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Mais USF Transitam Para Modelo B em 2016 – ACSS

É o maior número registado nos últimos anos. Em 2016, 25 Unidades de Saúde Familiar (USF) transitaram para Modelo B, cumprindo a meta definida pelo Ministério da Saúde no Despacho nº 6739-A/2016.

As novas USF Modelo B distribuem-se por todo o país – 14 na ARS Norte, 4 na ARS Centro, 4 na ARS LVT, 1 na ARS Alentejo w 2 na ARS Algarve -, representando um ganho de cobertura de mais 10.369 utentes com atribuição de uma equipa de saúde familiar.

Durante o último ano foram ainda criadas 30 novas USF Modelo A, que passaram a cobrir mais 53.798 utentes do que as Unidade de Cuidados de Saúde Primárias (UCSP) que as precederam.

O modelo B de USF permite o funcionamento de equipas com maior amadurecimento organizacional e maiores exigências de contratualização, de forma a garantirem melhores condições de acesso dos utentes a cuidados de saúde, verificando-se um desempenho clínico elevado e ganhos assistenciais efetivos.

Recorde-se que o XXI Governo definiu como prioridade a necessidade de relançamento dos cuidados de saúde primários e de criação de mais unidades de saúde familiar (USF) no Serviço Nacional de Saúde (SNS). O investimento na rede de cuidados de saúde primários pretende reforçar a qualidade e a eficácia da base do SNS, apostando na autonomia e na responsabilização das equipas e dos profissionais, assim como na flexibilidade organizativa e de gestão das estruturas de prestação de cuidados.

Publicado em 23/1/2017

ARSLVT Terá Mais 10 USF Modelo A, 22 Centros de Saúde em Construção e 5 Novas Aberturas

Lisboa e Vale do Tejo terá 22 novas unidades, 5 já em 2017

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) terá dez novas unidades de saúde familiar (USF) modelo A em 2017, ano em que estarão em construção 22 novos centros de saúde, cinco já em 2017, de acordo com um comunicado emitido ontem, dia 11 de janeiro.

A ARSLVT terá este ano 22 novos centros de saúde em construção: Algés, Ourém, Pinhal Novo, Peniche, Corroios, Sesimbra, Agualva, Algueirão, Queluz, Sintra, Torres Novas, Ventosa, Barcarena, Rossio ao Sul do Tejo, Benedita, Águas Livres, Venteira, Cadaval, Chamusca, Mafra Leste, Mafra Norte e Nazaré.

De acordo com a ARSLVT, cinco destes centros de saúde (Algés, Queluz, Barcarena, Benedita e Mafra Leste) irão abrir ainda em 2017, enquanto a abertura dos restantes está prevista para 2018.

Em 2017, a ARSLVT pretende:

  • Aumentar a cobertura da população com médico de família e alargamento das consultas de médico-dentista nos centros de saúde.
  • Alargar os rastreios de saúde de base populacional iniciados em 2016 e lançar novos programas, nomeadamente de rastreio dos cancros da mama, cólon e reto e colo do útero.
  • Prosseguir a dotação dos centros de saúde da região com meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT), nomeadamente, radiologia, eletrocardiograma, análises clínicas, espirometria e retinografia.
  • Criar mais dez USF (modelo A) e passar oito USF a modelo B.
  • Intensificar o esforço de modernização e apetrechamento dos centros de saúde da região, num total de 35 edifícios.

O documento refere que vão ser elaborados projetos de execução para oito novos centros de saúde, em parceria com as respetivas autarquias: Setúbal, Almargem do Bispo, Mina de Água, Samora Correia, Caldas da Rainha, Vialonga, Baixa da Banheira e Santa Iria da Azóia.

No concelho de Lisboa devem estar concluídos os projetos para cinco novos centros de saúde, em parceria com a autarquia lisboeta: Campo de Ourique, Campolide, Montinho de S. Gonçalo (Alta de Lisboa), Parque das Nações e Benfica.

A ARSLVT tem a intenção de, este ano, proceder também à renovação e modernização da rede de climatização em unidades de três agrupamentos de centros de saúde, assim como a reestruturação do parque informático e a aquisição de 2.500 novos computadores.

