverá prescrever a vacina.

Os médicos devem avaliar criteriosamente a decisão de vacinar pessoas com mais de 55 anos, exceto se portadores de doença hepática crónica, VHB, VHC, VIH ou outra.

Caberá a cada Administração Regional de Saúde e às Secretarias Regionais das Regiões Autónomas informar sobre os locais de vacinação em cada região. Os sites destas entidades e da DGS devem também divulgar esta informação.

A DGS informa, ainda, que a presente Norma revoga as Orientações da Direção-Geral da Saúde nº 004/2017, revista a 31 de março e nº 005/2017, de 2 de abril. A presente Norma é alvo de atualização sempre que tal se justifique.

Para saber mais, consulte:

DGS > Norma n.º 003/2017 de 09/04/2017

Museu da Saúde inaugura exposição “800 Anos de Saúde em Portugal” a 7 de Abril – INSA

06-04-2017

imagem do post do Museu da Saúde inaugura exposição “800 Anos de Saúde em Portugal”

O Instituto Ricardo Jorge inaugura, dia 7 abril, a partir das 14:30, no futuro espaço-sede do Museu da Saúde, a exposição “800 Anos de Saúde em Portugal”. A mostra pretende assinalar o início do projeto de instalação do Museu da Saúde, situado no antigo edifício do Serviço de Neurocirurgia do Hospital de Santo António dos Capuchos, em Lisboa.

A exposição “800 Anos de Saúde em Portugal” apresenta a história da saúde em Portugal, desde a fundação da nacionalidade até ao nascimento do Serviço Nacional de Saúde. Para tal, foram reunidas cerca de 400 peças, provenientes das coleções do Museu da Saúde e de acervos de instituições parceiras como o Centro Hospitalar Lisboa Central, o Museu de História Natural e da Ciência, o Museu Egas Moniz, a Cruz Vermelha Portuguesa e o Centro de Medicina Laboratorial Germano de Sousa.

Abrindo com uma cronologia dos museus de saúde e medicina portugueses e acompanhando as etapas do progresso técnico-científico, a história epidemiológica, o desenvolvimento dos serviços assistenciais e das políticas sanitárias, a mostra percorre seis momentos-chave: A fundação dos primeiros serviços de saúde na Idade Média e dos primeiros hospitais régios em finais do século XV; Os avanços da farmacopeia e da medicina no período moderno; O desenvolvimento das políticas sanitárias nacionais; As grandes inovações técnico-científicas que alteraram os cuidados de saúde; A luta contra as doenças endémicas no século XX; Os serviços de saúde no século XX.

De acordo com a coordenadora do Museu da Saúde, Helena Rebelo de Andrade, a inauguração desta exposição “marca a designação do espaço-sede e abre um novo capítulo na vida do Museu da Saúde, dando voz ao desejo de todos os que têm lutado pela defesa do património cultural, histórico, simbólico e urbanístico da Colina de Santana, o maior e mais importante conjunto do património da medicina e saúde do nosso país”.

A exposição “800 Anos de Saúde em Portugal” poderá ser visitada, gratuitamente, às quartas-feiras, entre as 14:30 e as 18:00. Nos restantes dias úteis, é necessário efetuar marcação, através do email museudasaude@insa.min-saude.pt ou dos telefones (+351) 217 508 159 / 217 526 470.

O património cultural da Saúde é diversificado e valioso, tendo sido usado e acumulado ao longo de mais de oito séculos. Com a missão de apoiar e potenciar a preservação, inventário e divulgação destes bens culturais móveis e imóveis, o Ministério da Saúde criou, em 2007, o Museu da Saúde, que promove, a nível nacional, uma política integrada de preservação do património cultural da saúde.

Informação do Portal SNS:

Instituto Ricardo Jorge inaugura exposição no Hospital dos Capuchos

O Instituto Ricardo Jorge inaugura, dia 7 abril, pelas 14h30, no futuro espaço-sede do Museu da Saúde, a exposição “800 Anos de Saúde em Portugal”. A mostra pretende assinalar o início do projeto de instalação do Museu da Saúde, situado no antigo edifício do Serviço de Neurocirurgia do Hospital de Santo António dos Capuchos, em Lisboa.