Num balanço de 2016, a ARSLVT refere que aprofundou o trabalho de reforma, modernização e reforço da prestação integrada de cuidados de saúde aos cidadãos na região.

Entre as medidas desenvolvidas está o aumento da cobertura da população da região (3,6 milhões) por médico de família, mais 142 médicos de medicina geral e familiar, o que permitiu, segundo a ARSLVT, aumentar a taxa de cobertura para 81,4% (relativamente a 2015).

Em 2016, foram abertas dez novas USF modelo A e quatro USF modelo B, concretizou-se a abertura de quatro novos centros de saúde e foram elaborados vinte projetos de execução de novos centros de saúde, na sua maioria em parceria com os municípios locais.

Para saber mais, consulte:

Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo – Notícias

Norte em Força: Lista das 14 USF Que Transitam do Modelo A Para o Modelo B e Números de Agosto

Novas USF modelo B garantem ganhos em saúde a mais 6.000 utentes.

No cumprimento do Programa do Governo e no âmbito da expansão, reforço e qualificação da rede de Cuidados de Saúde Primários, foram homologadas catorze candidaturas a unidades de saúde familiar (USF) de modelo B.

O processo de transição, com efeito efetivo a 1 de outubro de 2016, vai permitir um ganho de cobertura de aproximadamente mais 6.000 cidadãos. Serão abrangidos, no total, 170 mil utentes, com atribuição de uma equipa de saúde familiar e efetivos ganhos assistenciais e em saúde.

As candidaturas distribuem-se, regionalmente, da seguinte forma:

Norte

  • USF Hygeia – Vale do Sousa Norte
  • USF São Lourenço – Braga
  • USF Viatodos – Barcelos/Esposende
  • USF AmareSaúde – Gerês/Cabreira
  • USF D`As Terras de Lanhoso – Gerês/Cabreira
  • USF Novo Sentido – Porto Oriental
  • USF União Penafidelis – Vale do Sousa Sul
  • USF Ermesinde – Maia/Valongo
  • USF Corino de Andrade – Póvoa de Varzim/Vila do Conde
  • USF Vil´Alva – Santo Tirso/Trofa
  • USF Aníbal Cunha – Porto Ocidental
  • USF La Salette – Aveiro Norte

Centro

  • USF Montemuro

Lisboa e Vale do Tejo

  • USF Santo Condestável

O modelo B de USF é aquele em que equipas com maior amadurecimento organizacional e   maiores   exigências   de   contratualização garantem maior disponibilidade e flexibilidade, para atingir níveis avançados de acessibilidade, desempenho, eficiência económica e resultados, com acréscimo de risco e responsabilidade.

Com esta iniciativa, reafirma o Ministério de Saúde a sua aposta no relançamento da reforma dos Cuidados de Saúde Primários, convicto de que este contexto de cuidados é fundamental para a promoção da equidade e garantia da sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde.

O Despacho n.º 6739-A/2016, publicado em Diário da República, no dia 20 de maio, fixa em 25 o número máximo de USF que deverão transitar do modelo A para o modelo B no ano de 2016, bem como em 30 o número máximo de novas USF.

Alguns números (agosto 2016)

  • N.º total de USF atual – 455
  • Com estas 14 USF, passa a haver 223 USF modelo B e 232 modelo A.
  • N.º total de utentes inscritos nas USF: 5.413.472 inscritos
  • Em modelo A: 2.404.550 inscritos
  • Em modelo B: 3.014.922 inscritos
  • Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados: 4.687.743 inscritos

Veja as publicações relacionadas:

Despacho n.º 6739-A/2016 – Número Máximo de Unidades de Saúde Familiar (USF) a Constituir e Número Máximo de USF Que Transitam do Modelo A Para o Modelo B no Ano de 2016

Logo Min Saúde

Número Máximo de Unidades de Saúde Familiar (USF) a Constituir e Número Máximo de USF Que Transitam do Modelo A Para o Modelo B no Ano de 2016

Veja a informação do Portal SNS:

Cinco novas USF homologadas, dia 2, totalizam objetivo traçado

No cumprimento do Programa do Governo e no âmbito da expansão, reforço e qualificação da rede de cuidados de saúde primários, cumpriu-se o valor global para as unidades de saúde familiar (USF) modelo B, definido no Despacho n.º 6739-A/2016. Foram homologadas, no dia 2 de dezembro, pelo Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, cinco novas USF modelo B, com efeitos a 16 de dezembro, totalizando 25 USF que iniciam atividade nesta modalidade em 2016, ou seja, representando uma taxa de execução de 100% face ao objetivo traçado inicialmente.

O número de USF que transitaram para modelo B, 25 em 2016, foi o maior dos últimos anos: 19 em 2013, 12 em 2014 e 15 em 2015.

As cinco USF modelo B homologadas mais recentemente são as seguintes:

  • USF de Penela – Administração Regional de Saúde (ARS) Centro;
  • USF Fernando Namora – ARS Centro;
  • USF Lusitânia – ARS Alentejo;
  • USF S. João de Braga – ARS Norte;
  • USF Montelongo – ARS Norte.

As 25 USF homologadas em 2016 distribuem-se por todas as ARS:

  • Catorze (14) na ARS Norte,
  • Quatro (4) na ARS Centro
  • Quatro (4) na ARS Lisboa e Vale do Tejo
  • Uma (1) na ARS Alentejo
  • Duas (2) na ARS Algarve

O modelo B de USF é aquele em que equipas com maior amadurecimento organizacional e maiores exigências de contratualização garantem maior disponibilidade e flexibilidade para atingir níveis avançados de acesso para os utentes, elevado desempenho clínico e eficiência económica.

O processo de transição destas 25 USF modelo B, para além de melhores resultados, permite um ganho de cobertura de mais 10.369 cidadãos, com atribuição de uma equipa de saúde familiar e efetivos ganhos assistenciais e em saúde.

“Com esta iniciativa, o Ministério da Saúde reafirma a sua aposta no relançamento da reforma dos cuidados de saúde primários, convicto de que este contexto de cuidados é fundamental para a promoção da equidade e garantia da sustentabilidade do Serviço Nacional Saúde”.

Para saber mais, consulte:
Finanças e Saúde – Gabinetes dos Secretários de Estado do Orçamento e Adjunto e da Saúde
Fixa o número máximo de Unidades de Saúde Familiar (USF) a constituir e determina o número máximo de USF que transitam do modelo A para o modelo B no ano de 2016

Veja também:

Alteração ao Número Máximo de USF a Constituir no ano de 2015 e Número Máximo de USF que Transitam do Modelo A para B

2 Unidades de Saúde Familiar do Algarve Transitaram do Modelo A para o Modelo B a 1 de Julho

33 USF Serão Constituídas em 2015, 18 Transitam do Modelo A para o Modelo B

Novas USF e USF que Transitam para o Modelo B

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Zonas Geográficas Onde se Situam as USF de Modelo A e as UCSP Qualificadas Como Carenciadas

Veja também:

Incentivo aos Médicos de Família das USF Modelo A e UCSP em Zonas Geográficas Carenciadas

Hospitais: Zonas Geográficas Carenciadas, por Estabelecimento de Saúde e Especialidade Médica

BTE: Projeto Legislativo que cria Incentivo aos Médicos de Família das USF e UCSP em Zonas Carenciadas

Médicos: Decreto-Lei dos Incentivos à Mobilidade Geográfica para Zonas Carenciadas

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Alteração ao Número Máximo de USF a Constituir no ano de 2015 e Número Máximo de USF que Transitam do Modelo A para B

Caros seguidores: já há um novo primeiro-ministro indigitado, e, desse modo, em seguida virá um novo governo. Ainda assim, uma vez publicados no Diário da República, estes diplomas têm validade e serão aplicados enquanto não for publicado algo em contrário / diferente. Daremos notícias disso mesmo se acontecer.

O diploma que se segue saiu hoje, 24/11/2015, em suplemento:

Veja também:

33 USF Serão Constituídas em 2015, 18 Transitam do Modelo A para o Modelo B [Despacho n.º 6850-A/2015]

2 Unidades de Saúde Familiar do Algarve Transitaram do Modelo A para o Modelo B a 1 de Julho

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Incentivo aos Médicos de Família das USF Modelo A e UCSP em Zonas Geográficas Carenciadas