A exposição “800 Anos de Saúde em Portugal” apresenta a história da saúde em Portugal, desde a fundação da nacionalidade até ao nascimento do Serviço Nacional de Saúde. Para tal, foram reunidas cerca de 400 peças, provenientes das coleções do Museu da Saúde e de acervos de instituições parceiras como o Centro Hospitalar Lisboa Central, o Museu de História Natural e da Ciência, o Museu Egas Moniz, a Cruz Vermelha Portuguesa e o Centro de Medicina Laboratorial Germano de Sousa.

Abrindo com uma cronologia dos museus de saúde e medicina portugueses e acompanhando as etapas do progresso técnico-científico, a história epidemiológica, o desenvolvimento dos serviços assistenciais e das políticas sanitárias, a mostra percorre seis momentos-chave:

  • A fundação a fundação dos primeiros serviços de saúde na Idade Média e dos primeiros hospitais régios em finais do século XV;
  • Os avanços da farmacopeia e da medicina no período moderno;
  • O desenvolvimento das políticas sanitárias nacionais;
  • As grandes inovações técnico-científicas que alteraram os cuidados de saúde;
  • A luta contra as doenças endémicas no século XX;
  • Os serviços de saúde no século XX.

De acordo com a coordenadora do Museu da Saúde, Helena Rebelo de Andrade, a inauguração desta exposição “marca a designação do espaço-sede e abre um novo capítulo na vida do Museu da Saúde, dando voz ao desejo de todos os que têm lutado pela defesa do património cultural, histórico, simbólico e urbanístico da Colina de Santana, o maior e mais importante conjunto do património da medicina e saúde do nosso país”.

A exposição “800 Anos de Saúde em Portugal” poderá ser visitada, gratuitamente, às quartas-feiras, entre as 14:30 e as 18:00. Nos restantes dias úteis, é necessário efetuar marcação, através do email museudasaude@insa.min-saude.pt ou dos telefones (+351) 217 508 159 / 217 526 470.

O património cultural da Saúde é diversificado e valioso, tendo sido usado e acumulado ao longo de mais de oito séculos. Com a missão de apoiar e potenciar a preservação, inventário e divulgação destes bens culturais móveis e imóveis, o Ministério da Saúde criou, em 2007, o Museu da Saúde, que promove, a nível nacional, uma política integrada de preservação do património cultural da saúde.

Além de exposições e atividades educativas e culturais, dirigidas aos mais variados públicos, o Museu da Saúde tem desenvolvido vários programas de sensibilização e formação de técnicos e profissionais da saúde para a conservação e valorização das coleções nos seus locais de origem. Neste contexto, foi elaborado um Manual de Inventário do Património Museológico da Saúde (2012) e encontra-se a preparar um Thesaurus de Instrumentos e Coleções de Ciências da Saúde em língua portuguesa.

Para saber mais, consulte:

Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge – Notícias

Mais informação do Portal SNS:

Instituto Ricardo Jorge inaugura exposição no Hospital dos Capuchos

O Instituto Ricardo Jorge inaugurou, dia 7 abril, no futuro espaço-sede do Museu da Saúde, a exposição “800 Anos de Saúde em Portugal”. A cerimónia de inauguração contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do Ministro da Cultura, Luís Castro Mendes, e do Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, entre outros ilustres convidados.

A mostra pretende assinalar o início do projeto de instalação do Museu da Saúde, situado no antigo edifício do Serviço de Neurocirurgia do Hospital de Santo António dos Capuchos, em Lisboa.

A exposição “800 Anos de Saúde em Portugal” apresenta a história da Saúde em Portugal, desde a fundação da nacionalidade até ao nascimento do Serviço Nacional de Saúde. Para tal, foram reunidas cerca de 400 peças, provenientes das coleções do Museu da Saúde e de acervos de instituições parceiras, como o Centro Hospitalar Lisboa Central, o Museu de História Natural e da Ciência, o Museu Egas Moniz, a Cruz Vermelha Portuguesa e o Centro de Medicina Laboratorial Germano de Sousa.

imagem do post do Museu da Saúde inaugura exposição “800 Anos de Saúde em Portugal”

Abrindo com uma cronologia dos museus de saúde e medicina portugueses e acompanhando as etapas do progresso técnico-científico, a história epidemiológica, o desenvolvimento dos serviços assistenciais e das políticas sanitárias, a mostra percorre seis momentos-chave:

  • A fundação dos primeiros serviços de saúde na Idade Média e dos primeiros hospitais régios em finais do século XV;
  • Os avanços da farmacopeia e da medicina no período moderno;
  • O desenvolvimento das políticas sanitárias nacionais;
  • As grandes inovações técnico-científicas que alteraram os cuidados de saúde;
  • A luta contra as doenças endémicas no século XX;
  • Os serviços de saúde no século XX.

De acordo com a coordenadora do Museu da Saúde, Helena Rebelo de Andrade, a inauguração desta exposição “marca a designação do espaço-sede e abre um novo capítulo na vida do Museu da Saúde, dando voz ao desejo de todos os que têm lutado pela defesa do património cultural, histórico, simbólico e urbanístico da Colina de Santana, o maior e mais importante conjunto do património da Medicina e Saúde do nosso país”.

A exposição “800 Anos de Saúde em Portugal” poderá ser visitada, gratuitamente, às quartas-feiras, entre as 14h30 e as 18h00. Nos restantes dias úteis, é necessário efetuar marcação, através do email museudasaude@insa.min-saude.pt ou dos telefones (+351) 217 508 159 / 217 526 470.

O património cultural da Saúde é diversificado e valioso, tendo sido usado e acumulado ao longo de mais de oito séculos. Com a missão de apoiar e potenciar a preservação, inventário e divulgação destes bens culturais móveis e imóveis, o Ministério da Saúde criou, em 2007, o Museu da Saúde, que promove, a nível nacional, uma política integrada de preservação do património cultural da saúde.

Além de exposições e atividades educativas e culturais, dirigidas aos mais variados públicos, o Museu da Saúde tem desenvolvido vários programas de sensibilização e formação de técnicos e profissionais da saúde para a conservação e valorização das coleções nos seus locais de origem. Neste contexto, foi elaborado um Manual de Inventário do Património Museológico da Saúde (2012) e encontra-se a preparar um Thesaurus de Instrumentos e Coleções de Ciências da Saúde em língua portuguesa.

Para saber mais, consulte:

Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge – Notícias

Dispositivos médicos: Comparticipação a 100% para ostomizados e incontinentes

 

Desde o passado dia 1 abril que estão disponíveis, sem custos para o utente, através do regime de comparticipação a 100%, os dispositivos médicos para apoio a doentes ostomizados ou com incontinência ou retenção urinária aos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS), como referido nos diplomas legais aplicáveis, sendo a respetiva dispensa feita nas farmácias comunitárias.

Neste âmbito, todos os dispositivos médicos em que os fabricantes tenham requerido a inclusão nos referidos regimes, e a mesma tenha sido deferida, passam a constar de listagem publicada no site do Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde.

A partir do próximo dia 10 de abril, a prescrição destes produtos passa a ser efetuada exclusivamente por prescrição médica por via eletrónica (sem prejuízo das exceções legalmente previstas), de forma estruturada.

O XXI Governo Constitucional, no seu programa para a saúde, estabelece como prioridade, defender o Serviço Nacional de Saúde e promover a saúde dos Portugueses. Para o efeito, o Governo garante o acesso aos doentes com incontinência ou retenção urinária, bem como os dispositivos necessários aos pacientes ostomizados a material, produtos e acessórios, melhorando assim a sua qualidade de vida e integração social.

Para saber mais, consulte:

Nova Central de Colheitas no CHLN: Hospital de Santa Maria conta novo espaço para análises clínicas

A nova central de colheitas do Serviço de Patologia Clínica do Hospital de Santa Maria (HSM), em Lisboa, já está em atividade, desde o dia 30 de março, na recém-inaugurada área de ambulatório (ex-farmácia comercial), onde atualmente, já funciona o balcão de dispensa de medicamentos do Serviço de Gestão Técnico-Farmacêutica, área com excelentes condições de trabalho e de atendimento, no exterior do edifício.

De acordo com um comunicado emitido pelo Hospital Santa Maria, que integra o Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), estas são duas áreas primordiais dentro da prestação de cuidados ambulatórios, com uma ampla afluência diária de doentes e acompanhantes, sendo que, na central de colheitas, a média diária tem sido aproximadamente de 650 utentes.

A nova central irá disponibilizar 11 postos de colheita, mobilados e equipados de acordo com renovados padrões de qualidade.

A decisão de criação de um novo espaço baseou-se nos constrangimentos funcionais outrora existentes, consequentes do amplo número de atendimento diário de utentes em espaços com limitações de vária ordem, localizada no interior do edifício e numa área de intensa circulação de doentes e profissionais, lê-se na nota do CHLN.

A decisão de criação de um novo espaço baseou-se nos constrangimentos funcionais outrora existentes, consequentes do amplo número de atendimento diário de utentes em espaços com limitações de vária ordem, localizada no interior do edifício e numa área de intensa circulação de doentes e profissionais.

Assim, a nova central de colheitas do Serviço de Patologia Clínica do HSM, reflete uma clara melhoria nas condições de atendimento aos utentes de ambulatório, visa a melhoria da qualidade da prestação de cuidados, o aumento da segurança e das boas práticas clínicas e a melhoria das condições de trabalho dos profissionais, inserindo-se numa linha estratégica prioritária assumida pelo órgão gestionário, no que à humanização e acessibilidade diz respeito.

Para saber mais, consulte:

Centro Hospitalar de Lisboa Norte, EPE – http://www.chln.min-saude.pt/

Cancro em Portugal: Cura e sobrevivência com qualidade de vida cada vez mais evidentes

De acordo com dados apresentados pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, no dia 4 de abril de 2017, Portugal tem atualmente cerca de 500 mil sobreviventes de cancro e perto de 100 mil doentes em tratamento.

Vítor Veloso, Presidente da Liga, lembrou, a propósito destes números, que o cancro se tem tornado cada vez mais uma doença crónica e já não tanto uma doença aguda.

“Apesar de a incidência [novos casos] estar a aumentar, a cura e a sobrevivência com grande qualidade de vida são cada vez mais evidentes”, declarou Vítor Veloso na sessão de encerramento dos 75 anos da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Ainda assim, o presidente da Liga frisou que o número de casos e de novos doentes vai continuar a aumentar nos próximos anos.

Por sua vez, o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, lembrou que os novos casos em Portugal têm crescido a uma taxa de 3% ao ano, aproveitando para alertar que o tabaco é o principal fator de risco para as duas principais causas de morte no país: as doenças do cérebro e cardiovasculares e o cancro.

o governante nomeou algumas das medidas do Ministério da Saúde mais ligadas ao cancro, nomeadamente o alargamento de rastreios ao cancro colo-retal no Norte e a chegada do mesmo rastreio ao Algarve, anunciada para o próximo semestre.

Igualmente presente na cerimónia de encerramento dos 75 anos da Liga, o Presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, recordou que todos os anos surgem em Portugal 40 mil novos casos de cancro, doença que mata anualmente cerca de 20 mil pessoas.

Durante a cerimónia, a Liga entregou, entre outros, o Prémio Nacional de Oncologia Manuel Sobrinho Simões ao médico cirurgião António Gentil Martins.

Fonte: Lusa